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Tuesday, February 7, 2012

Anfavea mantém previsão de aumento das vendas de veículos entre 4% e 5% neste ano


Fonte: Agencia Brasil
Via Abrac online


A previsão de aumento entre 4% e 5% nas vendas de veículos ao mercado interno do setor atacadista, para 2012, foi mantida pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Embora a comercialização tenha apresentado queda de 23% em janeiro, na comparação com dezembro de 2011, o volume é o maior já registrado para um mês de janeiro, com um total de 268,3 mil veículos licenciados no período.
Na avaliação do presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, o bom desempenho verificado em janeiro, diante do mesmo mês em outros anos, reflete a flexibilização da política econômica para reaquecer o mercado interno com a redução da taxa de juros. Ele sinalizou que as montadoras continuam apostando na capacidade de compra dos consumidores brasileiros apesar de a produção ter apresentado queda de 19,2% sobre dezembro e de 11,4%, na comparação com janeiro do ano passado.
Essa redução, segundo o executivo, deve-se a um ajuste de estoques e à concessão de férias coletivas nesse período. No entanto, conforme a previsão da Anfavea, em 2012, o ritmo de crescimento das atividades nas fábricas instaladas no país ficará abaixo da demanda doméstica, que apresenta alta entre 2% e 3%.
O número de postos de trabalho gerados no primeiro mês do ano teve ligeira elevação de 0,3% sobre dezembro de 2011 e de 5,4% em relação a janeiro de 2011. Em dezembro do ano passado, o setor empregava 144.634 pessoas e em janeiro do mesmo ano, 137.660. Agora, o setor tem 145.134 trabalhadores.
A participação dos veículos importados na produção continua expressiva com taxa de 25,3% em janeiro ante 27%, em dezembro, e de 23,5% , em igual período de 2011.
Perguntado sobre a expectativa do setor em torno do acordo automotivo entre o Brasil e o México, Belini defendeu mais uma vez a continuidade da parceria. Sua expectativa é que se algo for revisto será no sentido de ampliar a parceria bilateral. Quanto às restrições impostas pela Argentina, que, desde o dia 1º deste mês, cobra dos importadores uma declaração que burocratiza a operação, o presidente da Anfavea disse considerar que será uma situação passageira. Para ele, é natural que o país vizinho queira proteger-se em momento de crise.
Pelas projeções apresentadas por Belini, porém, o Brasil venderá 5% menos unidades neste ano ao exterior. Em janeiro, o volume financeiro com as exportações diminuiu 8,8%, totalizando US$ 1,16 bilhão ante US$ 1,28 bilhão, em dezembro. Em relação a janeiro do ano passado, houve um aumento de 22,9%.

Belini: saldo dos acordos automotivos é positivo para o Brasil.



Fonte: Agencia Autodata
Via: Abrac online


O presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, afirmou na segunda-feira, 6, que os acordos automotivos bilaterais são favoráveis ao Brasil. O executivo, durante a divulgação dos resultados do setor no mês de janeiro, apresentou conta simples: em 2011, a balança comercial automotiva – incluindo veículos e autopeças – apresentou déficit de US$ 700 milhões nas vendas para o México e superávit de US$ 3,1 bilhões para a Argentina.
"Assim, quando consideramos os dois principais acordos automotivos do Brasil, o resultado final em 2011 apontou superávit de US$ 2,4 bilhões."
Belini referendou o comunicado emitido na quinta-feira, 2, em que a Anfavea defendeu a continuidade do comércio bilateral. "O acordo é bom para o Brasil", defendeu na segunda-feira.
O executivo, entretanto, admitiu a possibilidade de renegociação dos termos. E afirmou que a ampliação de setores dentro do acordo – como caminhões, ônibus e máquinas agrícolas, já que hoje o comércio sem impostos de importação engloba apenas automóveis e comerciais leves – seria benéfica, além de "representar a manutenção do acordo automotivo com o México".
Para Belini, o fim do acordo automotivo bilateral com os mexicanos representaria "o pior caminho possível".
O presidente da Anfavea comentou ainda as novas imposições da Argentina para importações – o parceiro de Mercosul passou a exigir novas documentações e autorizações, que atrasam a entrada de veículos e componentes. Segundo o executivo as recentes exigências afetaram a produção de algumas empresas no País. Belini afirmou, entretanto, que em seu entender o ajuste "é uma questão de dias".
   


GM espera aumentar margem de lucro em 10%


Fonte: Quatro Rodas
Via: Abrac Online




A General Motors pretende aumentar sua margem de lucro em 10% nos próximos anos, um incremento expressivo diante dos 6% da margem atual. A revelação foi feita pelo diretor financeiro da empresa, Daniel Ammann, em entrevista ao diário The Wall Street Journal.Caso a GM consiga atingir seu objetivo, estima-se que os lucros podem chegar aos 15 bilhões de dólares, levando em consideração os rendimentos da empresa no ano passado. De acordo com o jornal, a GM teve rendimentos de 150 bilhões de dólares em 2011.
Ainda falando do ano passado, a agência de notícias Reuters apontou que a empresa deve fechar 2011 com uma receita líquida de aproximadamente 8 bilhões de dólares. O resultado teve influência dos mercados da China e da América do Norte, onde os lucros da empresa subiram expressivamente. A GM deve divulgar os números no dia 16 de fevereiro.

Thursday, February 2, 2012

Brasil usa acordo automotivo para pressionar México


Fonte: AGENCIA AUTODATA
Via: Abrac Online




O governo brasileiro decidiu usar o acordo bilateral automotivo para negociar com o México um possível avanço das relações comerciais dos dois países, especialmente em outros segmentos como o do agronegócio. A análise é de fonte a par das negociações ouvida pela Agência AutoData na quarta-feira, 1o.
A informação de que o comércio automotivo Brasil-México – hoje livre de impostos de importação nos dois lados da fronteira – estaria ameaçado foi publicada na coluna Direto da Fonte, da jornalista Sônia Racy, do jornal O Estado de S. Paulo. Nota veiculada na noite da terça-feira, 31, afirma que o Brasil estaria prestes a romper, unilateralmente, o acordo automotivo com o México.
A fonte consultada pela Agência AutoData confirma que o Brasil usou o acordo automotivo como argumento junto ao governo mexicano para alavancar negócios em outros setores, pois em seu entender apenas este segmento está envolvido no comércio bilateral e, hoje, é vantajoso apenas para o México. Mas a fonte acredita que a situação dificilmente chegará ao ponto extremo de fim do acordo automotivo – e também crê que esta informação foi divulgada apenas como tática para pressionar o parceiro.
Para romper seu acordo automotivo com o México o Brasil possivelmente precisaria do apoio dos sócios do Mercosul, o que traria outras implicações. Isso porque hoje o acordo automotivo do México é muito mais com o bloco comercial do que apenas com o País isoladamente – e foi renegociado em conjunto em setembro do ano passado em reunião na sede da Aladi, a Associação Latino-americana de Integração, sediada em Montevidéu, Uruguai, onde se chegou a comum acordo com todos os sócios.
Segundo a publicação mexicana Milênio, as queixas brasileiras foram apresentadas aos representantes mexicanos no último Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça, encerrado na última sexta-feira, 27 de janeiro. O Itamaraty confirmou reunião do ministro brasileiro das Relações Exteriores com autoridades mexicanas na ocasião.
As queixas brasileiras, segundo o Milênio, teriam sido encaminhadas pela embaixadora mexicana no País diretamente ao presidente mexicano. A resposta do México à ameaça brasileira de cancelamento do acordo automotivo teria sido, de acordo com a publicação, uma possível "divulgação de subsídios ilegais praticados pelo Brasil" no próprio Fórum.
Os ânimos, entretanto, teriam arrefecido por intermédio de chanceler mexicano. Os países teriam acordado retomar negociações em março e estabelecer rapidamente agenda para realização da 3º Comissão Binacional México-Brasil, criada em 2007, em data a ser definida. O último encontro aconteceu em 2009.
A fonte ouvida pela Agência AutoData afirmou que 2008 foi o último ano em que a balança comercial automotiva bilateral foi favorável ao Brasil. Nos últimos três anos o déficit para o lado brasileiro cresceu, devido especialmente à desvalorização do peso mexicano ante o dólar, que inviabiliza exportações de veículos brasileiros para aquele país.
De acordo com o Banco Central brasileiro a taxa de conversão em 31 de janeiro apontava US$ 1 equivalente a 13 pesos mexicanos. E R$ 1 valia 7,5 pesos na mesma data, enquanto no Brasil US$ 1 equivalia a R$ 1,74.
Levantamento da Anfavea indica que o México foi o terceiro maior destino das exportações de veículos brasileiros em 2010, com 74 mil unidades ou 9,6% do total embarcado. Os dados de 2011 não estão disponíveis.
Ampla gama de veículos hoje disponível no mercado interno brasileiro provém do México, isenta de impostos de importação. Os mais recentes são os Nissan March e Versa, que complementam gama da fabricante também composta por Tiida e Sentra. A GM traz o Captiva, a Fiat 500 e Freemont, a Ford New Fiesta e Fusion, a VW o Jetta e a Honda o CR-V.
   

Monday, January 30, 2012

Fiat apresenta nova Strada à Europa




Fonte: G1.com
Via: Abrac ONLINE

Picape é fabricada na planta brasileira de Betim 





A Fiat lançou na Europa a versão atualizada da picape Strada três anos após apresentar o modelo no Brasil. A versão europeia é equipada com o motor diesel 1.3 Multijet 16V que desenvolve 95 cv e que atende as normas Euro 5. Oferecida em três versões, Working, Trekking e Adventure, com cabine simples, estendida ou dupla, a nova picape parte de € 12,9 mil para a versão de entrada até € 16 mil a topo de linha. A nova Strada lançada na Europa é produzida na planta brasileira de Betim, MG.

O destaque é a versão Strada Working cabine dupla, novidade para o mercado europeu, que permite o transporte de quatro pessoas mantendo a capacidade de carga entre 630 kg e 705 kg e reboque de até uma tonelada.

Como itens de série, a picape tem computador de bordo, freios ABS e regulagem manual interna dos espelhos retrovisores desde a versão mais básica. Na intermediária, o modelo ganha regulagem de altura para o volante e na versão topo de linha foram adicionados ar-condicionado, faróis de neblina e rodas de liga leve de 15 polegadas. 


Chevrolet Cruze hatch é avistado e adianta novidades do ano


Fonte: UOL Carros
Via Abrac ONLINE


A UOL Carros recebeu novas imagens que adiantam algumas das principais novidades do ano. Duas delas se destacam: a configuração hatch do Chevrolet Cruze, visto pela primeira vez com pouca maquiagem, e o SUV TrailBlazer, conceito que deve substituir a atual Blazer em breve e que ainda não havia aparecido "ao vivo" no país, embora seja projetado pela equipe local da GM, como já explicamos.

A Chevrolet divulga desde meados de 2011, quase como um mantra, que o calendário de lançamentos para este ano contaria com sete novidades. Por ora, apenas a chegada da nova geração da S10 foi confirmada -- a nova picape média será apresentada oficialmente no próximo dia 14 de fevereiro. E o resto? Para isso, a GM parece ter encontrado a "fórmula mágica": a todo instante aparecem carros com diferentes graus de camuflagem, mas circulando sem qualquer esquema de segurança em grandes vias de grandes cidades.
Primeiro, vimos uma enxurrada de unidades do Cruze sedã, depois do Cobalt. A futura minivan também foi flagrada por todos os ângulos, assim como o americano Sonic, que chegará como hatch e sedã compactos para brigar no segmento premium. Nas últimas semanas, só se falou na S10, quase onipresente em ruas e estacionamentos. A configuração hatch do Cruze também havia dado o ar da graça, mas nunca tão descaradamente.
Nesta sexta-feira (27), diferentes unidades do Cruze hatch foram avistadas por mais de um leitor de UOL Carros -- surgiu primeiro à frente do leitor Kenneth Ribeiro, em Campinas (SP), mas o flagra mais vistoso, por assim dizer, acabou sendo feito por Alexandre Sinato, repórter de UOL Esporte, que acompanhou o movimento do carro por alguns metros no cruzamento de uma importante avenida na Zona Sul da capital.
Sem medo das lentes, o Cruze dois-volumes trazia fitas adesivas encobrindo apenas a gravatinha dourada, símbolo da Chevrolet, e os emblemas de nome. Ainda assim, é possível notar que a marca deve manter a estratégia adotada com o sedã e ostentar o nome Cruze no lado direito da tampa do porta-malas, posicionando a denominação do motor (Ecotec6) do lado esquerdo.
Na Europa, há um emblema dedicado ao nome da marca, mas a filial brasileira pode preferir dar destaque ao mais avançado conjunto motriz disponível por estas bandas, como faz no sedã. A unidade flagrada contava ainda com equipamentos -- rodas grandes de liga, frisos cromados e sensores de ré -- típicos da versão mais equipada.
   

Friday, January 27, 2012

Abertura dos EUA estimula produzir álcool no exterior


Fonte: Folha de São Paulo
Via: ABRAC ONLINE


A África deve ser o destino mais procurado

A abertura dos EUA para o álcool importado estimula investimentos na produção de etanol de cana no exterior. A avaliação é de Luiz Osório, vice-presidente de Relações Externas da Raízen (associação entre Cosan e Shell).
A África deve ser o destino mais procurado. "Lá existe um corredor ´duty-free´ (livre de impostos) para exportar para a Europa", afirmou.
O aumento do custo de produção no Brasil também incentiva projetos fora do país. "Está ficando caro produzir no Brasil, por conta do preço da terra", disse à Folha.
Alguns grupos brasileiros ensaiam a internacionalização. É o caso da Guarani, que no fim de 2011 anunciou acordo com a Petrobras e com a estatal Petróleos de Moçambique (Petromoc) para produzir etanol naquele país.
A ETH também avalia operar na África e na América Latina e deve encampar uma usina da Odebrecht, sua controladora, em Angola.
De acordo com Osório, oferta abundante e de diferentes origens é um dos requisitos básicos para a transformação do etanol em commodity.
"O consumidor internacional quer ter a confiança de que, se amanhã houver um problema de safra no Brasil, haverá outros mercados para suprir a demanda."
Produção em larga escala é outra característica de uma commodity, afirmou o executivo. Como hoje o Brasil não consegue produzir nem para o consumo local, a entrada de novos países no mercado ajudaria nesse ponto.
O último requisito seria demanda firme. Para Osório, a preocupação dos países desenvolvidos em diminuir a dependência do petróleo elevará o consumo de biocombustíveis constantemente.
A Raízen quer transformar o etanol em commodity global. Mas, segundo Osório, ainda não há projeto concreto de produção no exterior, embora a empresa esteja "atenta às oportunidades".

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NOTA DO BLOG:
Se o Governo Brasileiro não encarar de frente tal situação corremos o risco de ter uma frota de veículos leves quase que totalmente Flex mas utilizando apenas Gasolina já que não ficará no país Etanol suficiente nem para as necessidades de consumo dos estados produtores.

Ford está perto de registrar recorde nos lucros e cria novo slogan

UOL CARROD
VIA: ABRAC ONLINE



"Go Further" será utilizado pela marca em 2012
A Ford pode registrar no fim do ano-fiscal 2011 o maior lucro da história desde 1998, mesmo com a fragilidade dos mercados europeu e asiático no último trimestre do ano passado.

De acordo com a agência Bloomberg, a montadora norte-americana deve apresentar um lucro líquido de mais de US$ 20 bilhões e, para Robert Willens, um especialista em impostos de corporações, o valor deve superar os US$ 22,1 bi, conquistados em 98.

"A Ford tem um alto nível de confiança em sua capacidade de gerar grandes quantidades de renda no futuro", afirmou.

Este será o terceiro ano consecutivo que o CEO da Ford, Allan Mulally, apresenta lucro anual, já que de 2006 a 2008, a marca perdeu US$ 30,1 bilhões graças ao colapso da economia norte-americana.

Agora, seis anos depois da crise, a Ford resolveu criar um novo slogan para a sua campanha de marketing. Para ressaltar a plena confiança na total recuperação, o slogan "Go Further", que significa "Ir mais longe", será usado no lugar de "Drive One", na América do Norte, e "Feel the Difference", na Europa.

"Agora estamos em um momento diferente na história da nossa empresa", afirmou Jim Farley, chefe global de vendas e marketing da Ford, que também salientou que o slogan servirá tanto para novos produtos globais da marca quanto para motivar seus funcionários.

Thursday, January 26, 2012

Real está entre as moedas mais caras de emergentes, calcula ING


Fonte: Agência Estado
Via: Abrac Online


Já o peso mexicano é a mais barata entre os países emergentes, segundo levantamento do banco
O peso mexicano é a moeda mais barata entre os países emergentes atualmente, enquanto o real, apesar da desvalorização de 11% frente ao dólar em 2011, está entre as mais caras, juntamente com a lira turca e o peso argentino. O cálculo foi feito pelos estrategistas de câmbio do banco ING e tomou como base a paridade do poder de compra (PPP, na sigla em inglês) para uma cesta de 25 produtos e serviços que correspondem a um valor de 100 euros.
O PPP é um índice que ficou mais conhecido desde 1986 quando a revista inglesa The Economist passou a fazer comparações entre as moedas mundiais tomando como base o preço em dólar americano de um sanduíche Big Mac. A diferença do estudo do banco ING é que a moeda de referência é o euro e, em vez de sanduíche, utiliza uma cesta de produtos e serviços. "Ao tomar o euro como a moeda-base da cesta de produtos, quase todas as moedas atreladas à órbita do dólar, como o real, podem parecer mais caras, uma vez que com a crise na Europa, o euro sofreu uma desvalorização ao longo do ano passado", disse à Agência Estado Chris Turner, o estrategista-chefe de câmbio do banco ING em Londres e autor do estudo.
O conceito de paridade do poder de compra foi elaborado pelo economista sueco Karl Gustav Cassel em 1918 e calcula a quantia que pessoas em diferentes países gastam para comprar uma mesma cesta de produtos e serviços, refletindo, portanto, uma taxa de câmbio que leva em conta fatores como, por exemplo, o nível de renda e a inflação. "Ao calcular quantas cestas de produtos e serviços uma quantia de 100 euros poderia comprar, chegamos a uma medida de quais moedas mundiais estão caras ou baratas, especialmente num horizonte de longo prazo", afirmou Turner. Segundo ele, o cálculo foi feito no final de 2011.
Com 100 euros, qualquer pessoa poderia comprar 1,3 cesta dos 25 produtos e serviços no México, enquanto os brasileiros e os turcos comprariam o equivalente a um pouco mais de 0,7 cesta. Além do peso mexicano, as moedas dos países do Leste Europeu foram as que ficaram mais baratas em 2011. Os poloneses, por exemplo, compravam um pouco menos de 1,1 cesta em março de 2011. No final do ano, seria possível comprar 1,2 cestas com os mesmos 100 euros. A depreciação cambial no México e nos países do Leste Europeu foi o principal motivo para deixar as cestas de produtos mais baratas. Por outro lado, as moedas da Índia, de Hong Kong e da Ucrânia foram as que ficaram mais caras no ano passado. "Uma elevada inflação explica por que as moedas da Índia, Hong Kong e Ucrânia ficaram mais caras", disse Turner.
Em relação ao real, Turner acredita que há um grande potencial para maior desvalorização frente ao dólar devido à perspectiva de cortes adicionais da taxa básica de juros. No final de 2011, os estrategistas do ING projetavam que seriam necessários até R$ 2 para comprar US$ 1 no primeiro semestre deste ano, em razão do agravamento da crise da zona do euro e também dos cortes adicionais da taxa Selic. "Hoje, essa estimativa parece menos provável do que no final do ano passado", comentou Turner. O dólar comercial fechou essa terça-feira, 24, cotado em R$ 1,77.
No dia 18 de janeiro, o Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,50 ponto porcentual para 10,5%. Os analistas do ING projetam um total de cortes em todo o ano de 2012 de 2 pontos porcentuais, ou seja, haveria, nas estimativas deles, uma redução adicional de 1,5 ponto porcentual para acontecer, com a Selic caindo para 9%
   

Opala supera Gol GTi em votação no Facebook




Fonte: Quatro Rodas Via: Abarc online.
O Chevrolet Opala SS se sagrou vencedor da segunda disputa dos esportivos nacionais, promovida na página de QUATRO RODAS no Facebook. O cupê da marca norte-americana teve 51,36% do total dos votos, superando por pouco outro clássico da indústria brasileira, o VW Gol GTi, escolhido por 48,64% dos votantes.
   

Sonic é flagrado de novo, agora na versão sedã

 Fonte: AutoEsporte Via: Abrac online

Compacto Chevrolet chega para pegar o New Fiesta
O compacto  Sonic já foi flagrado várias vezes nos últimos meses circulando por ruas do Brasil e da Argentina. Mas pela primeira vez recebemos imagens da versão sedã, rodando levemente disfarçada pela cidade de Penedo, no Sul Fluminense – os registros foram feitos pelo leitor Victor Hugo. As imagens não deixam dúvidas: trata-se do hatch e do sedã do compacto, cuja estreia por aqui está confirmada para maio (nas duas versões).

No Brasil, o Sonic vai brigar diretamente com o arquirrival  New Fiesta, que nos últimos dias teve seus preços reduzidos em R$ 3.500. Só que, nos primeiros meses, o Sonic virá da Coreia do Sul, enquanto o New Fiesta (hatch e sedã) vem do México isento da taxa de importação. Para os meses seguintes, porém, o plano da General Motors é começar a produzir o modelo no México também.
   

Venda de carro importado desaba 47%


 Fonte: O Estado de S. Paulo
Janeiro tradicionalmente é mês fraco para a venda de carros novos se comparado a dezembro, quase sempre muito bom. Nos primeiros 20 dias do ano, a queda dos negócios foi de 29%. Para automóveis importados, o tombo foi muito maior. Impactados pela alta de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), as vendas despencaram 47%, segundo dados preliminares das empresas.
Até sexta-feira, foram vendidos 174,7 mil automóveis e comerciais leves, sendo 165,8 mil pelas montadoras - 28% menos que em igual intervalo de dezembro - e 8,8 mil pelos importadores sem fábrica, que em dezembro venderam 16,7 mil unidades.
Em relação ao mesmo período de janeiro de 2011, as vendas do mercado total aumentaram 9%. Isolando-se os negócios dos importadores e das marcas que não atuavam no País na ocasião, o desempenho foi negativo em 5%. A alta do IPI, em vigor desde 16 de dezembro, afeta modelos feitos fora do Mercosul e do México, e que também recolhem 35% de Imposto de Importação.
Em 2011, a venda de importados por empresas independentes somou 199,3 mil veículos, alta de 87,4 % em relação a 2010. Eles responderam por 5,8% das vendas de automóveis e comerciais leves, que atingiram recorde de 3,42 milhões de unidades. Juntando modelos que as montadoras trouxeram da Argentina e do México, a participação dos importados foi de 23,6%, outro recorde.
O movimento de queda acentuada neste início de ano ocorre mesmo com a decisão de várias marcas de não repassar de imediato a alta do IPI, casos da BMW, Mercedes-Benz, Land Rover, JAC Motors e Chery. A coreana Kia, maior importadora independente do País, repassou por enquanto 6% de aumento (parte pelo IPI e parte pela variação cambial). Suas vendas caíram 50% neste mês em relação a dezembro e 40% ante um ano atrás.
Segundo importadores, o consumidor está sem referência de preços e a expectativa é de que só a partir de março o cenário estará mais claro. "O mercado de fato se retraiu neste começo de ano, em parte pela antecipação de compras ocorrida nos dois últimos meses do ano passado", opina Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Sportcar, importadora da Porsche.
Modelos da marca de esportivos de luxo tiveram reajustes de cerca de 20%, em duas etapas, também com repasses do IPI e do efeito cambial. "Se fôssemos repassar todo o IPI, o reajuste ficaria próximo aos 40%", ressalta Marcel. Para o modelo mais em conta da marca, o Boxster 2.7, o reajuste foi de R$ 70 mil (R$ 330 mil). Para o mais caro, o Panamera Turbo S, de R$ 200 mil (R$ 1,149 milhão).
De acordo com Visconde, a Stuttgart não vai rever sua estratégia de importação, mas adotará medidas como redução de margem e investimentos e vai negociar descontos extras com a fabricante alemã. No ano passado, as vendas da marca somaram 1.134 unidades, ante 911 em 2010.
A JAC Motors informa ter estoques até março de produtos que chegaram da China antes da alta do IPI e não vai alterar a tabela de preços até lá. Neste mês, a marca vende o J3 e o J3 Turim com desconto de R$ 1 mil - a versão mais barata custa R$ 36.900.
Montadoras. As montadoras também começam a reajustar preços dos modelos top de linha importados de fora da região. O Ford Edge, que vem do Canadá, está 5% mais caro. A Volkswagen aumentou os preços dos modelos alemães Passat, Variant, Tiguan e Touareg em 14%, em média, índice que inclui atualização cambial e renovação de linha. A GM repassou aumento de 11% para o Malibu (importado dos EUA) e de 25% para o Omega (Áustria). O Camaro, feito no Canadá, por enquanto foi poupado.
A Citroën iniciará neste semestre a importação, da Europa, do compacto premium DS3. O modelo vai disputar mercado principalmente com o Mini Cooper e o Audi A1, que custam entre R$ 80 mil e R$ 90 mil nas versões mais baratas. Segundo o diretor-geral da empresa no Brasil, Francesco Abbruzzesi, apesar do IPI, o DS3 terá preço competitivo. Ele ressalta, contudo, que a medida "afeta a capacidade de gerar volume maior nesses modelos".
O executivo afirma que a chegada de outros modelos da linha, como o DS4 e o DS5, pode demorar. "Vamos analisar a viabilidade de trazer toda a gama". Segundo ele, 90% dos veículos da marca vendidos localmente são produzidos no Brasil e na Argentina.

Monday, January 23, 2012

Amarok automática vai ser lançada em abril






Fonte: Vrum - Estado de Minas

Enquanto a General Motors e a Ford preparam suas novas gerações de picapes, a Volkswagen quer mudar sua sorte no segmento das picapes de luxo. Para tal, marcou para abril o aguardado lançamento da Amarok com transmissão automática. Desde 2009 a picape está à venda no mercado, porém só com transmissão manual de seis marchas. Para compensar a demora, a caixa será uma automática de última geração, de oito marchas da alemã ZF. Segundo o nosso caçador de segredos, Marlos Ney Vidal, a picape ainda contará com motor 2.0 biturbo diesel mais potente, com 180cv e 42,8 kgfm de torque, contra 163cv e 40,8kgfm da caminhonete com câmbio manual.

Car and Drieve flagra: Cruze hatch quase sem disfarces!






Se o Cruze vem se dando bem em seu segmento, falta à marca voltar a ter um representante de peso entre os hatbacks médios. A aposta dela para isso também é da linha Cruze, como mostram as fotos feitas por Diogo Dias. A primeira apresentação de produto da GM em 2012 será a S10, cujo desenvolvimento já terminou.
Assim como o sedã, o Cruze hatch terá motor 1.8 de 144 cv e opção de câmbio manual ou automático de seis marchas. O manual também deve usar seis marchas. 
N.R.: Com informações do site Car and Drive

Graças ao Cobalt, Chevrolet lidera em janeiro



Fonte: Interpress Motors
Via ABRAC ONLINE
O Chevrolet Cobalt, lançado em novembro, foi um dos destaques no ranking de vendas da primeira quinzena do ano. O novo sedã da emplacou 2.762 unidades e ficou na nona colocação entre os automóveis de passeio. Com isso, a General Motors terminou a primeira quinzena de janeiro na primeira colocação entre as fabricantes, com 25.231 unidades e 21,14% de participação.

O resultado alcançado pelo Cobalt representa 11% de tudo o que a montadora vendeu no período. E o novo sedã não chegou a prejudicar o mercado de outros sedãs da Chevrolet. As vendas do Classic, que englobam também o Corsa Sedan que o Cobalt sucede, atingiram 5.660 unidades nos primeiros quinze dias de novembro e 4.514 em janeiro. Ou seja, foram vendidos 7.276 sedãs compactos da marca neste mês, contra 5.660 no mesmo período de novembro.

Uma das razões para este crescimento do Cobalt foi a regularização de sua oferta. Ainda com pouco estoque nos concessionários, o sedã vendeu somente 869 unidades na primeira quinzena de dezembro. Agora o modelo já é o terceiro sedã mais vendido do Brasil, atrás somente de seu irmão Classic e do rival VW Voyage.

Wednesday, January 18, 2012

GM lidera vendas na primeira quinzena


Fiorella Fatio


Fiorella Fatio
Via: Abrac ONLINE
Ainda que em uma análise apenas quinzenal, o ano começou com boas notícias no que se refere às vendas de veículos. O mercado registrou na primeira metade de janeiro elevação de 4% nos índices de comercialização ante mesmo período de 2011, com 126 mil unidades, graças aos números obtidos nos segmentos de automóveis e comerciais leves. De forma surpreendente a líder Fiat caiu para a terceira posição na quinzena, liderada pela GM, ainda que em empate técnico com a Volkswagen.
General Motors e Volkswagen empataram tecnicamente na liderança do mercado na quinzena, com 21,1% de participação cada – foram apenas 51 unidades a favor da GM. A Fiat, líder de 2011, ficou na terceira posição ao responder por 20,4% das vendas.

Chevrolet mais vendido nos primeiros 15 dias do ano foi o Celta, com 6.398 unidades emplacadas. O compacto foi o terceiro carro mais vendido do país nesta quinzena; a frente estão VW Gol (9.429) e Fiat Uno (8.432). Na lista dos 10 mais vendidos a GM ainda aparece com o Chevrolet Corsa Sedã, na 6º posição (4.514), e com o recém-lançado Chevrolet Cobalt na 9º (2.762).
Porém, a venda de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus na primeira quinzena de janeiro somou 126.348 unidades, queda de 24,31% na comparação com o mesmo período de dezembro de 2011, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação a igual período de janeiro do ano passado, a alta foi de 4%
Na média foram emplacadas 11,5 mil unidades por dia, resultado bem inferior ao registrado na primeira quinzena de dezembro, quando, em média, os licenciamentos alcançaram 15,2 mil veículos por dia. Porém historicamente as vendas em janeiro desaceleram na comparação com o mês anterior, devido ao período de férias dos consumidores.
Os segmentos de veículos pesados registraram retração neste começo de 2012 na comparação com idêntico período do ano passado: as vendas de caminhões cederam 5,2%, para 5,9 mil unidades, e as de ônibus caíram 16,7%, para 1,1 mil. O mercado de leves teve comportamento oposto, com alta de 4,7% nas vendas, para 119,3 mil unidades.
N.R.: com informações da Autodata, Agência Estado e Motor Dream

Tuesday, January 17, 2012

Fãs de 42 países homenageiam a Saab com encontro na Holanda




Fonte: Car and Driver
Via: Abrac ONLINE
Membros de um fã-clubes da Saab de 42 países organizaram neste domingo (15) o "Dia Saab" na base aérea de Valkenburg, perto da cidade de Hague, na Holanda. O evento contou com a presença de modelos produzidos pela montadora durante seus 64 anos de existência. A ideia do encontro foi homenagear a marca Saab e os empregados que enfrentam o processo de falência da marca sueca, que estava sob a administração da sueca holandesa Swan (Swedish Automobile).
Saab teve a falência declarada pela Justiça no mês passado, o que deu fim à batalha de nove meses da holandesa Swedish Automobile para encontrar comprador
A marca lutava pela sobrevivência desde que a Swan assumiu a marca deficitária da GM em 2010, quando ainda chamava-se Spyker Cars. A produção da empresa foi parada desde abril de 2011 e a montadora entrou em proteção contra falência em setembro, depois de os sindicatos que representam os trabalhadores iniciarem procedimentos para colocar a empresa em falência, pela falta de pagamento de salários.
64 anos de história
A marca existe há 64 anos e foi criada pela Saab AB, uma empresa aeroespacial e de defesa da Suécia fundada em 1937 — que, inclusive, disputa a concorrência para a produção de caças para o Brasil. De 1947 a 1990, a fabricante de aviões foi a "empresa-mãe" da fabricante de automóveis Saab Automobile. Entre 1969 e 1995, a companhia passou por uma fusão com a fabricante de veículos comerciais Scania, que ficou conhecida como Saab-Scania e incluía veículos militares. Em 1990, a Saab Automobile se tornou totalmente independente da fabricante de aviões Saab AB e, em 2000, a GM assumiu o controle da empresa.
Na América do Sul, apenas o Chile tem representação da marca. No entanto, seus carros são vendidos para mais de 50 países.
Candidatos a compradores
Embora muitos analistas desconsiderem que as operações da montadora sueca não poderão mais ser retomadas, os advogados incumbidos de liquidar a montadora afirmam que ainda há candidatos a compradores e que existe a chance da fabricação de carros continuar de alguma maneira.
No entanto, a empresa em processo de falência ficou sem acesso à tecnologia necessária para a fabricação de seus atuais modelos. A General Motors, antiga proprietária, já chegou a autorizar o uso dessa tecnologia anteriormente, mas é improvável que o faça de novo. O estado de falência nem inclui a marca Saab.
"Tenho 99% de certeza de que não continuará como Saab", disse o diretor da Associação Europeia de Fornecedores Automotivos, Lars Holmqvist, em janeiro, logo após o anúncio oficial da falência. "A Saab não será como a plataforma PhoeniX. Não voltará a voar", acrescentou.
A plataforma PhoeniX, que utiliza pouca tecnologia da GM, seria a base para a nova geração dos carros da Saab, mas está na fase inicial de desenvolvimento e pode demorar um ou dois anos para ficar pronta. Qualquer comprador deverá investir centenas de milhões de dólares se quiser apoiar o projeto.
Uma última tentativa de socorro à empresa, da chinesa Zheijiang Youngman Lotus Automobile e de um banco chinês, foi rejeitada pela GM, porque feria a posição competitiva da própria General Motors na China e em outros mercados-chave. Isso porque a Saab ainda carrega tecnologia e contratos de produção da empresa norte-americana.
"A GM não quer outro concorrente no mercado", disse o presidente da AutoTrends Consulting, de Nova Jersey, Joe Phillippi, no início deste mês, citando o estado de excesso de capacidade produtiva mundial. "Para mim, isso soa como liquidação. Quem compraria uma fábrica de carros relativamente pequena na Europa neste exato momento? Eu não sei de ninguém", acrescentou.
Para complicar a situação, qualquer comprador precisaria da permissão da companhia de defesa e segurança Saab AB e da fabricante de caminhões Scania para usar o nome Saab, já que o direito sobre a marca pertence a elas.
No fim das contas, qualquer investidor teria que se acertar com a GM. "Ela dá as cartas agora", concluiu Phillippi.
Analistas afirmam que a Saab não progrediu o suficiente para se destacar em um mercado duro, onde as montadoras estão investindo bilhões de dólares para desenvolver a próxima geração de modelos. "A Saab, do ponto de vista de tecnologia, é uma Opel", disse Holmqvist. "É padrão, tem uma tecnologia muito comum
   

Venda de seminovos e usados cresceu 5% em 2011




Fonte: Agencia Autodata

Via Abrac ONLINE
O mercado de veículos seminovos e usados cresceu 5% no ano passado, para 9 milhões 249 mil 205 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, de acordo com dados divulgados pela Fenabrave. Foram negociados 2,7 unidades usadas para cada modelo 0 KM emplacado no País em 2011, proporção dois pontos porcentuais acima da registrada um ano antes.
O crescimento porcentual também foi maior do que o registrado pelos novos, que evoluíram 3,5% no ano passado.


Todos os segmentos de seminovos e usados apresentaram crescimento. Foram vendidos 8,9 milhões de automóveis e comerciais leves, volume 5% superior a 2010, 337,6 mil caminhões, crescimento de 3,6%, e 48,7 mil ônibus, alta de 3,1%.
Em dezembro a venda de usados, assim como a de zero quilômetro, esfriou: comparado com o mesmo mês de 2010 houve leve queda de 1,2%, para 939,1 mil. Com relação a novembro o comportamento foi oposto, com crescimento de 17% nas vendas.
O Volkswagen Gol foi o modelo usado mais vendido no último mês do ano, com 111,5 mil unidades. Dois automóveis da Fiat completam o pódio: Palio, com 62,1 mil unidades, e o Uno, com 61,1 mil unidades.
Motocicletas - A proporção de motocicletas seminovas e usadas vendidas para cada modelo zero quilômetro é bem inferior à registrada no mercado de veículos leves. Em 2011 foram vendidas 2 milhões 301 mil 88 motos seminovas e usadas ante 2 milhões 134 mil 847 0 KM – ou seja: a proporção de usadas para cada nova foi de 1,2.
   

Thursday, January 12, 2012

CEO da GM diz que já vê resultado na renovação da linha no Brasil


Fonte: G1.com   
via ABRAC ONLINE

Em entrevista a jornalistas brasileiros, o CEO da marca, Dan Akerson, reconheceu que a linha da General Motors necessitava ser atualizada no país e festejou os primeiros resultados desses processo.

"Há 18 ou 19 meses, nosso portfólio estava envelhecido e precisava ser renovado. Começamos um investimento duplo, onde aplicamos em novos produtos e capacidade de produção. Os resultados de venda e opinião pública de Cobalt e Cruze mostram que estavamos corretos."
Até dezembro, a montadora deverá concluir boa parte da atualização de seus produtos no Brasil que, após o lançamento dos sedãs Cruze e Cobalt, contará com a nova S10, o Cruze hatch, o hatch Sonic, o Cobalt automático, entre outras novidades. A marca terá 7 lançamentos até dezembro.

Investimentos continuam
Um novo ciclo de investimentos será anunciado ainda neste ano, segundo Jaime Ardila, ex-presidente da filial brasileira da montadora norte-americana, que atualmente comanda a GM América do Sul, e que acompanhava Akerson na entrevista.
Terceiro maior mercado da General Motors no mundo, o Brasil continuará recebendo investimentos, reforçou Akerson. O país só fica atrás de China e dos Estados Unidos em vendas para a montadora. "É um mercado-chave para a GM, já que metade da população mundial vive no BRIC", disse o executivo, se referindo ao bloco comercial formado pelos também emergentes Rússia, Índia e China.
Opel
Altamente deficitária em 2010, ano em que registrou prejuízo de US$ 1 bilhão, a agora recuperada Opel continuará sob a administração da GM – embora muitos boatos em 2011 afirmavam que a divisão europeia da companhia seria vendida. De acordo com Akerson, ela deverá ter, até 2014, 80% de seus produtos com, no máximo, 3 anos de vida.
No entanto, a presença da Opel no Brasil, outrora praticamente dominante nos produtos comercializados no mercado brasileiro, como Omega, Kadett, Vectra, Astra e Corsa, tenderá a diminuir: quem tem assumido seu lugar como fornecedora de projetos para o país é a sul-coreana Daewoo, mentora do Cruze, por exemplo.
Segundo Akerson, a marca asiática tem sido mais "flexível" em desenvolver plataformas globais, que fazem parte da estratégia da marca para se manter na liderança mundial de vendas.
No entanto, a Opel como marca em si retornou à América do Sul. A primeira operação aberta foi no Chile. Porém, devido ao "custo Brasil", está longe de bater às portas do país.
   

Monday, January 9, 2012

Ford mostra o Fusion 2013 antes da estreia em Detroit




Ele é equipado com a nova linha de motores menores e mais potentes. A Ford revelou neste domingo (9) o Fusion 2013, totalmente renovado. O carro será um dos principais destaques do Salão de Detroit, que começa nesta segunda (10), para a imprensa.Segundo a montadora americana, o novo Fusion é o primeiro sedã a ter versões com motor a gasolina, híbrido (combinação de motor a combustão e elétrico) e plug-in (híbrido cuja bateria pode ser carregada na tomada). As duas primeiras já eram oferecidas
O Fusion incorpora o modelo "One Ford", que será a base dos próximos lançamentos globais da marca, entre compactos e médios, e que foi visto no protótipo Evos, exibido no Salão de Frankfurt, em setembro passado.
O carro é equipado com motor EcoBoost, que segue a tendência de blocos menores, porém mais potentes. Outro destaque que a Ford dá para o Fusion é a economia de combustível: para a versão 1.6, a montadora afirma que o consumo será, em média, de 11 km/l na cidade e 15,7 km/l na estrada; no Fusion 2012 esses números ficaram em 9,7 km/l e 14,4 km/l. O carro também será oferecido com motores 2.0 e 2.5.
Na versão híbrida, o Fusion conta com nova bateria de íon-lítio no lugar da bateria de níquel metal, o que, segundo a Ford, permitiu economizar no peso e aumentar a potência. Com ela, o sedã chega a 99 km/h com motor elétrico, ante aos 75,6 km/h da versão anterior. Ele é combinado com um bloco 2.0 a gasolina que promete a mesma potência do 2.5 que equipava o Fusion híbrido até então. Juntos, permitem que o consumo do sedã diminua para 19,9 km/l na cidade e 18,7 km/l na estrada, contra 17,4 km/l e 15,3 km/l na geração anterior.
Com a nova versão plug-in, a montadora também promete consumo menor do que o de concorrentes como o Chervolet Volt e o Toyota Prius.