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Friday, February 10, 2012

General Motors levará Cruze SW a Genebra


Redação AB
http://www.automotivebusiness.com.br/
A General Motors divulgou nesta quinta-feira, 9, uma imagem do Chevrolet Cruze SW. O carro será apresentado no Salão de Genebra, que ocorre de 8 a 18 de março na Suíça. Trata-se da versão perua do modelo que já existente nas configurações sedã, lançado no Brasil em setembro, e hatch, com chegada estimada para abril. Segundo a GM, o modelo tem porta-malas com capacidade entre 500 e 1.500 litros, dependendo da posição do banco traseiro. O cruze SW mede 4,67 metros, 7 centímetros a mais que o sedã. Mas os fãs de station wagons no Brasil não devem alimentar esperanças. É improvável que essa carroceria seja vendida no País, ao menos em curto prazo, já que as peruas perderam apelo comercial no País e também porque a GM prepara uma minivan para substituir Meriva e Zafira, ambas com estilo bastante defasado.

Tuesday, February 7, 2012

GM espera aumentar margem de lucro em 10%


Fonte: Quatro Rodas
Via: Abrac Online




A General Motors pretende aumentar sua margem de lucro em 10% nos próximos anos, um incremento expressivo diante dos 6% da margem atual. A revelação foi feita pelo diretor financeiro da empresa, Daniel Ammann, em entrevista ao diário The Wall Street Journal.Caso a GM consiga atingir seu objetivo, estima-se que os lucros podem chegar aos 15 bilhões de dólares, levando em consideração os rendimentos da empresa no ano passado. De acordo com o jornal, a GM teve rendimentos de 150 bilhões de dólares em 2011.
Ainda falando do ano passado, a agência de notícias Reuters apontou que a empresa deve fechar 2011 com uma receita líquida de aproximadamente 8 bilhões de dólares. O resultado teve influência dos mercados da China e da América do Norte, onde os lucros da empresa subiram expressivamente. A GM deve divulgar os números no dia 16 de fevereiro.

Monday, February 6, 2012

GM - Teste: Cobalt é o elemento surpresa da GM






Teste: Cobalt é o elemento surpresa da GM  


Cobalt já aparece entre os dez carros mais vendidos do país e põe a Chevrolet na liderança de vendas

por Rodrigo Machado
Auto Press


A Chevrolet está de volta ao primeiro lugar no mercado brasileiro de automóveis. E é na lista de modelos mais vendidos de janeiro que se encontra uma explicação mais detalhada para a virada de jogo da marca norte-americana – que não liderava as vendas no Brasil desde 2004, quando completou seus 80 anos de Brasil e também venceu o acumulado do ano. O Cobalt chegou em novembro com a missão de ampliar a necessária renovação de portifólio da Chevrolet no Brasil. No lançamento, a expectativa era boa – vender 3,5 mil carros por mês. E o começo foi até meio tímido, com apenas 2.156 unidades vendidas em dezembro. Mas já em janeiro, o segundo mês completo do Cobalt, mais de 5.900 exemplares foram emplacados. Nem o mais otimista dos executivos da General Motors do Brasil arriscaria tal prognóstico. 

Além de impulsionar a marca à liderança, deixando Fiat e Volkswagen para trás, as vendas do Cobalt também conseguiram incluí-lo no “top 10” de automóveis de passeio mais vendidos no Brasil. Na nona colocação, ele superou modelos já consagrados, como o Renault Sandero e Fiat Siena. Se incluídos também os utilitários, perde a nona posição para a picape Fiat Strada e fica em décimo. A título de comparação, os concorrentes diretos do segmento de sedãs compactos superiores – com motores acima de 1.0, mais espaço e mais equipamentos que os sedãs “de entrada” – tiveram desempenho muito mais tímido. O que chegou mais perto foi o Nissan Versa – pouco acima dos 1,5 mil exemplares. Carros mais antigos no mercado, como Honda City e Kia Cerato, foram muito mal, com cerca de 760 e 320 unidades cada, respectivamente.




 


Parte do mérito da GM está exatamente na concepção do produto. Como foi diversas vezes explicitado no lançamento do modelo, o público-alvo é a chamada “nova classe média brasileira” – o que não chega a ser uma ambição das mais originais. Aquele consumidor que melhorou de vida e não quer mais um “pé-de-boi” – carro com motor 1.0 e com poucos equipamentos de conforto e segurança – também está na alça de mira do concorrente Versa. Para sensibilizar essas pessoas, a proposta da GM foi por apostar no conforto embarcado em seu sedã. E isso fica bem óbvio já nas dimensões. São 2,62 metros de distância entre-eixos. Como comparação, o Cruze, sedã médio da Chevrolet, tem 2,68 metros – apenas 6 cm a mais. É praticamente um espaço de sedã médio em um compacto. O tamanho do porta-malas também impressiona. São 563 litros de bagagem.

Se foi até ousada de um lado, do outro, a GM resolveu não inventar. Mecanicamente, o Cobalt é pouco inovador. Traz o 1.4 Econo.Flex VHC, que estreou no Prisma em 2006 e está bem difundido no resto da linha da marca – Agile, Meriva e Montana. Novidades mesmo só no meio do ano, quando o sedã irá receber um renovado motor 1.8 e opção de câmbio automático de seis velocidades. Por enquanto, o Cobalt conta com um motor de 102 cv a 6.200 rpm e 13 kgfm a 3.200 rotações, quando abastecido com etanol, e uma transmissão manual de cinco marchas.

 


Além das características do produto, o sucesso do Cobalt também passa pelo seu posicionamento de mercado. Ele sai de R$ 39.980 na versão de entrada LS e já vem com ar-condicionado e direção hidráulica. Na intermediária, LT, a conta sobe para R$ 43.780 e o carro incorpora vidros elétricos, airbag duplo e ABS. A testada e mais requintada LTZ custa R$ 45.980. E adiciona ao que vem na LT alguns itens cromados na carroceria e no interior, rádio com entradas auxiliares, retrovisores elétricos e rodas de liga leve de 15 polegadas. São preços que, ao que parece, serviram para incomodar bastante a concorrência. Mas, historicamente, o mercado brasileiro mostra que a capacidade da GM em comercializar sedãs sempre foi das melhores. 

E é exatamente com a força dos novatos sedãs Cobalt e Cruze que a marca da gravata dourada voltou a liderar o mercado nacional nesse início de 2012. Que promete intensas disputas a cada mês. Para se ter uma ideia de como a disputa pela liderança está emparelhada, a GM liderou janeiro com 20,95% das vendas, seguida pela Fiat com 20,59% e pela Volkswagen com 20,24%. 

 


Ponto a ponto

Desempenho – O motor 1.4 de 102 cv com etanol até se esforça bastante, mas não faz milagres. O melhor comportamento do carro surge só quando o conta-giros supera a marca das 3 mil rotações. Antes disso, é preciso ter paciência na hora de ultrapassagens, retomadas ou em aclives acentuados. Ao menos, a necessidade de constantes trocas de marchas é amenizada pelo ótimo câmbio manual. Nota 6.
Estabilidade – A opção na sintonia da suspensão foi por privilegiar o conforto. Uma decisão coerente com o desempenho e proposta do modelo. Portanto, com um acerto mais macio, a carroceria do Cobalt acaba rolando um pouco nas curvas feitas em alta velocidade. É recomendável diminuir o ímpeto antes de entrar na curva para superar um trajeto sinuoso com mais serenidade. É algo que não chega a comprometer demais o comportamento dinâmico do carro, mas que certamente diminui o apelo esportivo. A versão com motor 1.8 terá outro acerto de suspensão, que favorecerá mais a esportividade. Nota 7.
Interatividade – A direção do Cobalt é bem leve, o que facilita as manobras. O volante é o mesmo do Cruze, mas perde os botões que controlam o rádio – que fazem alguma falta. O painel de instrumentos que imita o de motos tem visualização bem simples e bastante intuitiva. O rádio também tem funcionamento prático. O câmbio é bem projetado e oferece engates precisos, justos e macios. A visibilidade é ligeiramente prejudicada na traseira pela alta tampa do porta-malas. Nota 8.
Consumo – Apesar do nome “marqueteiro” dado ao motor – que desde o lançamento do Prisma é chamado de Econo.Flex –, o Chevrolet Cobalt não chega a ser particularmente econômico. Conseguiu a média de 7,5 km/l com etanol no tanque em um trajeto 2/3 cidade e 1/3 estrada. Nota 7.
Conforto – Para o segmento de mercado em que se encontra, é realmente impressionante o conforto a bordo do Cobalt. A suspensão é macia e muito bem acertada para as esburacadas ruas brasileiras. O isolamento acústico é muito bom. Dá para chegar às 5 mil rotações sem ouvir ruídos do motor invadindo a cabine. O espaço interno é excelente para um compacto. Os 2,62 metros de distância entre-eixos deixam qualquer ocupante com bom espaço para pernas, ombros e cabeça. Nota 9.





 


Tecnologia – Apesar do Cobalt ser visualmente semelhante ao Agile, sua plataforma é a mesma usada pelo Sonic, modelo lançado em 2011. Portanto, é bem moderna. A lista de equipamentos nesta versão LTZ é razoavelmente completa para um sedã compacto. O que merecia renovação é o motor 1.4 Econo.Flex, que já está em uso na linha da Chevrolet desde o Prisma, de 2006. Nota 8. 
Habitalidade – Há uma boa difusão de porta-objetos na cabine do sedã da Chevrolet. Não é difícil achar espaços para guardar objetos pessoais de uso imediato, como celular ou carteira. As portas são grandes e isso permite bons vãos de acesso ao interior do carro. O porta-malas é um dos destaques com 563 litros de capacidade. Mas os braços que invadem a área da bagagem infelizmente limitam um pouco seu aproveitamento. Nota 8.
Acabamento –
 Como é normal em carros dessa categoria, não chega a impressionar. Mesmo assim, é bastante correto. Os plásticos rígidos aparentam ser bem encaixados e o design interior agrada. Alguns detalhes prateados no volante e no console central ajudam a transmitir até alguma sensação de requinte. Nota 7.
Design – A grade frontal bipartida está menor do que no Agile, que é enorme. Mas ainda parece ser um tanto maior do que deveria. Os imensos faróis com uma divisão na parte inferior também soam exagerados em relação ao resto do carro. Mas inegavelmente o modelo é a cara dos Chevrolet contemporâneos e, pelas vendas desse mês, está agradando muita gente. Elogios para a linha de cintura alta, que ajuda a “crescer” o carro, e à traseira, esteticamente muito mais inspirada que a parte frontal. Nota 6.
Custo/benefício – No segmento de sedãs compactos superiores, o grande concorrente do Cobalt é o Nissan Versa. Ambos trazem ótimo espaço interno como principal argumento de vendas. No preço, o modelo da Chevrolet fica um pouco acima. A versão topo do Cobalt, a LTZ custa R$ 46.480. São significativos R$ 3,5 mil a mais que o Versa mais equipado. Mas a diferença não parece estar inibindo os compradores do sedã da Chevrolet. Os outros concorrentes custam ainda mais caro, como Honda City e Kia Cerato. Nota 7.
Total – O Chevrolet Cobalt 1.4 LTZ somou 73 pontos em 100 possíveis.





 


Impressões ao dirigir
Conforto em alta


Já na primeira olhada do lado de fora, o Cobalt se diferencia em relação à concorrência. Suas dimensões são grandes demais para um sedã compacto. E até quando a comparação é com um sedã médio, como o Cruze, o mais novo integrante da linha Chevrolet não faz feio. Fato é que os 2,62 metros de distância entre-eixos são mais do que suficientes para levar cinco ocupantes sem que ninguém fique reclamando de falta de espaço. Até quem vai atrás fica sem aperto na área das pernas, ombros e cabeça. Na dianteira, a situação também é boa. Ficaria ainda melhor se os bancos dessem melhor suporte. A espuma parece ser demasiadamente mole em algumas ocasiões.

O conforto a bordo é perceptível também em movimento. A suspensão é bem calibrada e absorve de maneira competente as imperfeições do piso. Entretanto, o destaque fica com o isolamento acústico. É impressionante a falta de ruído na cabine do Cobalt. O silêncio pode até enganar alguns motoristas mais experientes que costumam fazer as trocas de marcha “de ouvido”. Afinal, é comum o conta-giros superar às 5 mil rotações sem grandes alvoroços no interior. Ou seja, é necessário olhar muitas vezes para o incomum painel de instrumentos. Ao menos, com disposição semelhante a de motos de corrida, ele tem boa visualização e oferece uma leitura rápida. Outro ponto que aumenta a “boa vida” do motorista no carro é a transmissão. A embreagem tem o peso certo e agrada bastante. Além disso, as trocas são excelentes, com engates macios e precisos.

 


O desempenho, no entanto, não acompanha a boa surpresa em termos de conforto. O motor 1.4 de 102 cv com etanol oferece torque e potência limitados demais para o sedã – nem tão – compacto da Chevrolet. Apenas acima das 3,5 mil rpm ele responde com mais ânimo. Abaixo dessa marca, o comportamento é bem pouco animador. Com isso, as retomadas acabam não passando muitas emoções. No final, se mostra mais sensato manter o Cobalt em uma tocada mais pacata, já que as pisadas mais fortes no acelerador não se refletem em um desempenho muito melhor. E ainda fazem o consumo de combustível se elevar bastante. 

Em termos de estabilidade, a ideia também não é estimular a esportividade. O acerto mais mole da suspensão não instiga grandes ousadias na direção. A carroceria aderna um pouco em mudanças bruscas de direção. Ao menos, em frenagens e acelerações o carro não embica nem tende a afundar. Nas retas, só existe sensação de flutuação a partir dos 140 km/h, quando são necessárias algumas correções ao volante.

Já em termos de equipamentos, a versão LTZ é bem completa para um carro dessa categoria e apresenta boa dose de funcionalidade. Todos os comandos estão onde deveriam estar, sem grandes invenções. Algo importante para um carro que pretende conquistar um tipo de cliente que procura algo acima dos populares, mas que ainda não pode pagar pelos modelos mais requintados. 

 


Ficha técnica

Chevrolet Cobalt LTZ

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.389 cm³, com quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Injeção multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima:
 102 cv e 97 cv 6.200 rpm com etanol e gasolina.
Aceleração de 0 a 100 km/h: 11,5 segundos e 11,9 s com etanol e gasolina.
Velocidade máxima: 170 km/h.
Torque máximo: 13,0 kgfm e 12,8 kgfm a 3.200 rpm.
Diâmetro e curso:
 77,6 mm X 73,4 mm. Taxa de compressão: 12,4:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson, com braço de controle ligado a haste tensora, com molas helicoidais, amortecedores pressurizados e barra estabilizadora. Traseira semi-independente, com eixo de torção, barra estabilizadora soldada no eixo, molas helicoidais e amortecedores pressurizados.
Pneus:
 165/65 R15.
Freios: Dianteiros a disco ventilados e traseiros a tambor. 
Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,47 m de comprimento, 1,73 m de largura, 1,51 m de altura e 2,62 m de entre-eixos. Airbags frontais como opcional.
Peso: 1.072 kg.
Capacidade do porta-malas: 563 litros.
Tanque de combustível: 54 litros.
Produção: São Caetano do Sul, São Paulo.
Lançamento:
 2011.
Itens de série:  Ar-condicionado, direção hidráulica, chave canivete, trio elétrica, banco do motorista, encostos de cabeça reguláveis em altura, airbag duplo frontal, ABS com EBD, grade dianteira cromada, coluna de direção com regulagem de altura, alarme e revestimento interno em dois tons, rodas de liga leve, faróis de neblina, barra cromada na traseira, rádio/CD/MP3/Bluetooth e computador de bordo.
Preço:
 45.980.










Postado por: Ícaro Nunes

Fonte: Motor Dream

Disponível no(a): http://motordream.uol.com.br/

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Isela Costantini assume Presidência da Argentina



Fonte: GM Notícias
Via: Abrac ONLINE


A General Motors anunciou a nomeação de Isela Costantini como a nova presidente e CEO da GM Argentina, Uruguai e Paraguai, em substituição de Sérgio Rocha, também brasileiro, que assume como o novo Presidente e CEO da GM Korea sediada em Seul, na Coréia. Ambas as nomeações acontecerão a partir de 1 Março de 2012.
Assim como aconteceu no Brasil, a GM será pioneira na Argentina: Isela Constantini será a primeira executiva a assumir a presidência de uma fabricante de veículos no país vizinho.

Antes de chegar ao cargo de presidência, Isela ocupou funções como marketing estratégico, planejamento de vendas, gerente de marca e executiva de pesquisa de mercado e planejamento de produto. Em 2002 foi transferida por dois anos para a fábrica de picapes no Texas, EUA, como gerente de planta de chassis. A última posição da brasileira, que entrou para a empresa em 1998, foi a de Diretora Geral de Pós-Vendas da GM Brasil.
Isela é paranaense e formada em Comunicação pela PUC do Paraná e tem MBA em Marketing e Negócios Internacionais pela Universidade de Loyola, Chicago, em Illinois, EUA. 
Nasceu em São Paulo, mas passou boa parte de sua infância justamente na Argentina, país de origem de seus pais. Com dois filhos, Isela é casada com Samuel Russel, atual Diretor de Vendas Divisão Norte da GMB.
   

Friday, January 27, 2012

GM e Chevrolet completam 87 anos no Brasil em ritmo de expansão e chegada de sete modelos novos em 2012


Fonte: GM Notícias
Via: ABRAC ONLINE



A General Motors do Brasil e a marca Chevrolet, que a acompanha desde o primeiro dia de atividade no País, em 26 de janeiro de 1925, completaram, nesta quinta-feira (26/01/2012), 87 anos de uma história de sucesso no Brasil. Neste ano de 2012 a empresa conclui o programa quinquenal de investimentos da ordem de R$ 5 bilhões, iniciado em 2008 e que prevê a modernização e a ampliação industrial, além da chegada, no período de fevereiro a dezembro deste ano, de sete modelos totalmente novos ao mercado brasileiro, no maior programa em um único ano de lançamentos já ocorrido em quase nove décadas nas atividades da empresa no país.

Primeiras instalações da GMB
"Após cumprirmos os principais objetivos em 2011, vivenciamos agora em 2012 um ano especialíssimo, no qual vamos concluir o nosso planejamento iniciado em 2008. Lançaremos sete veículos totalmente novos ao consumidor brasileiro e isto nos possibilita uma excelente oportunidade de crescimento nas nossas vendas e nos nossos negócios", destaca Grace Lieblein, que assumiu a presidência da GM do Brasil no início de junho de 2011. Ela revela também que atualmente a empresa avalia o próximo programa de investimentos para o qüinquênio 2013-2017.
O atual programa de investimentos inclui as expansões nas fábricas da GM em São Caetano do Sul e São José dos Campos, ambas em São Paulo, e Gravataí (RS), além da construção de uma nova fábrica de motores e cabeçotes em Joinville (SC), cujo cronograma prevê o início de suas atividades até o final de 2012.
Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil, acrescenta que o atual programa de investimentos já contou com o lançamento de vários modelos nos últimos três anos, a exemplo do Agile, nova picape Montana, Celta, Prisma e Classic reestilizados, Captiva com novos motores, os importados Malibu, Camaro e Omega Fittipaldi, e, no final do segundo semestre de 2012, os carros globais Cruze e Cobalt. "Temos e continuaremos a oferecer o maior portifólio de modelos do mercado brasileiro", assegura o executivo.
Segundo Marcos Munhoz, "a empresa aposta no futuro e a maior prova disso é o investimento em tecnologia, ampliação de capacidade produtiva e desenvolvimento de novos veículos. Tudo isso respeitando o meio-ambiente, investindo nas pessoas, apoiando as comunidades e sempre buscando o crescimento sustentável".
Para ele, "a companhia demonstra de forma inequívoca seu compromisso com o futuro do país. Nos últimos 87 anos, a GM do Brasil e a Chevrolet conquistaram a confiança dos brasileiros, tornando-se modelo para as outras unidades da GM no mundo. Hoje a Chevrolet tem quase 600 pontos de vendas e serviços de assistência técnica em todo o país, além de oferecer a maior linha de veículos 100% flex". Em 2011 a Chevrolet vendeu no mercado brasileiro 632.219 veículos.
A operação da GM do Brasil é a terceira maior da GM mundial, ficando atrás apenas da China e Estados Unidos. Já a marca Chevrolet manteve-se em segundo lugar no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
A GM do Brasil fechou o ano de 2011 com um efetivo de 24.075 empregados diretos em todo o país, distribuídos nos três complexos industriais que produzem veículos – São Caetano do Sul e São José dos Campos, no estado de São Paulo, e, Gravataí, no Rio Grande do Sul – e unidades em Mogi das Cruzes (fábrica de componentes estampados para os veículos descontinuados e atuais e conjuntos e subconjuntos para os veículos atuais), Sorocaba (Centro Logístico Chevrolet) e Indaiatuba (Campo de Provas da Cruz Alta).

Monday, January 23, 2012

Graças ao Cobalt, Chevrolet lidera em janeiro



Fonte: Interpress Motors
Via ABRAC ONLINE
O Chevrolet Cobalt, lançado em novembro, foi um dos destaques no ranking de vendas da primeira quinzena do ano. O novo sedã da emplacou 2.762 unidades e ficou na nona colocação entre os automóveis de passeio. Com isso, a General Motors terminou a primeira quinzena de janeiro na primeira colocação entre as fabricantes, com 25.231 unidades e 21,14% de participação.

O resultado alcançado pelo Cobalt representa 11% de tudo o que a montadora vendeu no período. E o novo sedã não chegou a prejudicar o mercado de outros sedãs da Chevrolet. As vendas do Classic, que englobam também o Corsa Sedan que o Cobalt sucede, atingiram 5.660 unidades nos primeiros quinze dias de novembro e 4.514 em janeiro. Ou seja, foram vendidos 7.276 sedãs compactos da marca neste mês, contra 5.660 no mesmo período de novembro.

Uma das razões para este crescimento do Cobalt foi a regularização de sua oferta. Ainda com pouco estoque nos concessionários, o sedã vendeu somente 869 unidades na primeira quinzena de dezembro. Agora o modelo já é o terceiro sedã mais vendido do Brasil, atrás somente de seu irmão Classic e do rival VW Voyage.

Wednesday, January 18, 2012

GM lidera vendas na primeira quinzena


Fiorella Fatio


Fiorella Fatio
Via: Abrac ONLINE
Ainda que em uma análise apenas quinzenal, o ano começou com boas notícias no que se refere às vendas de veículos. O mercado registrou na primeira metade de janeiro elevação de 4% nos índices de comercialização ante mesmo período de 2011, com 126 mil unidades, graças aos números obtidos nos segmentos de automóveis e comerciais leves. De forma surpreendente a líder Fiat caiu para a terceira posição na quinzena, liderada pela GM, ainda que em empate técnico com a Volkswagen.
General Motors e Volkswagen empataram tecnicamente na liderança do mercado na quinzena, com 21,1% de participação cada – foram apenas 51 unidades a favor da GM. A Fiat, líder de 2011, ficou na terceira posição ao responder por 20,4% das vendas.

Chevrolet mais vendido nos primeiros 15 dias do ano foi o Celta, com 6.398 unidades emplacadas. O compacto foi o terceiro carro mais vendido do país nesta quinzena; a frente estão VW Gol (9.429) e Fiat Uno (8.432). Na lista dos 10 mais vendidos a GM ainda aparece com o Chevrolet Corsa Sedã, na 6º posição (4.514), e com o recém-lançado Chevrolet Cobalt na 9º (2.762).
Porém, a venda de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus na primeira quinzena de janeiro somou 126.348 unidades, queda de 24,31% na comparação com o mesmo período de dezembro de 2011, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação a igual período de janeiro do ano passado, a alta foi de 4%
Na média foram emplacadas 11,5 mil unidades por dia, resultado bem inferior ao registrado na primeira quinzena de dezembro, quando, em média, os licenciamentos alcançaram 15,2 mil veículos por dia. Porém historicamente as vendas em janeiro desaceleram na comparação com o mês anterior, devido ao período de férias dos consumidores.
Os segmentos de veículos pesados registraram retração neste começo de 2012 na comparação com idêntico período do ano passado: as vendas de caminhões cederam 5,2%, para 5,9 mil unidades, e as de ônibus caíram 16,7%, para 1,1 mil. O mercado de leves teve comportamento oposto, com alta de 4,7% nas vendas, para 119,3 mil unidades.
N.R.: com informações da Autodata, Agência Estado e Motor Dream

Thursday, January 12, 2012

CEO da GM diz que já vê resultado na renovação da linha no Brasil


Fonte: G1.com   
via ABRAC ONLINE

Em entrevista a jornalistas brasileiros, o CEO da marca, Dan Akerson, reconheceu que a linha da General Motors necessitava ser atualizada no país e festejou os primeiros resultados desses processo.

"Há 18 ou 19 meses, nosso portfólio estava envelhecido e precisava ser renovado. Começamos um investimento duplo, onde aplicamos em novos produtos e capacidade de produção. Os resultados de venda e opinião pública de Cobalt e Cruze mostram que estavamos corretos."
Até dezembro, a montadora deverá concluir boa parte da atualização de seus produtos no Brasil que, após o lançamento dos sedãs Cruze e Cobalt, contará com a nova S10, o Cruze hatch, o hatch Sonic, o Cobalt automático, entre outras novidades. A marca terá 7 lançamentos até dezembro.

Investimentos continuam
Um novo ciclo de investimentos será anunciado ainda neste ano, segundo Jaime Ardila, ex-presidente da filial brasileira da montadora norte-americana, que atualmente comanda a GM América do Sul, e que acompanhava Akerson na entrevista.
Terceiro maior mercado da General Motors no mundo, o Brasil continuará recebendo investimentos, reforçou Akerson. O país só fica atrás de China e dos Estados Unidos em vendas para a montadora. "É um mercado-chave para a GM, já que metade da população mundial vive no BRIC", disse o executivo, se referindo ao bloco comercial formado pelos também emergentes Rússia, Índia e China.
Opel
Altamente deficitária em 2010, ano em que registrou prejuízo de US$ 1 bilhão, a agora recuperada Opel continuará sob a administração da GM – embora muitos boatos em 2011 afirmavam que a divisão europeia da companhia seria vendida. De acordo com Akerson, ela deverá ter, até 2014, 80% de seus produtos com, no máximo, 3 anos de vida.
No entanto, a presença da Opel no Brasil, outrora praticamente dominante nos produtos comercializados no mercado brasileiro, como Omega, Kadett, Vectra, Astra e Corsa, tenderá a diminuir: quem tem assumido seu lugar como fornecedora de projetos para o país é a sul-coreana Daewoo, mentora do Cruze, por exemplo.
Segundo Akerson, a marca asiática tem sido mais "flexível" em desenvolver plataformas globais, que fazem parte da estratégia da marca para se manter na liderança mundial de vendas.
No entanto, a Opel como marca em si retornou à América do Sul. A primeira operação aberta foi no Chile. Porém, devido ao "custo Brasil", está longe de bater às portas do país.
   

Saturday, December 24, 2011

General Motors faz recall da Captiva







Redação AB

www.automotivebusiness.com.br


A General Motors anunciou recall da Captiva, que pode apresentar falha na lubrificação da direção hidráulica. Há risco de vazamento do fluido caso o motorista conduza no modo manual por mais de cinco minutos na primeira marcha. Em casos extremos, o defeito pode causar incêndio no compartimento do motor.


A campanha envolve 15,6 mil unidades no mundo, 3.120 delas no Brasil. Este é o segundo recall da companhia na última semana, que convocou também o recém-lançado Cobalt. Segundo a empresa, o pedal do freio do sedã pode falhar e causar acidentes.

Os proprietários dos veículos devem agendar atendimento pelo telefone 0800-7074200 ou em www.gm.com.br

Monday, December 5, 2011

MOTOR DREAM: Leitor flagra nova minivan da Chevrolet em estrada de São Paulo



No dia 25/11, vi a Nova Meriva da foto andando na Rodovia Santos Dumont, em Indaiatuba (SP). Como vemos nas imagens, parece que a traseira está alongada, porém segue as mesmas linhas da atual. Tem alguma novidade vindo aí?

Nota da redação: A "Nova Meriva" é, na verdade, o projeto PM7, como é conhecido até o momento o carro que substituirá Meriva e Zafira no ano que vem. Usando a plataforma do Cobalt, a nova minivan chega por volta de fevereiro, usando motores de 1.4 e 1.8 litro