Tuesday, February 7, 2012

Ônibus e Caminhões- Vertis acelera crescimento da Iveco no Brasil

Fotos: Divulgação







Vertis acelera crescimento da Iveco no Brasil

Vertis reflete o crescimento gradual da Iveco no mercado brasileiro



por Rodrigo Machado

Auto Press




O consumidor de automóveis não é tolo, mas às vezes acredita em um lindo
rostinho. Carros com visual lameiro ou design esportivo podem seduzir
mais do que aspectos cruciais em um veículo, como dirigibilidade ou
segurança. Entre os compradores de modelos comerciais, a conversa é
outra. O que importa é a confiabilidade e o custo/benefício que uma
marca oferece para cada frotista. Por isso, leva muito tempo para uma
fabricante como a Iveco crescer nesse cenário.

Sem a tradição da
Volkswagen ou da Mercedes-Benz, a marca italiana trilha o seu caminho de
segmento em segmento. Devagar – como a sua "dona", a Fiat, fez no mundo
dos automóveis. A última investida foi no segmento de médios com o
Vertis, modelo feito inteiramente no Brasil e que teve lançamento no fim
de 2010.



Em termos de vendas, não se pode dizer que o desempenho do Vertis foi
dos melhores. Afinal, em todo o ano de 2011 ele teve 692 unidades
comercializadas, enquanto o líder do segmento, o Volkswagen Worker,
apenas na sua versão 13.180, vendeu 4.870 exemplares. Ainda na frente do
caminhão da Iveco estão o Mercedes 1318 e o Ford Cargo 1317 e 1517.
Mas, como esse é o primeiro representante da marca entre os médios no
Brasil, o investimento é a médio e longo prazo.







O Vertis foi desenvolvido por completo no Centro de Desenvolvimento de
Produto da fabricante em Sete Lagoas, interior de Minas Gerais, e conta
com duas versões. A de entrada é a 90V16. Com Peso Bruto Total de 9,3
toneladas, ela é equipada com um motor de quatro cilindros em linha com
turbocompressor, injeção direta common-rail e 3,9 litros de capacidade
cúbica. Ele pode gerar 154 cv a 2.500 rotações e torque máximo de 54
kgfm entre 1.400 e 2 mil rpm. Esta configuração recebe apenas a cabine
curta, mas tem três diferentes opções de entre-eixos: 3,30 metros, 3,80
metros e 4,35 metros.



A topo de linha é a 130V18, que pode receber tanto a cabine curta, como a
estendida. O PBT máximo é de 13,3 toneladas e as distâncias entre-eixos
são de 4,35, 4,75 e 5,10 metros. Sob o capô fica o mesmo propulsor de
3,9 litros, mas agora retrabalhado para gerar 173 cv e 60,1 kgfm
disponíveis nas mesmas faixas de giro. A transmissão é sempre uma manual
de cinco velocidades feita pela alemã ZF com comando hidráulico.







Na cabine, a Iveco aposta na ergonomia. O
banco do motorista é individual, com um duplo ao lado para levar
ajudantes. Entre os equipamentos de série, o Vertis tem tomada 12V,
cinto de segurança de três pontos, apoios de cabeça nos bancos,
ventilação com aquecimento e assoalho forrado com material sintético.
Rádio/CD/MP3, ar-condicionado, vidros elétricos e preparação para tomada
de força ficam entre os opcionais.



Uma das principais contribuições da fábrica de Sete Lagoas ao modelo foi
o desenho. Quando comparado com os outros caminhões da própria Iveco, o
Vertis parece realmente mais moderno. As linhas "quadradonas", muito
simplórias foram abandonadas por um desenho mais fluido. Os faróis tem a
parte superior delineada por uma leve curva e, entre eles, uma grade
bipartida traz um formato de "V". A pintura em dois tons ajuda a dar um
toque mais robusto para o médio da Iveco. Tipo de "pitaco" de uma marca
que começa a entender as sutilezas do mercado nacional.












Fonte: motordream


Disponível no(a): http://motordream.uol.com.br/

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