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Friday, January 27, 2012

Abertura dos EUA estimula produzir álcool no exterior


Fonte: Folha de São Paulo
Via: ABRAC ONLINE


A África deve ser o destino mais procurado

A abertura dos EUA para o álcool importado estimula investimentos na produção de etanol de cana no exterior. A avaliação é de Luiz Osório, vice-presidente de Relações Externas da Raízen (associação entre Cosan e Shell).
A África deve ser o destino mais procurado. "Lá existe um corredor ´duty-free´ (livre de impostos) para exportar para a Europa", afirmou.
O aumento do custo de produção no Brasil também incentiva projetos fora do país. "Está ficando caro produzir no Brasil, por conta do preço da terra", disse à Folha.
Alguns grupos brasileiros ensaiam a internacionalização. É o caso da Guarani, que no fim de 2011 anunciou acordo com a Petrobras e com a estatal Petróleos de Moçambique (Petromoc) para produzir etanol naquele país.
A ETH também avalia operar na África e na América Latina e deve encampar uma usina da Odebrecht, sua controladora, em Angola.
De acordo com Osório, oferta abundante e de diferentes origens é um dos requisitos básicos para a transformação do etanol em commodity.
"O consumidor internacional quer ter a confiança de que, se amanhã houver um problema de safra no Brasil, haverá outros mercados para suprir a demanda."
Produção em larga escala é outra característica de uma commodity, afirmou o executivo. Como hoje o Brasil não consegue produzir nem para o consumo local, a entrada de novos países no mercado ajudaria nesse ponto.
O último requisito seria demanda firme. Para Osório, a preocupação dos países desenvolvidos em diminuir a dependência do petróleo elevará o consumo de biocombustíveis constantemente.
A Raízen quer transformar o etanol em commodity global. Mas, segundo Osório, ainda não há projeto concreto de produção no exterior, embora a empresa esteja "atenta às oportunidades".

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NOTA DO BLOG:
Se o Governo Brasileiro não encarar de frente tal situação corremos o risco de ter uma frota de veículos leves quase que totalmente Flex mas utilizando apenas Gasolina já que não ficará no país Etanol suficiente nem para as necessidades de consumo dos estados produtores.

Tuesday, December 27, 2011

Audi A1 foi o mais econômico, RS3 o mais rápido do ranking Folha-Mauá 2011



Audi A1
O mais rápido do ano em aceleração e o mais econômico no consumo em estrada. Dois modelos compactos premium da Audi conquistaram as melhores posições no ranking Folha-Mauá 2011 nestes quesitos. O RS3 (esportivo do Audi A3 Sportback) ganhou o título de mais rápido: fez a prova de aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 4,5 segundos.

Já o Audi A1 conseguiu rodar 20,8 quilômetros com um litro de gasolina na estrada à velocidade média de 100 km/h, o que lhe garantiu o topo no ranking anual de consumo rodoviário entre todas as categorias, de populares a esportivos, passando pelos veículos médios, grandes e os utilitários.

A marca alemã ainda teve destaque com o Audi R8 GT, modelo que atingiu a velocidade máxima de 319 km/hora na pista do Aeródromo de Gavião Peixoto (SP), a maior entre todos os 62 carros que passaram pelo teste Folha-Mauá em 2011.


Audi R8 GT
O levantamento, realizado há 15 anos, é uma parceria entre o jornal Folha de S. Paulo e o IMT (Instituto Mauá de Tecnologia). Engenheiros do IMT e jornalistas do caderno de Veículos da publicação aferem dados como aceleração, distância de frenagem e consumo de combustível na estrada e na cidade. Os números levantados servem para analisar os modelos. Cada prova é repetida quatro vezes – os números finais são uma média dos resultados. O tempo médio de cada teste de desempenho e consumo de combustível é de 5 horas.

Equipamentos eletrônicos e sensores são utilizados para fazer as medições e monitorar o comportamento dos veículos. Os dados são enviados a um computador que compila os resultados. As provas de desempenho são feitas em pista de teste fechada, com piso seco e plano. Já os testes de consumo têm duas etapas: a primeira, com velocidade constante de 100 km/h, simula um percurso rodoviário; a segunda é feita em um circuito urbano. O percurso é padronizado e o estilo de condução do motorista é mantido.

Desempenho e economia: Audi RS3 e Audi A1

Os dois modelos Audi que ficaram no topo do ranking Folha-Mauá têm qualidades de sobra para garantir a colocação. O Audi RS3 vem equipado com um motor potente de 2,5 litros, turbo de cinco cilindros, que produz 340 cv de potência e 450 Nm de torque, que foi eleito na Europa o “Motor do Ano” por um juri de alto nível formado por jornalistas automotivos. No Brasil, o motor do esportivo A3 também recebeu recentemente o titulo de motor do ano acima de 2 litros no tradicional prêmio Carro do Ano da revista Auto Esporte.


Segundo a montadora, a aceleração de 0 a 100 km/hora é atingida em 4,6 segundos – desempenho sem comparação entre os concorrentes (no teste da Folha-Mauá este número foi ainda menor, 4,5 segundos). A velocidade máxima de 250 km/hora é limitada eletronicamente e, mesmo com tanto desempenho, o carro - que pesa somente 1.575 kg - faz, em média, 11 km por litro de combustível a cada 100 km e emite 212 g de CO2 por km. Essa eficiência deve-se, em parte, ao funcionamento da bomba de óleo sob demanda e ao sistema regenerativo que recupera energia quando o carro desacelera (KERS).


Audi A3 Sportback
A versão mais esportiva do Audi A3 Sportback vem ainda equipada com transmissão S-tronic de sete velocidades e dupla embreagem, tração permanente quattro, rodas de 19 polegadas e parachoques de fibra de carbono com plástico reforçado (carbon-fiber reinforced plastic - CFRP), itens que ressaltam as características esportivas do modelo quatro portas alemão.


O compacto Premium Audi A1 vem equipado com motor 1.4 TFSI de 122 cavalos de potência máxima, com sistema de injeção direta de combustível e turbocharger com intercooler. A aceleração de 0 a 100 km/hora é feita em 8,9 segundos e a máxima é de 203 km/hora. O torque de 200 Nm, disponível continuamente entre 1.500 e 4.000 rpm, proporciona respostas mais eficientes e rápidas nas retomadas de aceleração.

Muito econômico, como apontou o teste Folha-Mauá, o carro apresenta consumo médio combinado de 18,8 km/litro de combustível, segundo dados da montadora (15,4 km/litro na cidade e 21,7 km/litro na estrada). Além disso, o motor do Audi A1 usa tecnologia inteligente que recupera a energia durante a frenagem, que é armazenada temporariamente na bateria.


Quando o carro acelera novamente, a energia retorna ao sistema elétrico, aliviando a carga do gerador. A transmissão de sete velocidades S-Tronic, com tecnologia esportiva e sistema de dupla embreagem - que combina o conforto de uma transmissão automática a eficiência de uma manual- é outro diferencial do compacto. Por conta da dupla embreagem, as trocas de marchas são feitas em centésimos de segundo, sem qualquer interrupção perceptível de potência, justamente porque as marchas ficam pré-engatadas para a troca. O modelo vem ainda equipado com sistema eletrônico de estabilização ESP, que também inclui um bloqueio eletrônico do diferencial.