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Tuesday, January 24, 2012




Pelo segundo ano seguido, a PSA Peugeot Citroën bateu seu recorde histórico de vendas anuais na América Latina e, em 2011, ainda superou pela primeira vez a marca de 300.000 veículos comercializados na região. No total, no ano passado, o Grupo vendeu 326.000 carros de passeio e veículos comerciais leves de suas duas marcas, Peugeot e Citroën, no mercado latino-americano, registrando um crescimento de 10,9% em relação às 294.000 unidades de 2010, ano que até então detinha o melhor desempenho local da empresa. No mesmo período, o mercado automotivo da América Latina cresceu 8%.

A PSA Peugeot Citroën registrou crescimento de vendas em todos os seus principais mercados na América Latina em 2011 ante 2010. No Brasil, a marca Citroën foi uma das que mais cresceram no ano passado, com alta de 7,1%, e contribuiu para o resultado do Grupo PSA, que, apesar da forte desaceleração do mercado local no segundo semestre, teve um aumento de vendas de 1%. Os 176.000 veículos comercializados no ano passado pelas marcas da PSA Peugeot Citroën ainda fizeram a empresa registrar também o seu novo recorde histórico de vendas no país.

Na Argentina e no Chile, que tiveram mercado com forte evolução no ano passado, o Grupo PSA teve um ritmo muito mais acelerado do que a média. Como resultado, a empresa registrou crescimento de 34,1% no mercado argentino e de 28,2% no chileno. Na soma dos demais países da América Latina, a PSA Peugeot Citroën também fechou 2011 com um desempenho significativo, crescimento de 46%.



A PSA Peugeot Citroën na América Latina

A PSA Peugeot Citroën atua comercialmente, por meio de filiais de suas marcas ou importadores oficiais, em mais de 20 países da América Latina e está presente industrialmente na região com fábricas de veículos e motores na Argentina e no Brasil.

Na Argentina, a produção de veículos do Grupo PSA é feita no Centro de Produção de Palomar, de onde saem os modelos Peugeot 206, 207, 308, 408 e Partner e os Citroën C4 hatchback, C4 Sedan (Pallas) e Berlingo. Já na fábrica de motores e componentes de Jeppener é produzido o motor de 2,0 litros a gasolina e flexfuel.

No Brasil, há o Centro de Produção de Porto Real, que engloba uma fábrica de veículos e outra de motores, além de uma unidade de usinagem de motores. Atualmente, o complexo industrial produz os veículos Peugeot 207, 207 SW, 207 Passion e Hoggar e os Citroën C3, C3 Picasso, Aircross e Xsara Picasso. A fábrica de motores é a responsável por produzir propulsores de 1,4 litro e 1,6 litro flexfuel e a gasolina.O Grupo PSA possui também na região um dos seus centros mundiais de Pesquisa, Desenvolvimento e Estilo: o Latin America Tech Center. Ele é dividido em três unidades que trabalham interligadas entre si e em contato com os outros Centros do Grupo na França e na China. Compõem o centro latino-americano as unidades denominadas: São Paulo Tech Center, sede do centro, que fica na cidade de São Paulo; Rio de Janeiro Tech Center, instalada no Centro de Produção de Porto Real; e Buenos Aires Tech Center, localizada no Centro de Produção de Palomar, na Argentina. Elas se complementam e se apoiam, permitindo que os profissionais do Grupo estejam próximos dos produtos que estão desenvolvendo, tanto no Brasil quanto na Argentina.

Banco Volkswagen cresce 19% e bate recorde histórico



Em 2011, o Banco Volkswagen mostrou porque é o maior banco de montadora do Brasil, ao alcançar seu melhor desempenho em 55 anos de história. De janeiro a dezembro de 2011, sua carteira acumulou R$ 20,8 bilhões, resultado 19% maior em relação a 2010, quando alcançou R$ 17,4 bilhões.Somente com novos negócios, a instituição movimentou R$ 9,9 bilhões no período, valor 12,5% superior do que o de 2010, quando fechou R$ 8,8 bilhões. O responsável pelo bom desempenho foi o significativo volume de operações que o Banco Volkswagen atingiu durante o período. Foram 243.764 contratos, 6,7% a mais do que os 228.535 negócios fechados em 2010.
Do total de negócios firmados no ano passado, 215.139 contratos correspondem ao segmento de automóveis e comerciais leves e 28.625 ao mercado de caminhões e ônibus, altas respectivas de 5,8% (203.379) e 13,7% (25.156) frente a 2010.O desempenho positivo do Banco Volkswagen em 2011 refletiu-se na sua participação em vendas totais de veículos Volkswagen novos, também a melhor da história. A instituição é responsável por 29,2% dos veículos do Grupo Volkswagen financiados, ante 27,3% em 2010. No segmento de caminhões e ônibus, a participação foi de 46,1% e automóveis 27,7%.
Consórcio também bate recorde
No ano do 35º aniversário, o Consórcio Nacional Volkswagen também superou seu recorde histórico. Em 2011, a instituição prospectou 93.405 cotas, volume 45% maior do que o obtido em 2010, quando atingiu 64.266 cotas.

No mesmo caminho seguiu a Volkswagen Corretora de Seguros, que no ano passado comercializou 105.427 apólices, sendo que 63.634 foram de seguro de casco e 41.793 de proteção financeira, este último também recorde histórico. O desempenho representa crescimento de 10% em relação a 2010.

Wednesday, January 11, 2012

Abeiva encerra 2011 com participação de 23,35% do total de veículos importados no Brasil




José Luiz Gandini
Os dados de emplacamentos das empresas filiadas à Abeiva -  Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores, em 2011, mostram crescimento de 87,4% em relação ao desempenho de 2010. Foram emplacadas 199.366 unidades contra 106.360 veículos do ano anterior. Com esse resultado, a participação de importadores oficiais, no mercado brasileiro, significou 5,82% em 2011. Ao considerar somente o segmento de importados, as associadas à entidade anotaram marketshare de 23,35% em 2011, enquanto as montadoras locais responderam por 76,65%, o equivalente a 654.363 unidades emplacadas no ano. 
Ao isolar somente o desempenho de vendas em dezembro do ano passado, os dados de emplacamento da Abeiva indicaram crescimento de 26,8% em relação ao mês de novembro. Foram 19.151 unidades contra 15.098. Ante o mês de dezembro de 2010, a alta foi de 42% (19.151 x 13.487 unidades).
“O avanço das associadas à Abeiva se justifica por conta da chegada dos novos players que passaram a oferecer aos consumidores brasileiros produtos completos, com mais tecnologia e design. E assim conquistaram os brasileiros”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Abeiva.
Na avaliação de Gandini, esse quadro expõe os motivos da queda de market share das quatro grandes “montadoras” do País, respectivamente de 0,83 pontos porcentuais da Fiat, 0,56 pp da Volkswagen, 1,30 pp da General Motors e 0,94% da Ford. “Está tudo muito cristalino. As montadoras deixaram de investir em inovação. Oferecem aos consumidores brasileiros produtos ultrapassados”, argumenta o presidente da Abeiva, “diante dessa realidade, nós importadores não temos culpa. É a lei do mercado. Por isso discordamos frontalmente do inconstitucional Decreto 7.567. O governo brasileiro deveria, como indicava o programa Brasil Maior, ter reduzido a alíquota do IPI para as montadoras que efetivamente investissem em tecnologia, de modo a recuperar terreno perdido. Não o contrário. Sobretaxar os importados, fora do Mercosul e do México, além de inconstitucional, foi umainsensatez”, enfatiza.
Ainda em 2011, em janeiro, as associadas à entidade contavam com 566 concessionárias, o equivalente a cerca de 22 mil empregos diretos. No encerramento do ano, esse número alcançou 912 pontos de atendimento e próximo a 36 mil postos de trabalho. Pesquisa realizada pela Abeiva com suas associadas, em agosto de 2011, indicava 1.092 concessionárias no fechamento do ano. Mas, vários grupos empresariais decidiram postergar aabertura de suas lojas. A meta de recolhimento de impostos foi cumprida em 2011, com cerca de R$ 6,5 bilhões aos cofres públicos.
Em relação às projeções iniciais para este ano, Gandini acredita que o setor de importação de veículos automotores, exceto Mercosul e México,  vai sofrer uma queda aproximada de 20%. “Nossas primeiras estimativas são de 160 mil unidades para 2012. E, se projeção do mercado é crescer de 4% a 5%, chegando a 3,6 milhões de unidades emplacadas, nossa participação será de 4,5%”, argumenta.
“Com o imposto de importação máximo acordado pela OMC de 35%, um dos mais elevados do mundo, com a alíquota do IPI diferenciada em 30 pontos porcentuais e mais variação cambial, 2012 será um ano muito difícil aos associados da Abeiva”, conclui Gandini.

Monday, January 2, 2012

VENDAS DA FORD ULTRAPASSAM 2 MILHÕES DE UNIDADES PELA PRIMEIRA VEZ DESDE 2007



As vendas da Ford nos Estados Unidos ultrapassaram 2 milhões de veículos em 2011, número que faz dela a marca automotiva mais vendida da América e a primeira a atingir esse patamar desde 2007.Com uma linha de carros, picapes e utilitários econômicos e de alta qualidade, a Ford está atraindo cada vez mais novos consumidores, na medida em que, com o avanço no preço da gasolina, os consumidores continuam a optar por veículos menores e mais econômicos, tanto no segmento de carros de passeio como de utilitários.

O New Fiesta e o Focus atingem o nível de 17 km/l na estrada, enquanto o Explorer chega a 11,9 km/l na estrada com seu novo motor EcoBoost, a maior economia da categoria. O Escape, menor utilitário da Ford na América do Norte, registrou volume recorde em 2011 e é o campeão de vendas do segmento.

No total, os carros compactos da Ford apresentaram um crescimento de mais de 20% em 2011. Já os utilitários tiveram um avanço de mais de 30%.


A maioria dos produtos da Ford são líderes em economia de combustível nos seus respectivos segmentos e dão aos consumidores várias opções - desde veículos a gasolina com motor EcoBoost a híbridos, híbridos "plug-in" e veículos elétricos - para a escolha da que melhor atenda sua necessidade. Com a introdução dos novos modelos elétricos da marca, quase um terço das linhas de veículos da Ford nos Estados Unidos terão uma versão na faixa de 17 km/l ou mais em 2012 - um feito que nenhum outro fabricante de veículos foi capaz igualar.

Enquanto a Ford prepara, para os próximos dias, a exibição do novo Fusion no Salão Detroit, o modelo atual continua a registrar recordes de vendas. O sedã teve em 2011 o seu melhor ano no mercado, na casa de 240 mil unidades, e foi o modelo mais vendido da marca na América.


Desde o lançamento, em 2006, o Ford Fusion vem ampliando a sua participação nas vendas nos Estados Unidos. Ele passou de 6,7% do segmento, em 2006, para 11,9% em 2010 - um impressionante crescimento de 54% no período. Como comparação, o modelo Toyota Camry experimentou uma queda de 27% e o Honda Accord caiu 20%.O modelo 2010, reestilizado, introduziu o primeiro híbrido elétrico da Ford e foi eleito o Carro do Ano da América do Norte. O Fusion também é destaque em qualidade e segurança: foi eleito o sedã médio (para o padrão norte-americano) mais confiável, pelo instituto de pesquisas J.D. Power, e recebeu a classificação máxima de segurança Top Safety Pick, do Insurance Institute for Highway Safety.



Friday, December 9, 2011

Consórcio Nacional Volkswagen atinge mais de 57 mil cotas e cresce 56,5% em doze meses



O Consórcio Nacional Volkswagen fechou o mês de setembro com 7.334 cotas comercializadas, número 62% maior do que o registrado em 2010. No acumulado deste ano, são 57.380 cotas, crescimento de 56,5% em comparação ao mesmo período do ano passado, 10 pontos percentuais acima da média do mercado.
A instituição cresceu também em participação de mercado. No nono mês do ano, o Consórcio Nacional Volkswagen conquistou 11,3% de market share, o maior nível dos últimos 12 meses. Em relação ao número de clientes ativos no mercado nacional de consórcios, a participação da instituição atingiu 8,9%. No mês de setembro, o mercado bateu recorde de clientes ativos, com 1.470.266.
“O consórcio, muito mais do que uma modalidade de crédito, é um investimento para o consumidor que planeja a aquisição de um veículo. Outro fator decisivo para o seu bom desempenho são as taxas administrativas reduzidas, o que torna a parcela mais atrativa”, afirma Décio C. de Almeida, diretor presidente da Volkswagen Serviços Financeiros, composta pelo Banco Volkswagen, Consórcio Nacional Volkswagen e Volkswagen Corretora de Seguros.