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Wednesday, February 1, 2012

Novo sistema moderniza controle do tráfego aéreo no Brasil




Começou a operar no aeroporto de Brasília, no Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta I), um novo sistema de controle do tráfego aéreo nacional. Mais conhecido como Sagitário, o software – o mais moderno do país - foi desenvolvido por uma empresa brasileira e moderniza a comunicação entre controladores e pilotos das aeronaves, além de trazer mais segurança às operações.


O Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatório de Interesse Operacional (Sagitário), que já opera nos terminais de Curitiba e Recife, surgiu para aperfeiçoar o X-4000, antiga ferramenta utilizada nos centros de aproximação e de controle de área para apoiar os controladores de voo na prestação do serviço de vigilância.


Antes da inovação, o X-4000 recebia e tratava dados obtidos apenas a partir de varredura por radares. Depois, conjugava essas informações com os dados dos planos de voo das aeronaves e gerava a visualização das informações necessárias ao controle de tráfego aéreo.

Com o Sagitário, o sistema processa dados de radares e os integra com constelações de satélites, como o GPS. Essa medida proporciona mais segurança porque possibilita o controle da aeronave durante toda a duração do voo.

O novo software permite a sobreposição de imagens meteorológicas sobre a imagem do setor controlado para acompanhar a evolução de mau tempo. Se necessário, ele edita os planos de voo sobre o mapa do território nacional e possibilidade a inserção, remoção e reposicionamento de pontos de plano e cancelamento de operações.

Investimentos
Aproximadamente R$ 9 milhões foram investidos no desenvolvimento do Sagitário. Outros R$ 15 milhões devem ser aplicados na implantação do sistema nas outras unidades de controle de tráfego e no treinamento dos operadores. A próxima unidade do Cindacta a receber o novo software é Manaus, até o final de maio.


Com informações do Ministério da Defesa

Rosalvo Streit
Agência CNT de Notícias

Indústria ferroviária brasileira fatura R$ 4,2 bilhões em 2011




Com faturamento de R$ 4,2 bilhões em 2011, valor que supera em 35% o registrado em 2010, a indústria nacional comemora os bons resultados. A Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer) divulgou, nesta quinta-feira (26), os números consolidados do setor no ano passado e algumas projeções para 2012.



Em 2011 foram produzidos 5.616 vagões, contra 3.261 unidades em 2010. Este é o segundo melhor resultado da história, perdendo apenas para o ano de 2005, quando foi registrada uma produção de 7.597 unidades. Para 2012, o setor estima fabricar entre 3,5 e 4 mil vagões. “A projeção apresenta uma queda, mas é algo natural. O mercado funciona assim, é cíclico, com altos e baixos. Ainda assim, mantemos a previsão de produzir 40 mil vagões na década”, avalia o presidente da Abifer, Vicente Abate, em entrevista àAgência CNT de Notícias.

De acordo com a Abifer, a frota brasileira de vagões conta atualmente com cerca de 100 mil unidades sendo que, desses, entre 15 e 20% estão em idade avançada, acima de 40 anos, o que impulsiona as concessionárias a buscarem uma renovação de frota, o que reflete num estímulo à indústria. “Elas estão trocando os vagões antigos, não muito produtivos e que são muito pesados, por vagões que melhoram a produtividade devido à utilização de tecnologia. Os novos têm tara reduzida, peso menor e descarga automática”, explica.

Locomotivas
A quantidade de locomotivas produzidas também registrou grande salto. Passaram de 68 em 2010 para 113 no ano passado. Para o atual ano, a previsão é de que saiam das fábricas 110 unidades. “As locomotivas de menor capacidade têm sido substituídas por outras altamente modernas e também mais produtivas. As fábricas estão passando por uma fase de expansão no país, as duas maiores fabricantes do mundo já estão se instalando no Brasil, o que aponta uma tendência de crescimento para os próximos anos”, afirma Abate.

Carros de passageiros
Durante o ano, 336 carros de passageiros foram produzidos, uma queda impulsionada pela baixa das exportações motivada pela crise internacional. Em 2010, foram 430 unidades. Para 2012, a previsão é de 340 carros. “É uma queda considerada normal para épocas de troca de governo, seja estadual ou federal. A crise financeira mundial também nos afetou. Nos três anos anteriores, as exportações corresponderam a 30% do faturamento dessas indústrias, enviando carros para Nova Iorque, Santiago e Buenos Aires, por exemplo. Em 2011, esse valor não chegou a 10%”, pondera o dirigente da Abifer.

Segundo a Pesquisa CNT de Ferrovias 2011, o modal ferroviário é responsável por 20% do escoamento da produção nacional, participação que vem sendo ampliada ao longo dos anos. De 2006 para 2010, o crescimento foi de 16,3% - de 404,2 milhões de toneladas úteis (TUs) para 470,1 milhões de TUs.

Aerton Guimarães
Agência CNT de Notícias

Wednesday, January 18, 2012

Nordeste tem o maior número de postos adaptados à oferta do diesel menos poluente (S50)


Rosalvo Júnior
Agência CNT de Notícias


ANP fiscaliza qualidade dos combustíveis
O Nordeste é a região com maior número de postos adaptados à oferta do diesel S50 – com menor teor de enxofre e menos poluente –, cuja venda se tornou obrigatória em todo o país a partir deste ano. Ceará e Pernambuco são os estados com o maior número de revendas varejistas adaptadas ou obrigadas a oferecer o combustível, segundo recente determinação da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Os estados figuram em primeiro lugar porque, desde 1º de maio de 2009, o S50 é comercializado como único tipo de óleo diesel rodoviário nas regiões metropolitanas de Fortaleza, Recife e Belém (na região Norte). Agora, para garantir o abastecimento do combustível em todo o território nacional, a ANP selecionou 3.100 postos que se juntarão aos outros 1.100 estabelecimentos que já vendem o produto nessas três capitais.

No total, de acordo com a lista divulgada pela ANP, mais de 4.200 postos estão obrigados a cumprir a norma. Eles foram escolhidos supondo uma autonomia mínima de 100 km para os veículos pesados. Estão incluídas na determinação as revendas em que o número de bicos para abastecer motores a diesel seja superior ao de bicos para veículos com motores do ciclo Otto – gasolina e etanol.

Em relação ao restante da lista, a posição do Sudeste chama a atenção. Apesar de ter a maior malha rodoviária do país – 26.778 km ou 33% das rodovias federais e estaduais pavimentadas, segundo a Pesquisa CNT de Rodovias 2011​ –, a região figura em segundo lugar, atrás do Nordeste, entre as que possuem maior número de postos obrigados a oferecer o S50, aproximadamente 840.

Fiscalização
A ANP está fiscalizando o cumprimento da norma. Na última sexta-feira (13), a Agência visitou oito estabelecimentos na Grande São Paulo e constatou que em dois deles não havia o S50 nos tanques de abastecimento. Os postos foram autuados e, ao final do processo administrativo, podem pagar multa que varia de R$ 5 mil a R$ 2 milhões, segundo a Lei 9.847/1999.

“Infelizmente, chegamos à condição de ser autuados. Isso tudo é desnecessário porque cria um antagonismo entre o agente econômico e a agência reguladora”, avalia o diretor de postos de rodovia da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), Ricardo Hashimoto. Ele garantiu à Agência CNT de Notícias que existem postos com o produto à disposição em que, até o momento, nenhum veículo parou para abastecer.

Hashimoto acrescenta que a fiscalização deveria ser um pouco mais tolerante, uma vez que as mudanças nos estabelecimentos não são imediatas e devem ser feitas com critério. “Para fazer uma modificação, diversas instâncias devem se manifestar. Licenças ambientais podem atrasar, temos limitações. Os postos irão se adaptar à medida em que os consumidores começarem a procurar pelo produto”, explica.

Para a análise da qualidade do combustível oferecido aos caminhões, a ANP vai colher, durante as fiscalizações, amostras do diesel S50 nos postos avaliados. Denúncias sobre irregularidades podem ser encaminhadas para o Centro de Relações com o Consumidor da ANP pelo telefone 0800 970 0267 ou por meio de formulário eletrônico disponível na página da ANP.


Rosalvo Júnior
Agência CNT de Notícias

Wednesday, December 14, 2011

Regulamentação da profissão de motorista terá urgência



O plenário do Senado aprovou, na noite de quarta-feira (7), requerimento do senador Clésio Andrade (MG) para que o Projeto de Lei que regulamenta a profissão de motorista passe a tramitar em regime de urgência, na forma do substitutivo elaborado por empresários de transporte, autônomos e motoristas, representados por suas respectivas entidades de classe, com intermediação do Ministério Público do Trabalho.

O substitutivo, segundo Clésio Andrade, é extremamente rigoroso, visando principalmente a segurança no trânsito e a saúde dos motoristas. O texto prevê ainda detenção de um a dois anos, além de multa para quem exigir que se exceda o limite de jornada de trabalho e de tempo de direção do motorista, fatores apontados entre importantes causas de acidentes.

A proposta também assegura aos motoristas seguro obrigatório custeado pelo empregador e proíbe que se remunere o motorista em função da distância percorrida ou da redução do tempo de viagem, pela quantidade ou natureza dos produtos transportados, de modo a não comprometer a segurança rodoviária ou da coletividade.


Agência CNT de Notícias

Wednesday, November 2, 2011

Maior parte da extensão rodoviária do país apresenta problemas


Segundo a 15ª Pesquisa CNT de Rodovias 2011, divulgada nesta quarta-feira (26) na sede da Confederação Nacional do Transporte, em Brasília (DF), 12,6% da malha estão em ótimo estado; 30% são consideradas boas; 30,5%, regulares; 18,1%, ruins; e 8,8% estão em péssimas condições. Nesta edição do levantamento foram avaliados 92.747 km, o que representa 100% da malha federal pavimentada, as principais rodovias estaduais pavimentadas e as concessionadas. São 1.802 km a mais do que o analisado na pesquisa anterior.



O objetivo do estudo, realizado pela CNT e pelo Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest Senat), é avaliar as condições das rodovias brasileiras pavimentadas segundo aspectos perceptíveis aos usuários, identificando as condições das vias – em relação ao pavimento, à sinalização e à geometria da via – que afetam o conforto e a segurança.


Para fazer a análise, 17 equipes da CNT percorreram o Brasil durante 39 dias, entre 27 de junho e 4 de agosto deste ano. Os resultados são apresentados por tipo de gestão (pública ou concedida), por tipo de rodovia (federais ou estaduais), por região e por unidade da Federação.



Regiões
Como nos anos anteriores, a pesquisa da Confederação Nacional do Transporte aponta que o Sudeste do país é a região que apresenta as melhores condições de rodovias. Do total de 26.778 km avaliados, 24,6% são classificados como em ótimo estado; 30,7% como bom; 28,2%, regular; 13,2%, ruim e 3,3%, péssimo.



Em seguida aparece a Região Sul, com 19,7% do total de 16.199 km analisados como em ótimo estado; 40,7% em bom estado; 26,3% classificados como regulares; 10,7% como ruins e 2,6% como péssimas.


O Nordeste, por sua vez, com 25.820 km estudados, possui 3,8% das estradas ótimas; 33%, boas; 32,8%, regulares; 17,7%, ruins e 12,7%, péssimas.

Dos 14.151 km de rodovias avaliados no Centro-Oeste, 6,4% estão em ótimas condições; 22,7% em bom estado; 35%, regulares; 26,7%, ruins; e 9,1% em péssimo estado.

O Norte, por sua vez, com 9.799 km analisados, conta com apenas 0,8% das estradas avaliadas como ótimas; 12,7% como boas; 31,4% como regulares; 31,8% como ruins e 23,2% como péssimas.




Pavimento
Em relação à qualidade de pavimentação, os resultados da Pesquisa CNT de Rodovias 2011 mostram que 46,6% das estradas apresentam pavimento ótimo; 5,5%, pavimento bom; 33,9%, regular; 11,2%, ruim; e 2,8%, péssimo. Nesse quesito são observados itens como se o pavimento está perfeito, com buracos e se obriga redução da velocidade.

De acordo com o estudo, o pavimento das rodovias, em geral, apresenta defeitos que acabam prejudicando a atividade de transporte de cargas e de passageiros no país.

Sinalização

Sobre os aspectos de sinalização, são conferidas as condições das faixas, visibilidade e legibilidade de placas. Da malha analisada, 16,6% tiveram sua sinalização classificada como de ótimo estado; 26,5% como bom; 28,7%, regular; 14,3%, ruim e 13,9%, péssimo.  





Geometria
A variável geometria da via identifica as soluções de engenharia implantadas nas rodovias para atenuar o impacto das condições de topografia e relevo sobre o deslocamento de veículos, aumentando a segurança dos usuários


Geometria da via inclui itens como pista simples de mão dupla, faixa adicional de subida, pontes e viadutos, entre muitas outras variáveis. Da extensão pesquisada, 88,3% é de pista simples de mão dupla e 42,1% não possui acostamento.


O estudo da CNT identificou que 4,2% da extensão avaliada teve sua geometria classificada como ótima (3.895 km). Outros 19% foram classificados como bom; 27,3% como regular; 17,5%, ruim; e 32%, péssimo. Por isso, ainda de acordo com o documento, melhorias do tipo duplicação, implantação ou melhoria da faixa adicional de subida, e melhoria da sinalização e proteção das curvas e pontes precisam ser urgentemente empregadas.



Gestão pública e privada
A pesquisa detalhou ainda as diferenças existentes entre as rodovias que são administradas pelo governo e as sob gestão das concessionárias. Das vias sob concessão (15.374 km), 48% foram classificadas como ótimas; 38,9% como boas; 12% como regulares; 1,1% como ruins e nenhuma foi avaliada como péssima.



Já entre as rodovias sob gestão pública (77.373 km), apenas 5,6% foram avaliadas como ótimas; 28,2% como boas; 34,2% como regulares; 21,5% como ruins e 10,5% como péssimas.


Em entrevista coletiva na manhã desta quarta, o diretor-executivo da CNT, Bruno Batista, ressaltou que, em 2010, apenas R$ 9,85 bilhões foram investidos em infraestrutura de rodovias, o que corresponde a 0,26% do Produto Interno Bruto (PIB).



Para se ter uma ideia, o prejuízo causado a transportadoras devido a falhas nas vias somaram R$ 14,1 bilhões, ou 0,4% do PIB. "No ano em que o governo federal fez mais investimentos, as condições de rodovias não melhoraram. E esse custo tem sido repassado para a população com acréscimos nos valores de produtos que nós todos consumimos e também no número de mortos, que não para de crescer no Brasil. Só em 2010 foram mais de oito mil nas nossas rodovias federais".


Bruno Batista ressaltou ainda que 60% da carga transportada no Brasil passa pelas rodovias. "Essa falta de infraestrutura adequada diminui a competitividade do país. O Brasil precisa manter uma tradição de investimento, que é o que o governo não tem conseguido fazer. Isso faz com que as melhores rodovias do Brasil, com menores índices de acidentes, sejam as concedidas", reforçou.



Ligações rodoviárias

O levantamento traz ainda um ranking de 109 ligações rodoviárias de todo o Brasil. As ligações são trechos regionais que interligam territórios de uma ou mais unidades da Federação. Essas extensões têm importância socioeconômica e volume significativo de veículos de cargas e/ou passageiros.

A primeira colocada na lista é a São Paulo SP - Itaí SP – Espírito Santo do Turvo SP, composta pelas rodovias SP-255, SP-280/BR-374. Por sua vez, em último lugar (109ª posição), está a Belém PA - Guaraí TO, composta pelas rodovias BR-222, PA-150, PA-151, PA-252, PA-287, PA-447, PA-475, PA-483, TO-336.


A pesquisa
A pesquisa é uma avaliação independente das rodovias a partir da perspectiva dos usuários, contemplando a segurança e o desempenho. Com a realização do estudo, a CNT pretende difundir informações sobre a infraestrutura rodoviária, para que políticas setoriais de transporte, projetos privados, programas governamentais e atividades de ensino e pesquisa resultem em ações que promovam o desenvolvimento do transporte rodoviário de cargas e de passageiros.



Wednesday, October 12, 2011

Bancos oferecem incentivos para compra de veículos menos poluentes


Interessados em conquistar clientes e atentos à procura dos consumidores por empresas sustentáveis, que respeitam e estimulam a preservação do meio ambiente, alguns bancos passaram a oferecer incentivos à compra de veículos menos poluentes. Entre os benefícios, é possível financiar os veículos novos com taxas especiais, menores que a dos empréstimos convencionais.

A preocupação tem sentido. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam que o transporte individual é o principal responsável pela poluição atmosférica. Segundo a pesquisa, um usuário de veículo polui 36 vezes mais que o passageiro de metrô e nove vezes mais que os cidadãos que utilizam o serviço de ônibus.

O Crédito Auto Ecoeficiente da Caixa Econômica Federal, por exemplo, oferece taxas de juro a partir de 1,39% ao mês para a compra de veículos incluídos no Programa Nota Verde do Instituto Brasileiro do Meio Ambientes e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo o banco, esta é mais uma inovação em prol da sustentabilidade. Mas a Caixa faz um alerta: é preciso comparar as propostas de financiamento pelo valor da parcela, e não somente pela taxa de juro.

O Banco do Brasil também tem a mesma linha de crédito para os veículos com baixa emissão de poluentes e que receberam nota máxima no ranking Nota Verde do Ibama. “O cliente pode fazer o financiamento com taxas de juros reduzidas, em relação aos outros veículos. Ele deve se dirigir a uma agência e solicitar a simulação do financiamento, informando que pretende comprar um veículo ecoeficiente”, explica o gerente executivo da Diretoria de Empréstimos e Financiamentos, Alexandre Luís dos Santos.

O Bradesco tem uma política de responsabilidade socioambiental diferente. A assessoria do banco informou à Agência CNT de Notícias que, por meio do projeto Crédito Socioambiental Bradesco, os clientes podem, a cada financiamento realizado, incentivar a doação de mudas de árvores para projetos de reflorestamento da Mata Atlântica.
Nota Verde
O Programa Nota Verde se propõe a incentivar a criação de tecnologias mais sustentáveis para o desenvolvimento de motores, veículos e combustíveis. O cliente pode consultar, no site do Ibama, o nível de emissão de poluentes. Basta inserir o ano, a marca e o modelo do carro. O sistema também permite a comparação simultânea. O resultado classifica os veículos entre uma e cinco estrelas – o número máximo de estrelas significa o menor índice de emissão de poluentes.
A nota de cada modelo é concedida a partir da combinação de três fatores. O primeiro é o nível de emissão de poluentes convencionais: se o modelo polui abaixo de 60% do limite, ganha três estrelas; entre 60% e 80% do limite, duas; e de 80% até o limite, uma. Os outros dois critérios são a taxa de emissão de gás carbônico e o combustível utilizado – se for renovável, o carro recebe maior pontuação.


Rosalvo Júnior
Agência CNT de Notícias