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Tuesday, February 14, 2012

Primeiras impressões- BMW S 1000 RR


Superesportiva alemã mudou pouco no visual e continua com 193 cv. Mas ‘emagreceu’ 5 kg e ganhou evoluções na ciclística.















Gerson Campos 








A BMW demorou a entrar no segmento de motos superesportivas, mas virou
referência em tecnologia quando lançou a S 1000 RR, em 2009. Três anos
depois, as concorrentes se mexeram. A BMW não ficou parada e, durante
esse período, já preparava a nova versão de sua moto mais rápida, que
chega às lojas da marca em março apenas em uma opção de R$ 69.900 (a
pintura de três cores eleva o preço a R$ 72.400).




BMW S 1000 RR (Foto: Divulgação)BMW S 1000 RR (Foto: Divulgação)

Como é comum entre as fabricantes alemãs, as mudanças durante a metade
do ciclo de vida de um produto são sutis. Visualmente, a S 1000 RR
continua praticamente a mesma, mas uma olhada mais criteriosa permite
notar as novidades: a maior delas é a rabeta, que está mais estreita. Na
lateral, a forma das entradas de ar também mudou sutilmente, assim como
o painel de instrumentos, que traz novo grafismo.



Se a “plástica” foi sutil, o “regime” deu mais trabalho: para perder 5
kg, a moto teve diversas peças redesenhadas. Na mesa, por exemplo, foram
130 gramas a menos. “O foco principal foi a redistribuição de peso, em
especial na parte dianteira”, explica Cláudio Peruche, responsável pela
área de pós-vendas da BMW Motorrad.




Veja concorrentes da BMW S1000 RR (Foto: Arte G1)

Além da perda de peso, a representante da BMW no universo das pistas de
corrida ganhou alterações na suspensão, chassi, amortecedor de direção
(agora com 10 níveis de regulagem para evitar movimentações indesejadas
no guidão) e amortecedor traseiro.



Moto eletrônicaO G1 avaliou a S
1000 RR no mesmo autódromo em que a Dafra Roadwin 250R foi apresentada,
em Indaiatuba, a 78 km de São Paulo. Em uma pista estreita como a usada
para o evento, a cautela era o principal pré-requisito a bordo de uma
moto de 193 cv de potência a 13.000 rpm e 11,4 kgfm de torque a 9.750
rpm.



São números que deixam muito carro esportivo para trás. Quando se
analisa a relação peso/potência, a BMW já é capaz de encarar modelos de
competição. São apenas 178 kg (a seco) para 193 cv, o que resulta em
0,92 kg/cv. Se a conta for feita considerando o peso em ordem de marcha
(204 kg), com lubrificantes e 90% da capacidade do tanque de gasolina, o
número sobe para 1,05 kg/cv. Para ter ideia, um carro de Fórmula 1 pesa
640 kg (com o piloto) e tem cerca de 750 cv, o que resulta em 0,85
kg/cv.




BMW S 1000 RR (Foto: Divulgação)BMW S 1000 RR (Foto: Divulgação)

Estamos diante de uma moto que deve ser usada apenas por pilotos
profissionais ou motociclistas muito experientes, certo? Não. Graças aos
inúmeros comandos eletrônicos presentes, a S 1000 RR vai desde uma
“dócil” esportiva de 163 cv com freios ABS e controle de tração nos
modos menos permissivos a um “míssil” de 193 cv com toda a eletrônica
desativada.





Visando justamente tornar a tarefa de explorar a potência da
motocicleta algo menos perigoso para quem é novato neste mundo, a S 1000
RR tem quatro modos de mapeamento do motor: Rain (chuva), Sport
(esportivo), Race (corrida) e Slick, este último indicado apenas para
autódromos em que a moto pode utilizar pneus “slicks” (lisos)
apropriados para corridas.



No primeiro modo, a potência fica limitada a 163 cv. O ABS e o controle
de tração atuam de forma conservadora, visando muito mais a segurança
do que o alto desempenho em uma pista. No segundo modo, os 193 cv já são
liberados, e a eletrônica atua de forma menos contundente. O mesmo
acontece nos modos seguintes. Pilotos experientes podem optar por
desligar completamente os controles.




BMW S 1000 RR (Foto: Divulgação)BMW S 1000 RR (Foto: Divulgação)

Com o “anjo da guarda” eletrônico, a S 1000 RR realmente não assusta.
No modo Rain, Mesmo que o piloto vire o acelerador de forma mais rápida,
a resposta é suave. O mesmo acontece com o controle de tração:
acelerando com a moto ainda inclinada, o software atua de forma
discreta, sem cortar a potência, mas transferindo-a com mais suavidade.
Em resumo: se você acelerar 50%, ela transferirá uma porcentagem
inferior se entender que a inclinação ainda é alta para aquele modo
escolhido anteriormente no botão que fica no lado direito do guidão.



No Sport, a diferença é perceptível. O giro sobe mais rápido e o
acelerador obedece mais nas saídas de curva. No Race, a progressão já
indica que é bom não abusar muito ali. O mapeamento do motor fica mais
esportivo e o acelerador reage rapidamente. O modo Slick não foi
testado. Algo prudente em uma moto que passou dos 210 km/h em terceira
marcha (vale ressaltar que a avaliação foi feita em um autódromo).



Quatro cores e uma versão

A S 1000 RR 2012 chega às concessionárias da BMW em março em apenas uma
versão. “Optamos por não ter mais uma opção Standard e uma Full, como
antes”, explica Rolf Epp, diretor da divisão Motorrad da BMW. “Vendemos
600 motos no ano passado. Com a nova geração, acredito que possamos
crescer 20%”, diz o executivo.



Há quatro cores: Bluefire, Preto Safira Metálico, Vermelho Racing e
Branco Alpino (as duas cores são combinadas) e BMW Motorrad Motorsport,
combinação de branco, azul e vermelho que relaciona a motocicleta aos
modelos de competição da marca e acresce R$ 2.400 ao valor.




BMW S 1000 RR (Foto: Divulgação)BMW S 1000 RR (Foto: Divulgação)






Fonte: G1

Disponível no(a): http://g1.globo.com/carros

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Saturday, February 11, 2012

Serviços Veja dicas para comprar moto usada


Raspadas, gambiarra na fiação e desalinhamento podem indicar 'armadilha'.  Documentação também deve ser checada com atenção.











Moto Sahara (Foto: Fernando Garcia)Rivera e a Honda Sahara 97 que apresentou defeitos 17 dias após a compra (Foto: Fernando Garcia/G1)

O instalador de acessórios automotivos Bruno Augusto Rivera pensou que
estava fazendo um bom negócio ao comprar a moto usada de um amigo. Há 6
meses, ele adquiriu uma Honda Sahara 1997 com 39.000 km rodados por R$ 4
mil. “Aparentemente a moto estava em boas condições e ele me disse que
precisava substituir apenas um disco de embreagem”, relata. Porém,
depois de 17 dias, a moto já começou a apresentar outros problemas.





Na Sahara de Rivera havia uma série de defeitos entre tensor e corrente
de comando, válvulas de cabeçote, placa de partida e bomba e filtro de
óleo, que precisaram ser substituídos, além de uma retífica de pistões e
anéis. “Cheguei a reclamar ao antigo dono, mas ele não quis assumir a
causa. Aí preferi arcar com todo o prejuízo, que ficou em R$ 1.500,
entre peças e mão-de-obra”, lamenta. Atualmente, a motocicleta de Bruno
está passando por uma revisão.



O ideal, antes de comprar uma moto de segunda mão - desde que esteja em
bom estado geral - é levá-la para ser avaliada por um mecânico de
confiança. “Aconselho a pesquisar bastante e não comprar por impulso”,
alerta João Itamar, gerente de pós-venda da concessionária Comstar, em
São Paulo. Algumas "armadilhas" podem ser facilmente detectadas com uma
inspeção visual no veículo. O G1 ouviu especialistas para saber quais são os pontos a checar.





A aparência vai revelar o cuidado que o atual dono teve com a moto. Por
isso, a melhor maneira de descobrir o estado geral é ver se há pontos
de ferrugem, raspões, riscos, trincas, manchas, opacidade dos
componentes, peças e acessórios soltos e desregulados, etc. Procure
também por soldas feitas recentemente e desconfie se a moto antiga
estiver com a pintura muito nova, o que pode ser sinal de reforma.



Outra maneira de descobrir possíveis indícios de tombo ou batida, é
checar o estado de guidão, manetes, retrovisores, escapamentos,
lanternas e demais acessórios, que não podem conter riscos ou trincas.
"Caso a moto estiver com qualquer um destes defeitos, aconselho a
desistir da compra, pois é um forte sinal de que ela já tenha sofrido
uma colisão. Qualquer desalinhamento de rodas ou suspensão, ainda que
leves, no futuro pode trazer consequências ao novo proprietário",
aconselha Edson Esteves, professor de engenharia mecânica do Centro
Universitário da Fundação Educacional Inaciana (FEI).






Qualquer desalinhamento de rodas ou suspensão, ainda que leves, no futuro pode trazer consequências"



Edson Esteves, professor de engenharia mecânica da FEI


Além disso, Esteves aconselha a fazer um test drive, pois através dele é
possível notar alguns problemas com desalinhamento. "Uma moto com o
quadro ou suspensão empenada tende a inclinar para um dos lados ao virar
o guidão e, futuramente, vai comprometer outros componentes como os
pneus que vão desgastar com mais facilidade em um dos lados", explica.



Por falar neles, verifique se há desgastes irregulares, ou seja, o lado
esquerdo mais gasto que o direito, por exemplo. "O desgaste tem de ser
uniforme na parte central do pneu, tanto o dianteiro, quanto o
traseiro", diz o empresário Robson Portela, da oficina especializada em
motos nacionais e importadas LR Motos, de São Paulo . Os especialistas
alertam para o fato de que algumas lojas de motos podem tentar mascarar o
problema instalando pneus novos. A dica é desconfiar de motos muito
usadas com pneus novos.



Outro ponto fundamental é a parte elétrica. Peça ao vendedor retirar
todos os componentes que cobrem o chicote elétrico, como o assento e a
carenagem plástica. A fiação precisa estar em ordem e sem emendas ou
descascadas. "Aproveite e teste o funcionamento dos faróis, luzes
repetidoras de direção (setas), luz de freio e buzina, completa.



Para avaliar o sistema de escapamento, a melhor forma é ligar a moto,
para verificar ruídos excessivos no funcionamento, o que pode indicar
furos nos canos. "Evite comprar as unidades com escapamento esportivo,
pois as chances de serem reprovadas em uma inspeção veicular
obrigatória, se houver no seu estado ou cidade, serão grandes", revela
Portela.



O que diz o hodômetroNem sempre a boa aparência é
garantia de aquisição segura. "Aconselho as pessoas a tomarem cuidado
com motos muito rodadas. Uma moto do ano 2006 com o hodômetro marcando
50.000 km, por exemplo, já é bom fugir, pois nem sempre o antigo dono
fez as devidas revisões recomendadas pelo fabricante”, explica o gerente
de pós-venda, João Itamar.



Por falar em quilometragem, atenção com as motos 'pouco rodadas'.
Apesar do que aparece no hodômetro, elas podem revelar a idade avançada
em outros pontos, como pedaleira gasta. “Uma moto com 5.000 km, por
exemplo, não pode ter este componente desgastado. Quando abaixar para
ver as pedaleiras, aproveite para ver se não estão raladas, sinal de
tombo”, indica Itamar.




Moto usada (Foto: Fernando Garcia)Analisador de gases avalia alterações nas emissões de gases e ruídos (Foto: Fernando Garcia/G1)

Outra regra importante ao comprar a moto usada, principalmente de
lojista, é exigir o serviço de mapeamento realizado através de um
equipamento apropriado como o analisador de gases, por exemplo. Com ele,
é possível diagnosticar alterações, como emissões de gases e ruídos,
fora do padrão exigido, por exemplo, pela Controlar -órgão de inspeção
ambiental veicular, que atua em São Paulo.



A visita ao mecânico vale para verificar itens "como as trocas de óleo
do motor, freios dianteiro e traseiro, pneus etc", explica o empresário
Robson. O especialista saberá verifcar o alinhamento do chassi e o
conjunto da suspensão. Se qualquer um destes componentes estiver
minimamente desalinhado, é possível que a moto já tenha sofrido uma
colisão.



Seus direitos

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a pessoa que adquirir
qualquer veículo - novo ou usado- em estabelecimentos comerciais e
descobrir algum tipo de problema tem um prazo de 90 dias para fazer
reclamação à loja.



“Caso o defeito não seja solucionado em 30 dias, a pessoa poderá exigir
a troca do veículo por outro da mesma espécie ou cancelar a compra, com
a devolução da quantia paga ou o abatimento proporcional do preço”,
explica Carina Minc, assessora técnica do Procon-SP. Além da garantia
estabelecida de 90 dias, a loja também poderá fornecer ao cliente uma
garantia contratual, que não é obrigatória. Neste caso, o comprador
poderá exigir um termo por escrito especificando quais as condições da
garantia oferecida.



Para o caso de compras diretas de pessoas físicas, "a garantia é de 30
dias após a compra”, diz Carina. O negócio é regido pelo Código Civil.
Se o problema não for resolvido entre as partes, a pessoa que se sentir
lesada poderá procurar a Justiça.



Documentação

Outro item que merece atenção por parte do comprador é a documentação. É
lá que constarão todas as informações da marca, modelo, ano/modelo,
chassi, placa e cor. “É de suma importância o interessado conferir o
número do chassi que é gravado no quadro da moto com a documentação.
Além disso, os números precisam estar legíveis, o que garante a sua boa
procedência”, alerta Portela. O número do chassi é impresso atrás do
garfo.



Também é recomendável verificar no Detran se a placa bate com os
números do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Outros
cuidados são com relação a dívidas ou alienação junto a instituições
financeiras, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA),
seguro obrigatório (DPVAT) etc.



Observe também se a moto possui o manual do proprietário e o livreto de
manutenção do veículo. Exija do antigo proprietário estes documentos,
que devem ser carimbados com as revisões obrigatórias. Caso o antigo
dono diga que perdeu ou que o manual não veio quando ele comprou a moto,
o melhor a fazer é desistir da compra, diz Portela. “O manual com todas
as revisões mostra um dono cuidadoso. Dê preferência para os que têm os
carimbos das revisões."





Fonte: g1.globo.com

Disponível no(a): http://g1.globo.com/carros

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Monday, February 6, 2012

Harley - Davidson - Harley-Davidson anuncia comemorações pelo 110º aniversário




Harley-Davidson anuncia comemorações pelo 110º aniversário  


A célebre marca de motocicletas norte-americana fará uma série de eventos comemorativos em 2013
por Túlio Moreira
MotorDream


A Harley-Davidson surgiu em 1903, como um pequeno empreendimento capitaneado pelos amigos de infância William S. Harley e Arthur Davidson, em Milwaukee, maior cidade do estado norte-americano de Wisconsin. Em 2013, portanto, será comemorado o 110º aniversário de uma das mais aclamadas marcas de motocicletas do planeta. A H-D não deixará a data passar em branco e organizará uma série de eventos em Roma, na Itália, e em sua cidade natal, Milwaukee.

O encontro em Roma está agendado para os dias 13 a 16 de junho, incluindo desfile de motociclistas, exposição de motos, show de customização e atividades que também englobarão o Vaticano e o porto de Óstia. Nos EUA, haverá uma gigantesca festa durante o fim de semana do Dia do Trabalho local, entre 29 de agosto e 1º de setembro. Na ocasião, também será comemorado o 30º aniversário do H.O.G. (Harley Owners Group), que reúne quase um milhão de donos de motocicletas da marca ao redor do mundo – 10 mil somente no Brasil.

O site www.harley-davidson.com/110 vai ajudar quem participar da festa, com informações de hospedagem em Milwaukee e Roma. A Harley-Davidson é conhecida pelos tradicionais encontros de proprietários. O Harley Days, por exemplo, reúne admiradores da marca e conta com edições em países como Espanha, Croácia, Alemanhã e Estados Unidos. No ano passado, a marca realizou a primeira edição no Rio de Janeiro, com direito a test drives para o público, lojas de roupas e acessórios e apresentações especiais.















Postado por: Ícaro Nunes
Fonte: Motor Dream
Disponível no(a): http://motordream.uol.com.br/
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Monday, December 5, 2011

Castrol reformula linha Actevo para Motos

A linha de lubrificantes ACTEVO, para motos 4T, que já contava com a tecnologia TRIZONEä,, desenvolvida pela CASTROL para garantir adequada proteção do motor, embreagem e transmissão, aperfeiçoa sua fórmula que contém agora, Moléculas de Proteção Ativa, que protegem até quando a moto está desligada. Além disso, a linha ACTEVO ganha mais um lubrificante, CASTROL ACTEVO EXTRA 4T  10W-30 que proporciona economia de combustível e menor emissão de gases poluentes.Para motos quatro tempos (4T), a CASTROL oferece uma linha de óleos lubrificantes adequada a cada finalidade de uso - desde as mais potentes até as para transporte diário - que garante sua perfomance, durabilidade e resistência. Todos os lubrificantes que já contavam com a exclusiva tecnologia TRIZONEä ganham, agora, moléculas de proteção ativa.A nova e exclusiva tecnologia desenvolvida pela CASTROL, com Moléculas de Proteção Ativa, proporciona efetiva proteção contra o desgaste e maior vida do motor, através da formação de película de lubrificação permanente, mesmo quando a moto está desligada. Isto significa proteção constante, em todas as situações, principalmente durante a partida, responsável pela maior parte do desgaste do motor.
CASTROL ACTEVO EXTRA 4T 10W-30 é um lubrificante semissintético também com  a exclusiva  tecnologia de moléculas de proteção ativa, desenvolvido para atender a demanda de alguns dos principais fabricantes de motos, que produzem motores com menores folgas, que trabalham sob condições severas e que também estão empenhados na redução do consumo de combustível e em produzir emissões mais limpas. CASTROL ACTEVO EXTRA 4T 10W-30 oferece maior resistência às altas temperaturas e ao envelhecimento, mantendo suas características originais de desempenho por mais tempo. Proporciona eficaz proteção contra o desgaste e otimiza o funcionamento do conjunto motor, embreagem e transmissão. O novo lubrificante atende às especificações API SJ e JASO MA2 e está disponível em embalagem de 1 litro.

Wednesday, November 23, 2011

NORMA ABNT DO INMETRO REGULAMENTARÁ EM


Por meio da norma ABTN 14.958-5 categoria L (veículos de duas rodas), o INMETRO regulamentará, em 2012, os materiais de atrito produzidos no Brasil para pastilhas e patins de freio de motos, com a exigência dos mais severos requisitos de desempenho e durabilidade.Ainda não existe uma data específica para a norma entrar em vigor, mas o presidente da TMD Friction do Brasil e também conselheiro do Sindipeças e do IQA, Feres Macul Neto, estima que isso aconteça em seis meses, no mais tardar. O IQA – Instituto da Qualidade na Indústria Automotiva – é quem fornece suporte para vários itens das regulamentações do INMETRO, incluído os de freios.O importante para Feres é que esta regulamentação salvará muitas vidas no crescente mercado de duas rodas, onde já existe uma moto para cada 18 brasileiros. E adianta que sua empresa, líder mundial na produção de lonas e pastilhas para sistemas de freio, há muito já atende e extrapola as exigências da futura regulamentação.

Destaque-se o processo do patim de freio moldado da TMD - patenteado (PI 9001700-5) em 2000 - gera melhor integridade estrutural e uniformidade do material de atrito sobre a superfície do patim de alumínio. Sua configuração ainda reduz o risco de “desplacamento”, além de eliminar vibrações e ruídos normais na tradicional configuração colada.Com amplo leque de produtos para sistemas de freio de motos de qualquer cilindrada, o Grupo TMD Friction, no Brasil fabricante dos produtos Cobreq, possui três centros de pesquisa e desenvolvimento de materiais de atrito. Um deles encontra-se na Alemanha, onde a empresa é fornecedora de produtos originais para as motos BMW.

Monday, October 3, 2011

Honda inicia projeto especial para os modelos de alta cilindrada

Sonho de consumo para os consumidores brasileiros, o segmento de motocicletas de alta cilindra (acima de 450cc) vem ganhando cada vez mais espaço no mercado nacional. Pensando nisso, a Moto Honda implanta em sua rede de concessionárias o projeto “Honda Dream”, um conceito que visa atender de maneira diferenciada e exclusiva o público aficionado por modelos de alta cilindrada.
Mais que ampliar o line up de produtos, a empresa quer aumentar a satisfação e o prazer de seus clientes em utilizar o produto. A partir de agora as concessionárias Honda que comercializam modelos acima de 450cc nacionais e importados têm a possibilidade de disponibilizar estrutura e equipes dedicadas a este segmento.
Estrutura exclusiva
Visando elevar a qualidade no atendimento e tornar a Honda um referencial neste novo conceito, a rede de concessionárias poderá oferecer dois espaços diferentes para adequar o seu negócio.
O “Espaço Dream” será uma área reservada especial, que oferecerá atendimento personalizado e especializado para comercialização deste tipo de motocicleta.
Já o “Ponto Dream” permitirá uma área exclusiva dedicada, com estrutura completa de atendimento de vendas e pós-venda, incluindo os boxes do Serviço Expresso e de lavagem.
As concessionárias da marca que seguirem o conceito “Dream” também contarão com boutique para oferecer acessórios e vestuários de alto valor agregado. Ou seja, a empresa possibilitará ao consumidor vivenciar experiências que condizem com o seu estilo de vida.
Com identidade visual diferenciada, as concessionárias adequadas ao conceito “Honda Dream” iniciam atividades a partir de outubro. Neste primeiro mês, já são 60 concessionárias habilitadas. A expectativa é de que 100 unidades estejam em funcionamento com este atendimento diferenciado e exclusivo até o final de 2011.