Thursday, February 9, 2012

F-1-De la Rosa crê que HRT pode iniciar 2012 em boa forma


Espanhol encerrou programação de dois dias de testes com o carro antigo em Jerez



Pedro de la Rosa, da HRT, em Jerez (LAT Photographic)








Após realizar o primeiro teste com sua nova equipe, a
HRT, esta semana em Jerez, o veterano Pedro de la Rosa acredita que o
time espanhol pode iniciar a temporada 2012 em boa forma.



O treino foi feito com o modelo de 2011, já que o novo carro ainda
está no aguardo de aprovação no crash test da FIA para poder estrear,
mas ainda assim o piloto acha que os investimentos em infraestrutura vão
colocar a escuderia em uma boa posição no início da temporada.





No ano passado, a equipe passou por alteração de proprietários,
trocas de profissionais na cúpula e recentemente anunciou a mudança da
sede. "Somos um time novo, com vários membros novos, por isso estamos
levando nosso tempo para trabalhar como uma equipe e isso é tem sido
interessante", disse o espanhol.



"Há um misto interessante de gente experiente e pessoas que estão
começando agora, por isso tem sido muito importante estar aqui. Embora
estejamos testando com nosso carro antigo, foi bom conhecer os novos
compostos da Pirelli. Sempre há algo para aprender e agora vamos focar
no novo carro", explicou.



Apesar de admitir que a HRT está longe de fornecer o nível de
desempenho ao qual estava acostumado durante a carreira como piloto de
testes da McLaren, De la Rosa afirmou crer na capacidade do time em
evoluir ao longo de 2012 e também demonstrou otimismo com relação à
próxima bateria de testes, em Barcelona.



"Digamos que [o carro] tem menos aderência do que eu estou
acostumado. A folha de tempos diz tudo. Há uma falta de grip com relação
a um carro competitivo e temos que trabalhar forte nesse aspecto. Não é
apenas [uma questão] aerodinâmica", detalhou.



"Sabemos que teremos um avanço com o novo carro. Temos apenas que
quantificar esse avanço e provar que a correlação com o túnel de vento
está correta. Há muito por vir", prosseguiu De la Rosa, argumentando que
primeiro é preciso criar a base de um carro confiável e ajustável,
antes de brigar para encontrar décimos de segundo.





Fonte: tazio

Disponível no(a): http://tazio.uol.com.br

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