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Wednesday, February 1, 2012

Desempenho da Fiat-Chrysler em 2011 supera objetivos



O Grupo Fiat-Chrysler fechou o ano de 2011 com receitas de 59,6 bilhões de euros, um crescimento de 66% em relação ao ano de 2010, quando as operações automotivas do grupo não incluíam a Chrysler. O lucro da gestão ordinária foi de 2,4 bilhões de euros, apesar das  condições atípicas de mercado, que esteve particularmente fraco na Europa no segundo semestre do ano. A margem comercial do grupo alcançou 4% e o lucro líquido foi de 1,7 bilhões de euros.  A dívida industrial líquida foi reduzida para 5,5 bilhões de euros e a liquidez total atingiu 20,7 bilhões de euros, bem acima da meta. A produção total  das empresas do grupo somaram cerca de 4 milhões de veículos.  O comunicado dos resultados foi divulgado hoje na sede do grupo em Turim, na Itália.


Receitas por setor



As receitas totais atingiram 59,6 bilhões de euros, com alta de 66% em relação a 2010 e tiveram acréscimo em todos os setores, com destaque para as marcas de luxo e de veículos esportivos.


• Fiat Group Automobiles (FGA, que inclui a Fiat Automóveis no Brasil) registrou receitas de aproximadamente 28 bilhões de euros, com vendas de 2.032.900 automóveis e comerciais leves vendidos (-2,4% em comparação com o ano anterior).  O crescimento de 7,6% na venda de comerciais leves no ano compensou apenas parcialmente a queda de 4,6%  na venda de automóveis, impactada pela contínua fraca demanda na Itália. Registrou-se o volume recorde de 772.700 veículos no Brasil, representando um aumento de 1,5% sobre 2010.
• Chrysler contribuiu para o resultado com receitas de 23,6 bilhões de euros  nos sete meses entre junho e dezembro, com vendas mundiais de dois milhões de unidades ao longo do ano, um crescimento de 26% em relação ao ano anterior.
• As marcas de luxo e esportivas (Ferrari e Maserati) registraram crescimento significativo, especialmente a Ferrari, que fechou o ano com receitas de 2,3 bilhões de euros, um aumento de 17,3% em relação ao ano anterior. As receitas da Maserati  atingiram 588 milhões de euros, resultado alinhado com  2010.
• O setor de componentes e sistemas de produção realizou receitas de aproximadamente 12 bilhões de euros, com um aumento de 10,1% em relação a 2010. Todos os negócios apresentaram sólido crescimento, com destaque para Magneti Marelli, com crescimento de 8,5% em suas receitas, que atingiram 5,9 bilhões de euros.


Lucro da gestão ordinária por setor



O lucro da gestão ordinária atingiu 2,392 bilhões de euros, com uma margem de 4%. Excluindo a Chrysler, o lucro da gestão ordinária foi de 1,047 bilhão de euros (1,1 bilhão de euros em 2010), com margem de 2,8% sobre as receitas (3,1% no ano anterior).



• Fiat Group Automobiles atingiu um resultado da gestão ordinária de 430 milhões de euros (607 milhões de euros em 2010). A maior eficiência na produção compensou apenas parcialmente o impacto na queda de volumes na Europa , os investimentos em publicidade relacionados aos novos modelos e os maiores custos de Pesquisa & Desenvolvimento para os próximos lançamentos de modelos.

• As marcas de luxo e esportivas foram beneficiadas por maiores volumes. Ferrari registrou lucro de 312 milhões de euros (303 milhões em 2010) enquanto Maseratti cresceu 67% com lucro da gestão ordinária de 40 milhões de euros.
• O lucro anual da gestão ordinária dos negócios de Componentes e Sistemas de Produção  foi de 348 milhões de euros  (um crescimento de 40% sobre 2010), com Magneti Marelli praticamente dobrando seus resultados com lucro de 181 milhões de euros contra 98 milhões de euros no ano anterior.

Perspectivas para 2012


Fiat-Chrysler permanece totalmente comprometida com a direção estratégica definida nos planos quinquenais delineados em novembro de 2009 para a Chrysler e abril de 2010 para a Fiat. Tendo revisto as condições econômicas e comerciais nas quatro regiões operacionais que englobam suas atividades, o Grupo Fiat-Chrysler  confirma as expectativas de desempenho na América do Norte, América Latina e Ásia-Pacífico.



Como consequência do nível de incerteza sobre a atividade econômica na Zona do Euro, o Grupo formulou seus objetivos em faixas de desempenho, proporcionais à evolução da situação econômica europeia. Assim, o Grupo projeta receitas acima dos 77 bilhões de euros, lucro da gestão ordinária entre 3,8 e 4,5 bilhões de euros, lucro líquido entre 1,2 e 1,5 bilhão de euros e endividamento líquido entre 5,5 e 6 bilhões de euros.

Saturday, January 28, 2012

RELATÓRIO DA FORD INFORMA LUCRO GLOBAL DE 8,8 BILHÕES DE DÓLARES EM 2011



A Ford acaba de anunciar o lucro operacional, antes dos impostos, para o ano de 2011, da ordem de 8,8 bilhões de dólares, 463 milhões acima do resultado do ano anterior. Em relação ao desempenho da empresa no último trimestre de 2011, antes dos impostos, o lucro operacional foi de 1,1 bilhão de dólares, uma queda de 189 milhões de dólares em relação a igual período de 2010.
Os melhores resultados foram obtidos na América do Norte onde a empresa alcançou um lucro líquido, no fechamento do balanço de 2011, de 20,2 bilhões de dólares, o triplo do ano anterior, o maior valor desde 1998.
Na Europa, a crise econômica afetou toda a indústria automobilística e para a Ford não foi diferente. Antes dos impostos, a empresa perdeu 190 milhões de dólares no quarto trimestre,número bem maior que os 51 milhões de dólares perdidos, em igual período, em 2010. Motivos não faltaram: crise financeira, custos de material, elevação de preço de commodities etc. Tais fatores geraram uma perda operacional de 27 milhões de dólares ante um lucro de 182 milhões de dólares no ano anterior, ambas as cifras antes do recolhimento dos impostos.
A desaceleração no mercado europeu foi amenizada pelas vendas de 401 milhões de dólares da Operação Rússia onde o empreendimento da joint-venture Ford/Sollers, a partir de 1º de outubro de 2011, deu rendimentos.
Na América do Sul, no quarto trimestre de 2011, o lucro operacional, sempre antes do pagamento dos impostos, despencou 62%, para 108 milhões de dólares, devido, segundo a Ford, aos custos mais elevados de produção e taxas de câmbio desfavoráveis. No total do ano a receita manteve-se inalterada em US$ 2.8 bilhões, mas o lucro caiu 14 por cento, para 861 milhões de dólares. Só no Brasil, a empresa investiu 4,5 bilhões de dólares que serão gastos até 2015, na construção de nova fábrica de motores no Nordeste, desenvolvimento de novos produtos globais, como o protótipo do EcoSport, recentemente apresentado para lançamento até o final do primeiro semestre.
Ainda, segundo o relatório da Ford, a região Ásia-Pacífico e África também registrou um prejuízo operacional no quarto trimestre de 2011, antes dos impostos, de 83 milhões de dólares, depois de um lucro de 23 milhões no ano anterior. Inundações na Tailândia, com perdas significativas na produção, e custos mais elevados dos novos produtos. Para um mercado altamente atraente, a Ford está realizando grandes investimentos na construção de sete novas fábricas na região.
Alan Mulally, presidente e CEO da Ford, continua otimista no desenvolvimento do plano One Ford. Ele prevê que a indústria automotiva norte-americana alcance um volume de vendas de 13,5 a 14,5 milhões de veículos, em 2012, enquanto estima que os 19 mercados europeus onda a Ford atua vendam entre 14 e 15 milhões de veículos, incluindo o segmento de caminhões.
Atualmente, a Ford detém 16,5% do mercado norte-americano e 8,3% de participação na Europa, incluindo-se os veículos comerciais.

Friday, November 11, 2011

Kia Motors anuncia crescimento de 18,8% nas vendas globais de outubro

A Kia Motors Corporation anunciou seus números de vendas globais (exportações, vendas domésticas e vendas de plantas fora da Coreia do Sul) de carros de passageiros, veículos de lazer (RVs) e veículos comerciais em outubro de 2011, atingindo um total de 216.603 unidades vendidas. Esse total significa crescimento de 18,8% sobre outubro de 2010.
Em outubro, a Kia obteve forte crescimento de dois dígitos nas vendas em relação a igual período do ano anterior em muitas de suas principais regiões: 41,4% na China (44.009 unidades vendidas), 35,4% na Europa, incluindo números da Europa Ocidental e Oriental (45.810 unidades), 20,1% na América do Norte (42.870 unidades) e 10,7% nos mercados gerais, que incluem as regiões da América Central e do Sul, Caribe, Ásia (excluindo China e Coreia), Pacífico, Oriente Médio e África (42.612 unidades). As vendas de outubro no mercado local da Coreia diminuíram 4,3% (41.302 unidades).
No acumulado dos dez primeiros meses de 2011, as vendas globais da Kia aumentaram 18,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, num total de 2.044.225 unidades. A América do Norte obteve o maior ganho nesse período, com crescimento de 33,5% (461.945 unidades vendidas), enquanto as outras regiões também apresentaram forte crescimento no acumulado: 28,7% na China (365.786 unidades), 20,6% na Europa (395.588 unidades), 9,7% nos mercados gerais (411.990 unidades) e 3,5% na Coreia (408.916 unidades).
O modelo mais vendido da Kia nos mercados do exterior no mês de outubro foi o Rio, com 33.797 unidades vendidas. O Sportage foi o segundo modelo mais vendido, com 30.622 unidades, enquanto Cerato, Sorento e Optima vieram em seguida, com 27.556, 19.031 e 13.962 unidades vendidas, respectivamente.
"As novas gerações do Picanto e do Rio têm recebido elogios da mídia especializada e dos consumidores e deram impulso às vendas neste fim de 2011”, afirmou Thomas Oh, Vice-Presidente Executivo Sênior e COO da Kia Motors Corporation. "Com a nova campanha global – ‘Inspirada pelo que Você Gosta’ – ganhando força nos mercados de todo o mundo, esperamos encerrar o ano em um excelente momento para a marca”.

Thursday, November 10, 2011

General Motors tem lucro acima da previsão no trimestre

A General Motors teve lucro trimestral acima das expectativas, à medida que ganhou participação de mercado na América do Norte e em mercados asiáticos, mas desistiu da meta de atingir o equilíbrio na Europa no fechamento do ano por causa das condições cada vez piores na região. Executivos da GM ressaltaram que a montadora trabalhou para aumentar as margens de lucro.
A companhia teve no terceiro trimestre lucro líquido de US$ 1,7 bilhão, ou US$ 1,03 por ação. Analistas esperavam US$ 0,96 por ação, segundo a Thomson Reuters. Entretanto, o resultado está abaixo dos US$ 2 bilhões, ou US$ 1,20 por ação, de um ano antes. A receita subiu para US$ 36,7 bilhões, ante US$ 34,1 bilhões um ano antes. O montante está em linha com as previstas de analistas.
"A GM entregou um trimestre sólido (...) mão sólido não é bom o suficientemente, mesmo em uma economia global difícil", disse o presidente-executivo Dan Akerson em comunicado. Akerson acrescentou que a GM ainda precisa melhorar as margens de lucro, que foram de 6% no terceiro trimestre, abaixo dos 6,7% de um ano antes.
A GM se livrou da falência em 2009, depois de um resgate de US$ 52 bilhões com dinheiro público. O Tesouro norte-americano tem 32% das ações ordinárias.
Após o perigo de falência, Akerson e outros executivos disseram que a companhia cortou custos suficientes para ficar à prova de recessão e se manter sozinha mesmo em caso de um fraco mercado automotivo. Eles repetidamente apontaram a grande "balança de pagamentos" da companhia.
Nesta quarta-feira (9), a GM disse prever que o lucro ajustado antes de juros e impostos do quarto trimestre será similar ao do mesmo trimestre do ano passado.
No entanto, a companhia voltou atrás na meta para o fechado do ano na Europa, explicando que não mais espera atingir o equilíbrio no continente antes de reestruturar seus custos por causa da piora das condições na região, apesar de ter atingido este nível nos nove primeiros meses.
Na segunda-feira, a GM tinha anunciado que substituiria os altos executivos na Europa. "Obviamente temos desafios macroeconômicos para enfrentar", disse o vice-presidente financeiro Dan Ammann.

Tuesday, November 8, 2011

Grupo Audi registra lucro de € 1,4 bilhões no terceiro trimestre

O Grupo Audi manteve seu crescimento no terceiro trimestre deste ano. A empresa entregou um total de 320.276 veículos aos consumidores (2010: 274.417) - um aumento de 16,7%. Com este resultado, a companhia gerou uma receita de € 10,9 bilhões (2010: 8,4) e um lucro operacional recorde de € 1,4 bilhões (2010: 0,9) neste período, representando uma rentabilidade operacional sobre as vendas de 13,1% (2010: 11,1%).De janeiro a setembro de 2011, o Grupo aumentou em 17,4% o número de veículos entregues mundialmente, registrando um novo recorde de vendas de 973.211 veículos (2010: 829.281). Com este aumento, assim como um mix melhorado dos modelos do portfólio, entre outros, o faturamento do grupo subiu 24,6% para € 32,4 bilhões (2010: 26,0). Assim, a empresa registrou um lucro operacional de € 3,96 bilhões (2010: 2,27), um aumento de 74,4%.A rentabilidade operacional sobre as vendas foi de 12,2% (2010: 8,7%). "Em nove meses, a Audi já ultrapassou o lucro operacional conseguido em 2010", disse Axel Strotbek, vice-presidente mundial de finanças, na publicação do relatório do terceiro trimestre. De acordo com Strotbek, os mercados da Europa, China e Estados Unidos são a base deste forte desempenho.Do início do ano até setembro, foram entregues 551.981 (2010: 491.310) carros da marca na Europa, 12,3% a mais que no mesmo período do ano passado. O novo A6 e o A1, em especial, foram responsáveis ​​por um crescimento adicional neste mercado.

O grupo também aumentou consideravelmente as vendas nos Estados Unidos, com um acréscimo de 15,5%, entre janeiro e setembro. Um total de 84.981 veículos (2010: 73.590) foram entregues aos consumidores daquele país. Além da valorização da marca, novos modelos no portfolio de produtos foram importantes para o bom desempenho nos EUA: o A8 está disponível no mercado daquele país desde o final de 2010 e o A7 Sportback desde maio de 2011. Com a ampliação da gama de produtos e o aperfeiçoamento do mix de equipamentos, a Audi está aumentando a rentabilidade de seus negócios nos Estados Unidos de forma contínua.

A forte demanda na China também apoiou o desenvolvimento econômico da empresa. De janeiro a setembro, a marca dos quatro anéis vendeu 226.010 veículos (2010: 174.907) no mercado chinês. Comparando aos resultados do ano anterior, as vendas cresceram em 29,2%. A companhia está planejando vender mais de 300.000 carros na China neste ano. Assim como o Q5, A4 e A6 produzidos localmente em Changchun, o volume de veículos importados, como o A8 e o Q7 aumentou significativamente. A introdução do A1 e do A7 Sportback naquele mercado deverá impulsionar este crescimento no último trimestre do ano e fortalecer ainda mais a posição de liderança da marca Audi na China.