Finlandês completou 139 voltas no segundo dia de testes em Jerez de la Frontera com o CT01
Heikki Kovalainen (Daniel Kalisz/LAT)
A opção da Caterham pelo uso do Kers nesta temporada pode
fazer a diferença na busca pelos primeiros pontos da equipe, afirmou
Heikki Kovalainen.
O finlandês de 30 anos detectou alguns problemas com o dispositivo
desenvolvido pela Red Bull, mas destacou que, com o novo recurso, a
Caterham terá um acréscimo de quatro décimos por volta em relação à
temporada passada.
“No ano passado, não tínhamos chances de lutar por pontos, mas agora
temos chances de brigar com uma das Renaults ou a Williams. Sempre que
nos aproximávamos deles, não podíamos atacá-los em uma área de
ultrapassagem porque não tínhamos este impulso”, afirmou Kovalainen, que
completou dois dias de testes em Jerez nesta semana, antes de entregar o
carro para o reserva Giedo van der Garde nesta quinta-feira.
“[Hoje] Ele [o Kers] definitivamente fará a diferença se estivermos
em uma mesma situação, lutando contra os carros à frente, [porque]
realmente terei chances de ultrapassar.”
“Se vamos lutar por pontos, não sei lhes dizer. Este tem de ser o
objetivo, mas o mais importante é se lutar no pelotão intermediário com
as outras equipes e permanecer nele, não dando nenhum passo para trás.”
Após completar 139 voltas no segundo dia de testes em Jerez,
Kovalainen rapidamente se readaptou o sistema. No primeiro dia, o
finlandês foi obrigado a encerrar cedo as atividades devido a um
problema no eixo de partida.
“Hoje [quarta-feira], foi bom. Esperava alguns problemas no início
[com o Kers]. Experimentei-o no passado com a McLaren e lembro que, nos
primeiros dias, andar com ele não era fácil, mas a Red Bull desenvolveu
realmente um ótimo sistema e hoje ele funcionou perfeitamente durante o
dia.”
“Logo me readaptei ao sistema e fomos capazes de monitorar diferentes
temperaturas e ver como as baterias se comportavam no carro. Tudo
correu bem, então foi um bom dia hoje.”
“[O Kers] Será muito valioso”, acrescentou o piloto de 30 anos.
“Provavelmente é uma média de três ou quatro décimos por volta em cada
circuito: em alguns, até um pouco mais, e em outros, menos.”
“Mas o que realmente conta é nas situações de corrida, isto é, nas
largadas, defendendo e ultrapassando. É aí que [o Kers] será muito
importante e posso ver que é um bom ipulso e uma boa ferramenta para ter
no carro.”
Fonte: tazio
Disponível no(a): http://tazio.uol.com.br/
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