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Tuesday, November 22, 2011

Bruno Senna visita instalações da Renault do Brasil


O piloto Bruno Senna, da equipe Lotus Renault GP, foi a ilustre visita de hoje nas instalações da Renault do Brasil, em São José dos Pinhais (PR), no Complexo Ayrton Senna - o nome é uma homenagem ao tio, Ayrton Senna, que teve sua primeira vitória em um Grande Prêmio de F1 com a equipe Lotus Renault, em abril de 1985.O jovem piloto dedicou o dia para estar com as equipes da Renault do Brasil, em uma agenda que começou logo cedo, em visita à concessionária Globo de São José dos Pinhais, onde entregou um Sandero Stepway para o cliente Domingos Benedito da Silva.

Em seguida, Bruno Senna visitou as instalações da Renault do Brasil, passou pelas fábricas de veículos de passeio, de utilitários e de motores, e conversou com alguns colaboradores. A ocasião foi uma oportunidade para que o piloto acompanhasse, pela primeira vez, uma linha de produção. “Nunca fui a uma linha de produção antes e fiquei impressionado com o que vi. A recepção que tive foi muito calorosa e é um incentivo para a corrida de domingo”, afirma Bruno Senna. Ele ainda participou de um bate-papo com gestores da Renault sobre estratégias de competição e trabalho em equipe.

Outro importante momento foi a doação de um capacete autografado para o Instituto Renault. O objetivo é que o mesmo seja leiloado e os fundos revertidos para uma instituição de caridade. É a primeira vez que Bruno Senna pilota “em casa” pela Lotus Renault GP. O Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 acontece no próximo fim de semana, no Autódromo de Interlagos. Os treinos acontecem nos dias 25 e 26 (sexta e sábado). A corrida será no dia 27 (domingo), a partir das 14h.

Sunday, November 13, 2011

"IV Noite Renault": um desfile de veículos clássicos e de história em São Paulo



Fréderic Posez, Diretor de Marketing da Renault do Brasil, e Vitor Hara, titular da concessionária Renault Grand Brasil, de São Paulo.
 O público que compareceu ao sambódromo do Anhembi, em São Paulo foi ao delírio. Desta vez não foi por causa do som da bateria de alguma escola de samba, mas pelo desfile de clássicos que tomou conta da avenida, na quarta edição da “Noite Renault”. Representantes da velha-guarda pediram passagem, como Willys Interlagos, fabricado sob licença no Brasil pela Willys Overland nos anos 60, Gordini, Dauphine e os clássicos R4, que fez sucesso em mais de 100 países, além de R8, R10 e R 16. Juntos, eles contaram um pouco da evolução da marca ao redor do mundo.
Reginaldo leme e o livor que conta a história dos 50 anos da CBA


No quesito raridade, destaque para a Voiturette 1898, uma réplica do primeiro modelo produzido pelo francês Louis Renault, fundador da marca; e para o NN Torpedo 1924, modelo que modernizou a linha Renault disponível na Europa na época, com design aerodinâmico inspirado em barcos.Modelos mais recentes, comercializados inclusive no mercado brasileiro, como o compacto Clio e os monovolumes Twingo e Scénic também desfilaram. Assim como os lançamentos recentes da marca no mercado verde-amarelo: o sedã Fluence e o utilitário esportivo Duster.



Jornalismo Automotivo foi homenageado na “IV Noite Renault”
O Vice-Presidente da Renault do Brasil, Alain Tissier recebeu uma homenagem da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA) por seu empenho na preservação da memória da indústria nacional. “O passado glorioso da Renault foi lembrado e é motivo de orgulho para todos nós. Conhecer o ontem nos permite nortear o presente e trilhar os caminhos do futuro”, disse Alain Tissier, que se revelou emocionado depois de dirigir pela primeira vez o Gordini “Teimoso”.A quarta edição da “Noite Renault” marcou ainda a homenagem a personalidades do universo automotivo brasileiro, incluindo jornalistas especializados e ex-pilotos.Para representar a nova geração do jornalismo automotivo, que a cada dia conta com a presença cada vez maior das mulheres, a jornalista Anelisa Lopes, do site iCarros, foi convidada a subir ao palco, para comentar atual estágio do setor automotivo brasileiro e receber a homenagem das mãos de Frédéric Posez, Diretor de Marketing da Renault do Brasil.


Bird Clemente e sua lendária Berlineta
Simbolizando esse segmento jornalístico e esportivo, o ex-piloto Bird Clemente e o jornalista Luiz Carlos Secco, assessor de imprensa especializado no setor automotivo desde os tempos da equipe Willys, foram ao palco para serem homenageados por Alain Tissier, Vice-Presidente da Renault do Brasil.Ainda no momento dedicado ao jornalismo esportivo focado no automobilismo, o jornalista Rafael Munhoz, da Revista Racing (principal publicação especializada deste segmento), recebeu a homenagem em nome de Venício Zambeli, editor-chefe da Racing.



Para apresentar os principais acontecimentos da década de 90, tais como: a abertura do mercado brasileiro para novas empresas no setor automotivo e a inauguração do Complexo Ayrton Senna, instalações industriais da Renault no Brasil, o jornalista Luiz Guerrero, da revista Car and Driver, foi convidado para subir ao palco. Ele foi homenageado por Vitor Hara, titular da concessionária Renault Grand Brasil, de São Paulo.Os anos 70 e 80, marcados por intensas mudanças culturais e políticas no Brasil, foram representados pelo jornalista Douglas Mendonça, da revista MotorShow. Filipe Pereira, Gerente Regional da Renault, foi o representante da marca para entregar a homenagem ao Douglas.



Josias Silveira, da revista Oficina Mecânica, apresentou ao público presente na “IV Noite Renault” os principais fatos dos anos 60, como, por exemplo, a chegada do homem à lua e a realização da primeira edição do Salão do Automóvel do Brasil. Para entregar a homenagem ao jornalista, subiu ao palco Márcio Migues, Diretor de Qualidade da Renault do Brasil.Ainda durante o evento, o jornalista Reginaldo Leme promoveu uma noite de autógrafos de seu livro sobre os 50 anos da Confederação Brasileira de Automobilismo.

A “Noite Renault” faz parte das atividades do Auto Show Collection, realizado todas as terças-feiras, no Anhembi, ponto de encontro de colecionadores e de apreciadores de veículos tunado, atraindo milhares de visitantes. 

Wednesday, November 2, 2011

15 mil Kangoo Z.E. encomendados: veículo elétrico da Renault conquista a confiança de 19 grandes empresas

Na Renault, o veículo elétrico é hoje uma realidade, tanto para os clientes pessoa física como jurídica. No total, 15.637 Kangoo Z.E. serão encomendados pelas 19 empresas francesas, assim como por empresas públicas e pelo governo, dentre os quais 10 mil para os Correios, 1.500 para a ERDF (a maior produtora e distribuidora de energia da França), 1.200 para a UGAP, 510 para a Veolia Environnement (multinacional francesa de fornecimento e gestão de águas, resíduos, energia e transportes), 450 para a GDF-Suez e 300 para a Spie (empresa especializada em engenharia elétrica, mecânica, climática, energia e redes de comunicação).


Processo de seleção em várias etapas
A Renault venceu o primeiro lote de uma licitação iniciada há um ano e meio pelo governo, que solicitou a Jean-Paul Bailly, Presidente dos Correios, que preparasse um grupo de pedidos de grandes empresas interessadas no Veículo Elétrico. O trabalho foi confiado à União dos Agrupamentos das Aquisições Públicas (UGAP).

A primeira etapa do processo de seleção foi denominada “diálogo competitivo”. Mensalmente, as montadoras de automóveis que participaram da licitação encontraram representantes de compras deste agrupamento de pedidos, a fim de responder às suas dúvidas, apresentar a proposta Renault Z.E. e informar as suas necessidades. Esta etapa permitiu estabelecer um panorama da proposta e elaborar as especificações técnicas para responder às necessidades dos membros do agrupamento desta licitação.


Kangoo Z.E.: o primeiro furgão 100% elétrico a um preço acessível
Renault Kangoo Z.E., a primeira gama de furgões 100% elétricos, com preço inicial de 15.000 euros sem impostos (preço na França, deduzido o bônus ecológico de 5.000 euros), está disponível para encomendas em toda a rede de concessionárias Renault na França desde 30 de setembro. Hoje, ele chega fisicamente a mais de 370 concessionárias do país e será progressivamente comercializado em toda a Europa.
Assim como o seu equivalente térmico, o Kangoo Z.E. é produzido na fábrica de Maubeuge (França). Especializada na produção de utilitários há vinte anos, a fábrica sabe se adaptar permanentemente à diversidade específica deste tipo de veículo (versões curtas, longas, com carroceria ou não, etc.) e à demanda comercial. Uma escolha que permite uma industrialização rápida, ao mesmo tempo em que garante um altíssimo nível de qualidade.


Participantes do grupo de pedidos: ADP, Air France, Areva, Bouygues, EDF, ERDF, Eiffage, France Telecom Orange, GDF Suez, GRT Gás, GrDF, La Poste, RATP, SAUR, SNCF, SPIE, Suez Environnement, UGAP, Vinci e VEOLIA.

Sunday, October 23, 2011

Linha de utilitários Master e Kangoo Express são os destaques da Renault do Brasil na Fenatran 2011

A linha de veículos utilitários da Renault do Brasil, composta pelo modelo Kangoo Express e pela gama Master – Furgão, Vitré, Chassi Cabine e Minibus -, registrou no acumulado de vendas deste ano (janeiro a setembro) um crescimento superior a 40% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse número é 2,5 vezes maior que o crescimento registrado pelo segmento de utilitários (cerca de 15%) na comparação do mesmo período.Esse ótimo resultado alcançado neste ano pela Renault no segmento de VU é fruto de intenso trabalho realizado pela marca e que tem como principais bases:
- Ampliação da gama: como, por exemplo, o recente lançamento da versão Furgão Vitré-;
- Reposicionamento do preço sugerido: desde o início deste ano, o Kangoo Express teve o seu preço realinhado visando ampliar a competitividade em relação ao seu principal concorrente;
- Aumento da competitividade dos preços de serviços e das peças originais: um exemplo dessa ação é a redução nos valores de alguns componentes de manutenção e reparação do Kangoo Express;
- Desenvolvimento de uma rede de concessionárias preparada para atender aos clientes de veículos utilitários: com o fortalecimento do Programa “Renault Empresas” -que abrange da comercialização ao pós-venda -, focado nas necessidades dos clientes e proprietários de veículos utilitários.Por tudo isso e com a experiência de quem é líder do segmento de veículos utilitários na Europa há mais de 13 anos, a Renault coloca em evidência durante a realização da Fenatran, maior feira de utilitários da América Latina, toda a versatilidade das linhas Master e Kangoo Express.

A Renault tem planos ambiciosos para o Brasil, que deve se tornar o segundo maior mercado do Grupo até 2013. “Neste contexto, os veículos utilitários terão papel fundamental para que tal objetivo seja alcançado”, atesta Jean-Michel Jalinier, Presidente da Renault do Brasil.

Os números refletem a opinião de Jalinier. No acumulado de vendas deste ano (janeiro-setembro) o Master teve mais de 5.300 emplacamentos, o que representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período do ano passado, número superior ao aumento de vendas anotado em sua faixa de mercado, o FU3 (furgões com até 3.500 kg de Peso Bruto Total), que foi de 37%.

Já o modelo Kangoo Express, que após o seu reposicionamento de preço registra recordes mensais de vendas, teve um crescimento, no acumulado de vendas de 2011 (janeiro-setembro), quase nove vezes superior ao registrado em seu segmento (furgões pequenos com carga útil de até 800 kg. Nos três primeiros trimestres deste ano, o Kangoo Express acumula a venda de mais 2.300 unidades, um aumento de 50,3% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o seu segmento cresceu 4,6%.

“A linha de comerciais leves da Renault é caracterizada por possuir um baixo custo por quilômetro rodado e baixo valor de manutenção. São características que ganham relevância ainda maior em se tratando de veículos concebidos para o trabalho”, explica Gustavo Schmidt, Vice-Presidente Comercial da Renault do Brasil.

Transformados
Com a experiência de quem é líder no mercado europeu de veículos transformados, a Renault do Brasil é uma das marcas que mais opções oferece aos consumidores brasileiros, além de ser a única a dar garantia de fábrica. A gama apresenta diferentes propostas, com portfólio de dezenas de projetos de utilitários leves, que servem a setores como transporte escolar, saúde, turismo, comércio e serviços.

De acordo com a necessidade específica do cliente, o Master pode virar, por exemplo, uma ambulância de resgate; uma van para o transporte de portadores de necessidades especiais; uma van de turismo para passageiros VIPs – com frigobar, DVD de teto, tomada 110 volts e porta pacotes – ou um furgão isotérmico (que mantém a temperatura interna do compartimento de carga por mais tempo).

A versatilidade dos utilitários da Renault é garantida pela linha transformados, desenvolvida por fornecedores parceiros e validados internamente na Renault do Brasil. Por isso, todos os modelos transformados da Renault, oferecem todos os benefícios da garantia original de fábrica para todo o veículo, inclusive a transformação.

Outro diferencial importante é a facilidade na hora de realizar o financiamento, já que o cliente fatura o veículo completo, evitando a realização de dois financiamentos e/ou negociação distintas – o do carro e o da adaptação -, agilizando assim a finalização da compra.

Thursday, October 6, 2011

Renault põe novos R$ 500 milhões do PR



Mário Curcio, AB 
www.automotivebusiness.com.br

O presidente mundial da aliança Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, anunciou nesta quarta-feira, 5, o investimento de R$ 500 milhões para ampliação das instalações da fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. A informação foi dada em entrevista coletiva concedida na sede provisória do governo do Estado do Paraná.O dinheiro será aplicado na unidade de produção de carros de passeio, que passará de 224 mil para 324 mil veículos por ano. Atualmente, são feitos ali Logan, Sandero e o novato Duster. A produção da planta ocorre em três turnos desde maio deste ano e estaria restrita a 40 carros por hora. Passará a 60 unidades/hora com a ampliação, compra de equipamentos e a consequente contratação de 2 mil funcionários (mil até o fim do ano e outros mil até 2015).

Com isso, Ghosn reafirmou a intenção de elevar a participação da Renault dos atuais 5,2% para 8% até 2016. O executivo estava ao lado do atual governador do Paraná, Beto Richa, e disse que estudava com pelo menos outros quatro Estados esse novo aporte financeiro. “Decidimos pelo Paraná pela estrutura oferecida como o porto de Paranaguá, as rodovias e a proximidade com mercados como a Argentina, o Paraguai e o Uruguai”, afirma.

Para ganhar participação não bastará volume: “Teremos 13 novos produtos até 2016”, disse, sem revelar detalhes sobre os modelos que chegarão. Assim como na manhã anterior, durante o lançamento do utilitário esportivo Duster, o presidente mundial da companhia voltou a frisar que não acredita em crescimento sólido no Brasil se os produtos feitos aqui não tiverem grande conteúdo local.

Ele citou Índia e China, cujos índices de nacionalização estão em torno de 90%. O executivo disse querer resolver problemas no Brasil que comprometem o aumento desse conteúdo e cita o aço como exemplo: “Exportamos minério de ferro e importamos o aço da Coreia do Sul porque o nosso é um dos mais caros do mundo. Alguma coisa está errada”, disse.

Tanto o governador Beto Richa como Carlos Ghosn culparam o governo anterior (representado por Roberto Requião) de não ter firmado entendimentos anteriores. “Estive várias vezes no Brasil nos últimos oito anos no Brasil e nunca me reuni com o ex-governador”, disse Ghosn.

Beto Richa comemora o investimento da Renault: “Há dados que mostram que cada emprego direto implica a geração de seis indiretos.”

De Curitiba, Ghosn irá ao Rio de Janeiro, onde, na quinta-feira, revelará detalhes da nova fábrica que a Nissan terá no polo fluminense. O convênio com o governo do Estado do Rio de Janeiro será assinado no Palácio das Laranjeiras às 9h30.

Automotive Business também acompanhará esta nova viagem de Ghosn. Na reportagem sobre o lançamento do Renault Duster de nosso portal você confere também os depoimentos de Ghosn sobre IPI e sua opinião sobre a necessidade das indústrias de investir aqui.