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Monday, February 6, 2012

Honda - NSX ganha emblema da Honda em Genebra




NSX ganha emblema da Honda em Genebra 


Modelo deve chegar às ruas norte-americanas em 2015

por Alyne Bittencourt
MotorDream


Em janeiro o retorno da legendária “Ferrari japonesa” ficou um passo mais próximo da realidade quando o NSX Concept foi apresentado no Salão de Detroit como um modelo da Acura, marca norte-americana da Honda. Mas no Salão de Genebra, na estreia europeia do superesportivo, ele irá aparecer ostentando o emblema da marca japonesa.

O protótipo é o mesmo de Detroit, apenas a logomarca mudou. O conceito antecipa a terceira geração do superesportivo que foi comercializado de 1990 a 2005. Um motor V6 central com injeção direta de combustível com potência superior a 300 cv anima o NSX Concept. O modelo conta ainda com um conjunto elétrico que oferece mais 100 cv, e freios regenerativos fornecem energia adicional para o sistema híbrido.

De acordo com a Honda, o NSX, que está sendo desenvolvido no Centro de Pesquisa da Honda em Raymond, Ohio, começará a ser vendido nos Estados Unidos dentro de três anos.











Postado por: Ícaro Nunes
Fonte: Motor Dream
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Renault - Renault já começou a produzir o elétrico Zoe




Renault já começou a produzir o elétrico Zoe 


Compacto 100% elétrico chega ao mercado europeu em outubro

por Túlio Moreira
MotorDream


O nome Zoe surgiu pela primeira vez no Salão de Genebra de 2005, como um conceito urbano de três lugares. Em 2009, foi a vez de um protótipo homônimo com motor elétrico estrear no Salão de Frankfurt. O Zoe que a Renault começa a vender na Europa em outubro é herdeiro direto do conceito mostrado no motorshow alemão, apresentado posteriormente com alguns ajustes, no Salão de Paris de 2010. 

A marca francesa já construiu 52 unidades pré-série do Zoe definitivo e agora trabalha nos últimos detalhes da fábrica de Flins, para dar início à produção em série do modelo. O modelo de produção seguirá as linhas básicas do último conceito, mostrado em Paris. O Zoe é um hatch compacto com porte semelhante ao Clio. O carro é equipado com um motor elétrico de 86 cv e tem baterias de íons de lítio que garantem autonomia de cerca de 200 km. 

O elétrico será vendido por aproximadamente 21 mil euros, tornando-se uma das opções com esse tipo de motorização mais acessíveis do mercado europeu. O Zoe terá programa de aluguel de bateria semelhante ao do Fluence ZE. No caso do sedã, o aluguel da bateria fica entre 82 e 96 euros para circular de 10 mil a 15 mil quilômetros por ano. O contrato é assinado por 36 meses e já inclui os custos de manutenção e serviços, incluindo a descarga das baterias.















Postado por: Ícaro Nunes
Fonte: Motor Dream
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Harley - Davidson - Harley-Davidson anuncia comemorações pelo 110º aniversário




Harley-Davidson anuncia comemorações pelo 110º aniversário  


A célebre marca de motocicletas norte-americana fará uma série de eventos comemorativos em 2013
por Túlio Moreira
MotorDream


A Harley-Davidson surgiu em 1903, como um pequeno empreendimento capitaneado pelos amigos de infância William S. Harley e Arthur Davidson, em Milwaukee, maior cidade do estado norte-americano de Wisconsin. Em 2013, portanto, será comemorado o 110º aniversário de uma das mais aclamadas marcas de motocicletas do planeta. A H-D não deixará a data passar em branco e organizará uma série de eventos em Roma, na Itália, e em sua cidade natal, Milwaukee.

O encontro em Roma está agendado para os dias 13 a 16 de junho, incluindo desfile de motociclistas, exposição de motos, show de customização e atividades que também englobarão o Vaticano e o porto de Óstia. Nos EUA, haverá uma gigantesca festa durante o fim de semana do Dia do Trabalho local, entre 29 de agosto e 1º de setembro. Na ocasião, também será comemorado o 30º aniversário do H.O.G. (Harley Owners Group), que reúne quase um milhão de donos de motocicletas da marca ao redor do mundo – 10 mil somente no Brasil.

O site www.harley-davidson.com/110 vai ajudar quem participar da festa, com informações de hospedagem em Milwaukee e Roma. A Harley-Davidson é conhecida pelos tradicionais encontros de proprietários. O Harley Days, por exemplo, reúne admiradores da marca e conta com edições em países como Espanha, Croácia, Alemanhã e Estados Unidos. No ano passado, a marca realizou a primeira edição no Rio de Janeiro, com direito a test drives para o público, lojas de roupas e acessórios e apresentações especiais.















Postado por: Ícaro Nunes
Fonte: Motor Dream
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Mercedes - Benz - Citan é a nova proposta da Mercedes para transporte urbano




Citan é a nova proposta da Mercedes para transporte urbano 


Nova van compartilhará a plataforma do Renault Kangoo

por Túlio Moreira
MotorDream


A Mercedes revelou sketches do Citan, um novo modelo para o segmento de vans leves, que será produzido em parceria com a aliança Renault-Nissan. O modelo será construído sobre a mesma plataforma do Kangoo, com capacidade de carga de cerca de 2,5 toneladas. O Citan seria, então, o modelo de entrada da marca alemã na categoria dos utilitários comerciais leves, que já conta com Vito, Sprinter e Vario na Europa. 

O objetivo da Mercedes é abocanhar entre 4% e 5% do segmento de vans pequenas na Europa – 700 mil unidades por ano. Ou seja, a marca da estrela de três pontas quer vender entre 28 mil e 35 mil unidades por ano. Para tanto, o Citan deve ter preço acessível de aproximadamente 11.900 euros – valor cobrado pela versão mais básica do Kangoo no continente. 


 


Apesar de ter divulgado apenas esboços do modelo, a Mercedes já deixou claro que pretende produzir o Citan em série. A van já está sendo, inclusive, divulgada em um site especial para o mercado europeu. O interior terá resquícios do Kangoo, com alguns detalhes do painel e dos comandos idênticos ao do utilitário francês. O volante e o freio de mão, no entanto, serão diferentes. 

O Citan terá motores a gasolina e diesel, com o sistema de eficiência energética BlueEFFICIENCY, que reduz a emissão de gases poluentes e melhora os níveis de consumo de combustível. A Mercedes também cogita uma versão elétrica, que poderia aproveitar a tecnologia desenvolvida para o Kangoo Z.E., lançado no ano passado. Esta configuração custa 20 mil euros, sem contar incentivos governamentais.











Postado por: Ícaro Nunes

Fonte: Motor Dream
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Nissan - Nissan formaliza esta semana patrocínio aos Jogos Olímpicos do Rio 2016




Nissan formaliza esta semana patrocínio aos Jogos Olímpicos do Rio 2016 


Marca japonesa poderá lançar séries e edições especiais com temática olímpica

por Túlio Moreira
MotorDream


Como foi adiantado por MotorDream em janeiro, a japonesa Nissan será uma das patrocinadoras oficiais dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016, substituindo a alemã BMW, marca automobilística oficial das Olimpíadas de Londres deste ano. O anúncio será feito na próxima quarta-feira (8), durante coletiva de imprensa com o presidente da Nissan do Brasil, Christian Meunier, e o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, Carlos Nuzman, no Rio de Janeiro.

A fabricante nipônica foi escolhida pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos como patrocinadora do evento na categoria Automóveis, após vencer licitação. A montadora japonesa se junta a Bradesco e Bradesco Seguros (Bancos), Claro e Embratel (Telefonia) e Nike (Material Esportivo). O valor oficial desembolsado para a cota de patrocínio será revelado durante a coletiva, mas a imprensa carioca cogita a quantia de R$ 320 milhões.

Como patrocinadora, a Nissan poderá elaborar séries e edições especiais de seus modelos com temática olímpica, além de fornecer a frota que será utilizada por autoridades, organizadores e atletas durante o evento. A ação faz parte da ofensiva da montadora no Brasil. No primeiro semestre de 2014, começa a funcionar a fábrica de R$ 2,6 bilhões que a marca está construindo em Resende, no Sul fluminense. Com capacidade inicial para 200 mil veículos por ano, esta fábrica deve produzir March e Versa para o mercado nacional.








Postado por: Ícaro Nunes
Fonte: Motor Dream
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Ford - Ford EcoSport deixa Renault Duster para trás também na Argentina






Ford EcoSport deixa Renault Duster para trás também na Argentina 


Os descontos pela chegada da nova geração dão fôlego extra ao jipinho da Ford no país vizinho

por Túlio Moreira
MotorDream


No Brasil, o efeito novidade em torno do Renault Duster fez com que o utilitário esportivo compacto da marca francesa rapidamente ultrapassasse o veterano Ford EcoSport. Mas o jipinho fabricado em Camaçari, na Bahia, conseguiu reverter a situação e fechou janeiro com 132 unidades de vantagem – em dezembro, o Duster abriu frente de 699 unidades. Na Argentina, a badalação em torno do Duster havia sido ainda mais forte, e o modelo trazido de São José dos Pinhais, no Paraná, chegou a ser o quarto veículo mais vendido do país vizinho em novembro.

A proximidade com a nova geração fez surgirem os descontos para o EcoSport também no mercado argentino, e o utilitário da Ford conseguiu contornar a situação por lá. O jipinho emplacou 3.157 unidades na Argentina em janeiro – 6ª colocação no ranking geral –, enquanto o Duster fechou o mês com 2.660 vendas – 11º lugar geral. Na versão 1.6 Expression, o Duster sai por iniciais 88.950 pesos – cerca de R$ 35.400. É possível comprar um EcoSport por exatos 85 mil pesos – R$ 33.800 –, na versão 1.6 XL com tração 4X2.

A Ford parece não estar disposta a entregar a liderança do EcoSport na Argentina. O utilitário foi o sexto modelo mais vendido do mercado argentino em 2011, com 27.261 unidades – média de 2.271 mensais. A Renault começou a vender o Duster por lá apenas no finzinho de outubro. Mesmo assim, o modelo emplacou 4.865 unidades no ano passado – uma média de 2.432 unidades a cada mês. Para estimular o interesse pelo EcoSport, a Ford já abriu um cadastro on line para enviar novidades para consumidores que gostariam de comprar o modelo, com lançamento previsto no país vizinho para o final deste ano.










Postado por: Ícaro Nunes

Fonte: Motor Dream

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GM - Teste: Cobalt é o elemento surpresa da GM






Teste: Cobalt é o elemento surpresa da GM  


Cobalt já aparece entre os dez carros mais vendidos do país e põe a Chevrolet na liderança de vendas

por Rodrigo Machado
Auto Press


A Chevrolet está de volta ao primeiro lugar no mercado brasileiro de automóveis. E é na lista de modelos mais vendidos de janeiro que se encontra uma explicação mais detalhada para a virada de jogo da marca norte-americana – que não liderava as vendas no Brasil desde 2004, quando completou seus 80 anos de Brasil e também venceu o acumulado do ano. O Cobalt chegou em novembro com a missão de ampliar a necessária renovação de portifólio da Chevrolet no Brasil. No lançamento, a expectativa era boa – vender 3,5 mil carros por mês. E o começo foi até meio tímido, com apenas 2.156 unidades vendidas em dezembro. Mas já em janeiro, o segundo mês completo do Cobalt, mais de 5.900 exemplares foram emplacados. Nem o mais otimista dos executivos da General Motors do Brasil arriscaria tal prognóstico. 

Além de impulsionar a marca à liderança, deixando Fiat e Volkswagen para trás, as vendas do Cobalt também conseguiram incluí-lo no “top 10” de automóveis de passeio mais vendidos no Brasil. Na nona colocação, ele superou modelos já consagrados, como o Renault Sandero e Fiat Siena. Se incluídos também os utilitários, perde a nona posição para a picape Fiat Strada e fica em décimo. A título de comparação, os concorrentes diretos do segmento de sedãs compactos superiores – com motores acima de 1.0, mais espaço e mais equipamentos que os sedãs “de entrada” – tiveram desempenho muito mais tímido. O que chegou mais perto foi o Nissan Versa – pouco acima dos 1,5 mil exemplares. Carros mais antigos no mercado, como Honda City e Kia Cerato, foram muito mal, com cerca de 760 e 320 unidades cada, respectivamente.




 


Parte do mérito da GM está exatamente na concepção do produto. Como foi diversas vezes explicitado no lançamento do modelo, o público-alvo é a chamada “nova classe média brasileira” – o que não chega a ser uma ambição das mais originais. Aquele consumidor que melhorou de vida e não quer mais um “pé-de-boi” – carro com motor 1.0 e com poucos equipamentos de conforto e segurança – também está na alça de mira do concorrente Versa. Para sensibilizar essas pessoas, a proposta da GM foi por apostar no conforto embarcado em seu sedã. E isso fica bem óbvio já nas dimensões. São 2,62 metros de distância entre-eixos. Como comparação, o Cruze, sedã médio da Chevrolet, tem 2,68 metros – apenas 6 cm a mais. É praticamente um espaço de sedã médio em um compacto. O tamanho do porta-malas também impressiona. São 563 litros de bagagem.

Se foi até ousada de um lado, do outro, a GM resolveu não inventar. Mecanicamente, o Cobalt é pouco inovador. Traz o 1.4 Econo.Flex VHC, que estreou no Prisma em 2006 e está bem difundido no resto da linha da marca – Agile, Meriva e Montana. Novidades mesmo só no meio do ano, quando o sedã irá receber um renovado motor 1.8 e opção de câmbio automático de seis velocidades. Por enquanto, o Cobalt conta com um motor de 102 cv a 6.200 rpm e 13 kgfm a 3.200 rotações, quando abastecido com etanol, e uma transmissão manual de cinco marchas.

 


Além das características do produto, o sucesso do Cobalt também passa pelo seu posicionamento de mercado. Ele sai de R$ 39.980 na versão de entrada LS e já vem com ar-condicionado e direção hidráulica. Na intermediária, LT, a conta sobe para R$ 43.780 e o carro incorpora vidros elétricos, airbag duplo e ABS. A testada e mais requintada LTZ custa R$ 45.980. E adiciona ao que vem na LT alguns itens cromados na carroceria e no interior, rádio com entradas auxiliares, retrovisores elétricos e rodas de liga leve de 15 polegadas. São preços que, ao que parece, serviram para incomodar bastante a concorrência. Mas, historicamente, o mercado brasileiro mostra que a capacidade da GM em comercializar sedãs sempre foi das melhores. 

E é exatamente com a força dos novatos sedãs Cobalt e Cruze que a marca da gravata dourada voltou a liderar o mercado nacional nesse início de 2012. Que promete intensas disputas a cada mês. Para se ter uma ideia de como a disputa pela liderança está emparelhada, a GM liderou janeiro com 20,95% das vendas, seguida pela Fiat com 20,59% e pela Volkswagen com 20,24%. 

 


Ponto a ponto

Desempenho – O motor 1.4 de 102 cv com etanol até se esforça bastante, mas não faz milagres. O melhor comportamento do carro surge só quando o conta-giros supera a marca das 3 mil rotações. Antes disso, é preciso ter paciência na hora de ultrapassagens, retomadas ou em aclives acentuados. Ao menos, a necessidade de constantes trocas de marchas é amenizada pelo ótimo câmbio manual. Nota 6.
Estabilidade – A opção na sintonia da suspensão foi por privilegiar o conforto. Uma decisão coerente com o desempenho e proposta do modelo. Portanto, com um acerto mais macio, a carroceria do Cobalt acaba rolando um pouco nas curvas feitas em alta velocidade. É recomendável diminuir o ímpeto antes de entrar na curva para superar um trajeto sinuoso com mais serenidade. É algo que não chega a comprometer demais o comportamento dinâmico do carro, mas que certamente diminui o apelo esportivo. A versão com motor 1.8 terá outro acerto de suspensão, que favorecerá mais a esportividade. Nota 7.
Interatividade – A direção do Cobalt é bem leve, o que facilita as manobras. O volante é o mesmo do Cruze, mas perde os botões que controlam o rádio – que fazem alguma falta. O painel de instrumentos que imita o de motos tem visualização bem simples e bastante intuitiva. O rádio também tem funcionamento prático. O câmbio é bem projetado e oferece engates precisos, justos e macios. A visibilidade é ligeiramente prejudicada na traseira pela alta tampa do porta-malas. Nota 8.
Consumo – Apesar do nome “marqueteiro” dado ao motor – que desde o lançamento do Prisma é chamado de Econo.Flex –, o Chevrolet Cobalt não chega a ser particularmente econômico. Conseguiu a média de 7,5 km/l com etanol no tanque em um trajeto 2/3 cidade e 1/3 estrada. Nota 7.
Conforto – Para o segmento de mercado em que se encontra, é realmente impressionante o conforto a bordo do Cobalt. A suspensão é macia e muito bem acertada para as esburacadas ruas brasileiras. O isolamento acústico é muito bom. Dá para chegar às 5 mil rotações sem ouvir ruídos do motor invadindo a cabine. O espaço interno é excelente para um compacto. Os 2,62 metros de distância entre-eixos deixam qualquer ocupante com bom espaço para pernas, ombros e cabeça. Nota 9.





 


Tecnologia – Apesar do Cobalt ser visualmente semelhante ao Agile, sua plataforma é a mesma usada pelo Sonic, modelo lançado em 2011. Portanto, é bem moderna. A lista de equipamentos nesta versão LTZ é razoavelmente completa para um sedã compacto. O que merecia renovação é o motor 1.4 Econo.Flex, que já está em uso na linha da Chevrolet desde o Prisma, de 2006. Nota 8. 
Habitalidade – Há uma boa difusão de porta-objetos na cabine do sedã da Chevrolet. Não é difícil achar espaços para guardar objetos pessoais de uso imediato, como celular ou carteira. As portas são grandes e isso permite bons vãos de acesso ao interior do carro. O porta-malas é um dos destaques com 563 litros de capacidade. Mas os braços que invadem a área da bagagem infelizmente limitam um pouco seu aproveitamento. Nota 8.
Acabamento –
 Como é normal em carros dessa categoria, não chega a impressionar. Mesmo assim, é bastante correto. Os plásticos rígidos aparentam ser bem encaixados e o design interior agrada. Alguns detalhes prateados no volante e no console central ajudam a transmitir até alguma sensação de requinte. Nota 7.
Design – A grade frontal bipartida está menor do que no Agile, que é enorme. Mas ainda parece ser um tanto maior do que deveria. Os imensos faróis com uma divisão na parte inferior também soam exagerados em relação ao resto do carro. Mas inegavelmente o modelo é a cara dos Chevrolet contemporâneos e, pelas vendas desse mês, está agradando muita gente. Elogios para a linha de cintura alta, que ajuda a “crescer” o carro, e à traseira, esteticamente muito mais inspirada que a parte frontal. Nota 6.
Custo/benefício – No segmento de sedãs compactos superiores, o grande concorrente do Cobalt é o Nissan Versa. Ambos trazem ótimo espaço interno como principal argumento de vendas. No preço, o modelo da Chevrolet fica um pouco acima. A versão topo do Cobalt, a LTZ custa R$ 46.480. São significativos R$ 3,5 mil a mais que o Versa mais equipado. Mas a diferença não parece estar inibindo os compradores do sedã da Chevrolet. Os outros concorrentes custam ainda mais caro, como Honda City e Kia Cerato. Nota 7.
Total – O Chevrolet Cobalt 1.4 LTZ somou 73 pontos em 100 possíveis.





 


Impressões ao dirigir
Conforto em alta


Já na primeira olhada do lado de fora, o Cobalt se diferencia em relação à concorrência. Suas dimensões são grandes demais para um sedã compacto. E até quando a comparação é com um sedã médio, como o Cruze, o mais novo integrante da linha Chevrolet não faz feio. Fato é que os 2,62 metros de distância entre-eixos são mais do que suficientes para levar cinco ocupantes sem que ninguém fique reclamando de falta de espaço. Até quem vai atrás fica sem aperto na área das pernas, ombros e cabeça. Na dianteira, a situação também é boa. Ficaria ainda melhor se os bancos dessem melhor suporte. A espuma parece ser demasiadamente mole em algumas ocasiões.

O conforto a bordo é perceptível também em movimento. A suspensão é bem calibrada e absorve de maneira competente as imperfeições do piso. Entretanto, o destaque fica com o isolamento acústico. É impressionante a falta de ruído na cabine do Cobalt. O silêncio pode até enganar alguns motoristas mais experientes que costumam fazer as trocas de marcha “de ouvido”. Afinal, é comum o conta-giros superar às 5 mil rotações sem grandes alvoroços no interior. Ou seja, é necessário olhar muitas vezes para o incomum painel de instrumentos. Ao menos, com disposição semelhante a de motos de corrida, ele tem boa visualização e oferece uma leitura rápida. Outro ponto que aumenta a “boa vida” do motorista no carro é a transmissão. A embreagem tem o peso certo e agrada bastante. Além disso, as trocas são excelentes, com engates macios e precisos.

 


O desempenho, no entanto, não acompanha a boa surpresa em termos de conforto. O motor 1.4 de 102 cv com etanol oferece torque e potência limitados demais para o sedã – nem tão – compacto da Chevrolet. Apenas acima das 3,5 mil rpm ele responde com mais ânimo. Abaixo dessa marca, o comportamento é bem pouco animador. Com isso, as retomadas acabam não passando muitas emoções. No final, se mostra mais sensato manter o Cobalt em uma tocada mais pacata, já que as pisadas mais fortes no acelerador não se refletem em um desempenho muito melhor. E ainda fazem o consumo de combustível se elevar bastante. 

Em termos de estabilidade, a ideia também não é estimular a esportividade. O acerto mais mole da suspensão não instiga grandes ousadias na direção. A carroceria aderna um pouco em mudanças bruscas de direção. Ao menos, em frenagens e acelerações o carro não embica nem tende a afundar. Nas retas, só existe sensação de flutuação a partir dos 140 km/h, quando são necessárias algumas correções ao volante.

Já em termos de equipamentos, a versão LTZ é bem completa para um carro dessa categoria e apresenta boa dose de funcionalidade. Todos os comandos estão onde deveriam estar, sem grandes invenções. Algo importante para um carro que pretende conquistar um tipo de cliente que procura algo acima dos populares, mas que ainda não pode pagar pelos modelos mais requintados. 

 


Ficha técnica

Chevrolet Cobalt LTZ

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.389 cm³, com quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Injeção multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima:
 102 cv e 97 cv 6.200 rpm com etanol e gasolina.
Aceleração de 0 a 100 km/h: 11,5 segundos e 11,9 s com etanol e gasolina.
Velocidade máxima: 170 km/h.
Torque máximo: 13,0 kgfm e 12,8 kgfm a 3.200 rpm.
Diâmetro e curso:
 77,6 mm X 73,4 mm. Taxa de compressão: 12,4:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson, com braço de controle ligado a haste tensora, com molas helicoidais, amortecedores pressurizados e barra estabilizadora. Traseira semi-independente, com eixo de torção, barra estabilizadora soldada no eixo, molas helicoidais e amortecedores pressurizados.
Pneus:
 165/65 R15.
Freios: Dianteiros a disco ventilados e traseiros a tambor. 
Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,47 m de comprimento, 1,73 m de largura, 1,51 m de altura e 2,62 m de entre-eixos. Airbags frontais como opcional.
Peso: 1.072 kg.
Capacidade do porta-malas: 563 litros.
Tanque de combustível: 54 litros.
Produção: São Caetano do Sul, São Paulo.
Lançamento:
 2011.
Itens de série:  Ar-condicionado, direção hidráulica, chave canivete, trio elétrica, banco do motorista, encostos de cabeça reguláveis em altura, airbag duplo frontal, ABS com EBD, grade dianteira cromada, coluna de direção com regulagem de altura, alarme e revestimento interno em dois tons, rodas de liga leve, faróis de neblina, barra cromada na traseira, rádio/CD/MP3/Bluetooth e computador de bordo.
Preço:
 45.980.










Postado por: Ícaro Nunes

Fonte: Motor Dream

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