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Wednesday, February 15, 2012

Nova geração da S10 tem preços a partir de R$ 58.868

Depois de 15 anos e 2 facelifts, finalmente chegou a nova geração da picape S10. E os preços estão divididos: versão LS é baratíssima e a LTZ é caríssima.


Mas não são apenas essas duas versões: há ainda a intermediária LT. As opções de câmbio são manual de cinco marchas e automática de seis marchas, opções de tração 4x2 ou 4x4 e duas de motor: 2.4 flex e 2.8 turbodiesel. Sim, você deve se impressionar em que a nova S10 tem 12 versões de acabamento.
O visual mudou em nada em comparação com a Colorado, versão americana da picape. O motor 2.8 tem 180 cv e 47,9 mkgf. Já o 2.4 flex tem 147 cv e 24,1 mkgf. A capacidade da caçamba é de 1.570 litros para a cabine simples e 1.060 litros na cabine dupla.
A nova S10 concorrerá diretamente com Hilux e nova Ranger (chega ainda esse ano). Em breve, quem ganha a nova geração é a Blazer, que terá visual inspirado no conceito TrailBlazer.

Confira abaixo os preços da nova S10:
LS 2.4 flex 4x2 CS - R$ 58.868 
LT
 2.4 flex 4x2 CS - R$ 61.890 
LS 
2.4 flex 4x2 CD - R$ 66.350 
LT 
2.4 flex 4x2 CD - R$ 72.490 
LTZ 
2.4 flex 4x2 CD - R$ 84.400 
LS 2.8 turbodiesel 4x4 CS - R$ 85.400 
LT
 2.8 turbodiesel 4x2 CD - R$ 98.900,00 
LT
 2.8 turbodiesel automática 4x2 CD 4x2 - R$ 103.900 
LT
2.8 turbodiesel 4x4 CD - R$ 109.500 
LT
2.8 turbodiesel automática 4x4 CD - R$ 113.400 
LTZ 
2.8 turbodiesel automática 4x2 CD 4x2 - R$ 117.400 
LTZ
2.8 turbodiesel automática 4x4 CD - R$ 135.250

Indústria- Chevrolet finalmente cresce e aparece na Europa

 Fotos: Divulgação







Chevrolet finalmente cresce e aparece na Europa

Marca norte-americana começa a ganhar brilho próprio em território europeu



por Túlio Moreira





Depois de décadas de atuação discreta na Europa, a Chevrolet finalmente
está investindo alto no Velho Continente. Com modelos trazidos da Coreia
do Sul, a marca da gravata dourada cresceu 120% no Reino Unido, 23% na
Itália e 19% na Alemanha em janeiro, mesmo com o mercado europeu
enfrentando uma crise financeira cada vez mais devastadora.

Para não canibalizar a alemã Opel e a inglesa Opel e Vauxhall, a
Chevrolet investe alto na relação custo/benefício, enquanto as
subsidiárias europeias da GM focam em produtos com tecnologias de
vanguarda e melhor desempenho. A marca norte-americana já possui cerca
de 2.700 concessionárias no continente e atua em 44 países, incluindo aí
França, Espanha, Portugal, Turquia e Polônia. A GM quer atingir 1
milhão de unidades da Chevrolet na Europa em 2016, face a 477 mil
veículos em 2010.


É na Polônia, aliás, que a marca da
gravata dourada pode começar a produzir em solo europeu. A GM cogita
aproveitar as instalações da Opel em Gliwice, no sul polonês, para
produzir as variantes sedã e hatch do Cruze. O país também pode se
tornar o destino da versão station wagon do modelo, que será apresentada
oficialmente no Salão de Genebra, no início de março.



A Chevrolet também vende o subcompacto Spark, o compacto Aveo – nosso
Sonic –, a minivan Orlando, o utilitário esportivo Captiva, o elétrico
Volt e os esportivos Camaro e Corvette. À exceção de Volt e Corvette,
fabricados nos EUA, e do Camaro, produzido no Canadá, os modelos são
produzidos pela GM Korea, subsidiária formada após a incorporação da
coreana Daewoo, em 2001.






Fonte:motordream

 Disponível no(a): http://motordream.uol.com.br

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Lançamentos-Nova Chevrolet S10 parte dos R$ 58.868



nOVA cHEVROLET s10 2012 ls lt ltz 2.4 2.8 brasil (7)
A coletiva de lançamento da nova Chevrolet  S10 foi ontem, mas a montadora
resolveu só divulgar os preços da nova picape agora pela manhã, quando
jornalistas poderão experimentar a picape. Todos os detalhes das versões
e equipamentos você confere aqui. Os preços estão a seguir.




nOVA cHEVROLET s10 2012 ls lt ltz 2.4 2.8 brasil (4)



Preços da nova Chevrolet S10 2012



  • S10 Cabine Simples LS Flex 4×2 manual – R$ 58.868

  • S10 Cabine Simples LS Diesel 4×4 manual – R$ 85.400

  • S10 Cabine Dupla LS Flex 4×2 manual – R$ 66.350





  • S10 Cabine Simples LT Flex 4×2 manual – R$ 61.890

  • S10 Cabine Dupla LT Flex 4×2 manual – R$ 72.490

  • S10 Cabine Dupla LT Diesel 4×2 manual – R$ 97.900

  • S10 Cabine Dupla LT Diesel 4×2 automática – R$ 103.900

  • S10 Cabine Dupla LT Diesel 4×4 manual – R$ 109.500

  • S10 Cabine Dupla LT Diesel 4×4 automática – R$ 113.400





  • S10 Cabine Dupla LTZ Flex 4×2 manual – R$ 84.400

  • S10 Cabine Dupla LTZ Diesel 4×2 automática – R$ 117.400

  • S10 Cabine Dupla LTZ Diesel 4×4 automática – R$ 135.250


chevs10a




Fonte: NA

Disponível no(a): http://www.novidadesautomotivas.blog.br/

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Tuesday, February 14, 2012

LANÇAMENTOS- Nova Chevrolet S10 chega ao Brasil



chevs10e
A Chevrolet  S10 inaugurou o segmento de picapes
médias no Brasil com seu lançamento em 1995. Mas sem uma reformulação
completa desde então ela perdeu seu apelo, se tornando uma boa opção
para quem considera o custo benefício. Sua nova geração desembarca agora
no Brasil, e a única herança da geração anterior é o motor 2.4 Flex,
que está mais forte. Preços só serão divulgados Hoje, dia 15.



chevs10c
Ela está disponível em 12 configurações que variam entre cabine simples e dupla, acabamento LS, LT e LTZ, alternando entre os motores
2.4 Flex e o novo 2.8 CTDI, turboalimentado, com intercooler e injeção
direta eletrônica, uma das novas atrações da picape. Desde a versão LS a
picape conta com airbag e ABS. A topo-de-linha LTZ se destaca por
controles de tração (TCS) e estabilidade (ESP).
chevs10a
nOVA cHEVROLET s10 2012 ls lt ltz 2.4 2.8 brasil (8)Como
sabemos há meses, a nova S10 é atraente e faz bom uso do atual DNA de
Chevrolet. Com farois recortados (com direito a bloco elíptico na versão
LTZ) e a uma grande grade cortada por uma larga barra na cor da
carroceria, a dianteira exibe formas musculosas. Atrás, lanternas
verticiais, vistas também em outros modelos, podem até ter LEDs (na
versão LTZ).
nOVA cHEVROLET s10 2012 ls lt ltz 2.4 2.8 brasil (5)
O
interior é interessante, e como nos concorrentes mais recentes, parece
pertencer a uma minivan, e não a uma picape. Elementos digitais com
iluminação “Ice Blue” não faltam no painel, que segue o conceito "Dual
Cockpit" dos últimos carros da marca. Porta-objetos não faltam: são 16 na S10 de cabine simples, e 26 na picape de cabine dupla. Pra quê caçamba?
nOVA cHEVROLET s10 2012 ls lt ltz 2.4 2.8 brasil (6)
Mesmo
assim, a nova S10 é uma picape, e faz jus ao nome. Ela passa a ser a
picape com maior capacidade de carga do segmento, com 1.570 litros de
volume de caçamba (tem 2,32 metros de comprimento, 1,53 metro de largura
e 0,44 metro de altura) e de capacidade de carga, com 1.303 kg na
variante LS cabine simples. A Cabine dupla LS também tem a maior
capacidade de carga do segmento, 1.208 kg, mas não a maior caçamba. Com o
motor 2.8 ela pode rebocar até até 3.500 kg.
nOVA cHEVROLET s10 2012 ls lt ltz 2.4 2.8 brasil (7)


Motores



2.8 Turbodiesel CTDI


Força,
é o que ele promete. Com turbo de geometria continuamente variável,
este motor se vale de uma captação dos gases de escape mais eficiente em
qualquer rotação, praticamente eliminando o chamado turbo lag. Há ainda
duplo comando de válvulas tubular e injeção common rail, corpo de
borboleta, de nova geração, que oferece controle mais preciso da válvula
EGR, que completam a receita com a promessa de fazer da S10 uma picape
econômica e de baixa emissão.

Mas além de a tornar eficiente,
estas tecnologias também a fizeram potente. São 47,9 kgfm disponíveis já
nas 2.000 rpm, e 180 cavalos a 3.800 rpm.
chevs10i


2.4 Flexpower


A
Chevrolet diz que o motor 2.8 é novíssimo. Já o 2.4 Flexpower podemos
dizer que é reciclado (sustentabilidade!). Ele recebeu alterações como
novo cárter, de alumínio estrutural, na admissão e no gerenciamento do
motor, por conta de um novo corpo de borboleta, e um novo sistema de
admissão, com filtro, ressonador de ar e um inédito sensor de massa de
ar. O novo sistema de gerenciamento do motor, chamado System Zero,
permite que a central eletrônica do motor module melhor o corpo de
borboleta, trazendo acelerações mais suaves e ainda ganho de torque. Ela
ainda traz novos catalisadores e novos dutos de escape, que melhoram o
fluxo dos gases e reduzem os níveis de emissões.

Antes este
motor entregava 21,9 kgfm, já o novo passa a oferecer 24,1 kgfm - com
90% deste valor atingido já nas 2.800 rpm. A cavalaria continua a mesma:
147 cv quando abastecido com etanol e 141 com gasolina, ambas em 5.200
rpm.


Versões e equipamentos



nOVA cHEVROLET s10 2012 ls lt ltz 2.4 2.8 brasil (3)


As
versões equipadas com o motor 2.4 Flexpower serão vendidas em cinco
diferentes configurações, todas 4x2. São duas opções de cabine simples, a
LS e a LT e três na cabine dupla, LS, LT e LTZ. Inicialmente, as
versões equipadas com motor 2.8 Chevrolet Turbodiesel serão vendidas em
sete diferentes versões. A versão de cabine simples só será
comercializada no pacote LS e com tração 4x4. A versão Turbodiesel com
cabine dupla terão os pacotes LT e LTZ, com a tração 4x2 e 4x4, sendo
que ainda há a opção do câmbio automático de seis marchas como opcional
das versões LT e de série na versão LTZ.


LS


Tanto na
2.4 Flexpower quanto na 2.8 Turbodiesel, já sai de fábrica com
ar-condicionado, direção hidráulica, freios com ABS, computador de
bordo, grade de proteção no vidro traseiro, ganchos externos na caçamba,
protetor de cárter e banco do passageiro maior, para acomodar dois
ocupantes, além do motorista, limited slip (sistema de deslizamento
limitado do diferencial). A versão 2.8 Turbodiesel 4x4 ainda conta com o
seletor de tração, já que é equipada com o 4x4.


LT



nOVA cHEVROLET s10 2012 ls lt ltz 2.4 2.8 brasil (9)


Intermediária,
além dos itens da versão LS traz itens como: alarme antifurto, alça de
apoio dos dois lados, airbag duplo (cabine dupla), cobertura do piso em
carpete, chave canivete, coluna de direção regulável, desembaçador do
vidro traseiro, farol de neblina, gancho de reboque dianteiro,
retrovisores com luzes indicadoras de direção, tampa traseira com chave
(cabine dupla), travas elétricas, rodas de liga leve aro 16, pneus
245/70R16, sistema de deslizamento limitado de diferencial, CD
player/MP3 com Bluetooth , entrada mini-usb e entrada auxiliar, piloto
automático com controles no volante e vidros elétricos nas quatro
portas.


LTZ



nOVA cHEVROLET s10 2012 ls lt ltz 2.4 2.8 brasil (4)


Existe
apenas na versão cabine dupla, com todas as opções de motor, tração e
câmbio, oferece os mesmos itens que a LT e ainda: ar-condicionado
digital, com acabamento cromado, bancos do motorista com ajustes
elétricos, controles de tração e de estabilidade (versão LTZ diesel),
controles do sistema de som, áudio e piloto automático no volante, luz
de neblina traseira, lanternas traseiras em LED, regulagem elétrica dos
faróis, bancos revestidos em couro, alavanca de câmbio, maçanetas
externas com acabamento cromado, rodas de liga leve aro 17, pneus
255/65R17, e parachoque traseiro com molduras cromadas, estribos
laterais e rack de teto.nOVA cHEVROLET s10 2012 ls lt ltz 2.4 2.8 brasil (2)




Fonte: NA

Disponível no(a): http://www.novidadesautomotivas.blog.br

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Thursday, February 9, 2012

Chevrolet revela imagem do Cruze Wagon

A Chevrolet revelou hoje a primeira imagem do Cruze Wagon, que será mostrado em Genebra. Provavelmente o carro já adota o facelift já programado para o Cruze.


A perua tem 4,67 m de comprimento, 500 litros de porta-malas ou 1.500 com os bancos rebatidos. As opções de motor serão um pouco diferenciadas das versões hatch e sedã: 1.4 turbo de 140 cv, 1.6 de 124 cv e 1.8 de 141 cv. Todas essas são a gasolina. Mas os europeus são "viciados" em motor à diesel, e então a Chevrolet trouxe duas motorizações: 1.7 VCDi de 131 cv e 2.0 VCDi de 163 cv.

Provavelmente o Cruze Wagon será vendido apenas na Europa, já que lá os europeus são "xonados" em peruas. Vamos fazer um apelo para que a perua venha ao Brasil. É simples: apenas comente esse post!

Monday, February 6, 2012

Chevrolet - Vectra GSi: esportividade latente em formato sedã






Já falei aqui há algum tempo sobre os esportivos nacionais que
marcaram presença em nosso mercado durante as décadas de 80 e 90.
Naquela época a idéia era fazer algo realmente diferente com o intuito
de criar uma versão própria.



Bancos esportivos, rodas, interior com detalhes diferenciados – como
volante e manopla de câmbio trazendo costuras em couro – painel com
fundo vermelho e outras coisas. Na mecânica, mais do que a mesmice de
algo falso, o pessoal tinha carta branca para colocar carburadores
duplos, comandos mais “bravos” e suspensão mais firme.

Nos últimos anos vimos a chegada de falsos esportivos, com aparência
externa e a mesma base mecânica de seus irmãos de linha. Exemplos não
faltam, mas a idéia é resgatar os modelos que merecem as tradicionais
siglas na traseira. O Vectra GSi é um deles.



Nesse período a Chevrolet foi extremamente feliz com seus lançamentos
no Brasil. Muita gente considera essa uma fase de ouro da marca, antes
de Agile, Vectra-quase-Astra e outros modelos menos atraentes, por assim
dizer.

Olhando à primeira vista o jogo de rodas de quinze polegadas – com um
desenho que fez sucesso – chamava a atenção. Afinal, nenhum modelo
vinha de série com essa medida “extrema”. As saias laterais, o pequeno
aerofólio e a sigla GSi complementavam o visual. Um carro discreto – mas
na época o mais veloz do Brasil.


O motor da Opel merece elogios de sobra. O propulsor tem pistões
forjados, 2,0 litros, 16 válvulas e 150 cv, com 20 kgfm de torque. O
ronco típico da versão esportiva é algo interessante pra quem viveu e
conheceu a fama do carro (o coletor de aço inoxidável é o responsável
por isso). Além disso, é resistente e se mantém vivo em projetos legais
como esse, mostrado aqui recentemente.

O acabamento é outro ponto de destaque. As portas trazem apliques de
madeira e os bancos são revestidos de couro. O volante de quatro raios
tem boa empunhadura. O painel traz computador de bordo e instrumentos de
fácil visualização. Ainda tinha a vantagem de levar passageiros com
conforto de sobra.



O GSi é esperto e mostra força de sobra a partir dos 3.000 giros,
como um legítimo multiválvulas. O fôlego nas acelerações também é
sentido nas retomadas. Fica fácil entender como ele se tornou o nacional
mais veloz de seu tempo, chegando aos 212 km/h, e com números bastante
atuais de aceleração (0 a 100 km/h em 8,5 segundos).


E assim conhecemos mais um grande esportivo nacional. Encontrar um
desses foi uma tarefa árdua (novamente deixo meus agradecimentos ao
Luís, da Coleção LM Malzoni). O diferencial desse exemplar é que ele está à venda. O leitor pode conferir mais detalhes, incluindo o valor, nesse site. É um bom investimento, e que só deve valorizar ao longo dos próximos anos.

Fonte:jalopnik


Disponível no(a): http://www.jalopnik.com.br

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GM - Teste: Cobalt é o elemento surpresa da GM






Teste: Cobalt é o elemento surpresa da GM  


Cobalt já aparece entre os dez carros mais vendidos do país e põe a Chevrolet na liderança de vendas

por Rodrigo Machado
Auto Press


A Chevrolet está de volta ao primeiro lugar no mercado brasileiro de automóveis. E é na lista de modelos mais vendidos de janeiro que se encontra uma explicação mais detalhada para a virada de jogo da marca norte-americana – que não liderava as vendas no Brasil desde 2004, quando completou seus 80 anos de Brasil e também venceu o acumulado do ano. O Cobalt chegou em novembro com a missão de ampliar a necessária renovação de portifólio da Chevrolet no Brasil. No lançamento, a expectativa era boa – vender 3,5 mil carros por mês. E o começo foi até meio tímido, com apenas 2.156 unidades vendidas em dezembro. Mas já em janeiro, o segundo mês completo do Cobalt, mais de 5.900 exemplares foram emplacados. Nem o mais otimista dos executivos da General Motors do Brasil arriscaria tal prognóstico. 

Além de impulsionar a marca à liderança, deixando Fiat e Volkswagen para trás, as vendas do Cobalt também conseguiram incluí-lo no “top 10” de automóveis de passeio mais vendidos no Brasil. Na nona colocação, ele superou modelos já consagrados, como o Renault Sandero e Fiat Siena. Se incluídos também os utilitários, perde a nona posição para a picape Fiat Strada e fica em décimo. A título de comparação, os concorrentes diretos do segmento de sedãs compactos superiores – com motores acima de 1.0, mais espaço e mais equipamentos que os sedãs “de entrada” – tiveram desempenho muito mais tímido. O que chegou mais perto foi o Nissan Versa – pouco acima dos 1,5 mil exemplares. Carros mais antigos no mercado, como Honda City e Kia Cerato, foram muito mal, com cerca de 760 e 320 unidades cada, respectivamente.




 


Parte do mérito da GM está exatamente na concepção do produto. Como foi diversas vezes explicitado no lançamento do modelo, o público-alvo é a chamada “nova classe média brasileira” – o que não chega a ser uma ambição das mais originais. Aquele consumidor que melhorou de vida e não quer mais um “pé-de-boi” – carro com motor 1.0 e com poucos equipamentos de conforto e segurança – também está na alça de mira do concorrente Versa. Para sensibilizar essas pessoas, a proposta da GM foi por apostar no conforto embarcado em seu sedã. E isso fica bem óbvio já nas dimensões. São 2,62 metros de distância entre-eixos. Como comparação, o Cruze, sedã médio da Chevrolet, tem 2,68 metros – apenas 6 cm a mais. É praticamente um espaço de sedã médio em um compacto. O tamanho do porta-malas também impressiona. São 563 litros de bagagem.

Se foi até ousada de um lado, do outro, a GM resolveu não inventar. Mecanicamente, o Cobalt é pouco inovador. Traz o 1.4 Econo.Flex VHC, que estreou no Prisma em 2006 e está bem difundido no resto da linha da marca – Agile, Meriva e Montana. Novidades mesmo só no meio do ano, quando o sedã irá receber um renovado motor 1.8 e opção de câmbio automático de seis velocidades. Por enquanto, o Cobalt conta com um motor de 102 cv a 6.200 rpm e 13 kgfm a 3.200 rotações, quando abastecido com etanol, e uma transmissão manual de cinco marchas.

 


Além das características do produto, o sucesso do Cobalt também passa pelo seu posicionamento de mercado. Ele sai de R$ 39.980 na versão de entrada LS e já vem com ar-condicionado e direção hidráulica. Na intermediária, LT, a conta sobe para R$ 43.780 e o carro incorpora vidros elétricos, airbag duplo e ABS. A testada e mais requintada LTZ custa R$ 45.980. E adiciona ao que vem na LT alguns itens cromados na carroceria e no interior, rádio com entradas auxiliares, retrovisores elétricos e rodas de liga leve de 15 polegadas. São preços que, ao que parece, serviram para incomodar bastante a concorrência. Mas, historicamente, o mercado brasileiro mostra que a capacidade da GM em comercializar sedãs sempre foi das melhores. 

E é exatamente com a força dos novatos sedãs Cobalt e Cruze que a marca da gravata dourada voltou a liderar o mercado nacional nesse início de 2012. Que promete intensas disputas a cada mês. Para se ter uma ideia de como a disputa pela liderança está emparelhada, a GM liderou janeiro com 20,95% das vendas, seguida pela Fiat com 20,59% e pela Volkswagen com 20,24%. 

 


Ponto a ponto

Desempenho – O motor 1.4 de 102 cv com etanol até se esforça bastante, mas não faz milagres. O melhor comportamento do carro surge só quando o conta-giros supera a marca das 3 mil rotações. Antes disso, é preciso ter paciência na hora de ultrapassagens, retomadas ou em aclives acentuados. Ao menos, a necessidade de constantes trocas de marchas é amenizada pelo ótimo câmbio manual. Nota 6.
Estabilidade – A opção na sintonia da suspensão foi por privilegiar o conforto. Uma decisão coerente com o desempenho e proposta do modelo. Portanto, com um acerto mais macio, a carroceria do Cobalt acaba rolando um pouco nas curvas feitas em alta velocidade. É recomendável diminuir o ímpeto antes de entrar na curva para superar um trajeto sinuoso com mais serenidade. É algo que não chega a comprometer demais o comportamento dinâmico do carro, mas que certamente diminui o apelo esportivo. A versão com motor 1.8 terá outro acerto de suspensão, que favorecerá mais a esportividade. Nota 7.
Interatividade – A direção do Cobalt é bem leve, o que facilita as manobras. O volante é o mesmo do Cruze, mas perde os botões que controlam o rádio – que fazem alguma falta. O painel de instrumentos que imita o de motos tem visualização bem simples e bastante intuitiva. O rádio também tem funcionamento prático. O câmbio é bem projetado e oferece engates precisos, justos e macios. A visibilidade é ligeiramente prejudicada na traseira pela alta tampa do porta-malas. Nota 8.
Consumo – Apesar do nome “marqueteiro” dado ao motor – que desde o lançamento do Prisma é chamado de Econo.Flex –, o Chevrolet Cobalt não chega a ser particularmente econômico. Conseguiu a média de 7,5 km/l com etanol no tanque em um trajeto 2/3 cidade e 1/3 estrada. Nota 7.
Conforto – Para o segmento de mercado em que se encontra, é realmente impressionante o conforto a bordo do Cobalt. A suspensão é macia e muito bem acertada para as esburacadas ruas brasileiras. O isolamento acústico é muito bom. Dá para chegar às 5 mil rotações sem ouvir ruídos do motor invadindo a cabine. O espaço interno é excelente para um compacto. Os 2,62 metros de distância entre-eixos deixam qualquer ocupante com bom espaço para pernas, ombros e cabeça. Nota 9.





 


Tecnologia – Apesar do Cobalt ser visualmente semelhante ao Agile, sua plataforma é a mesma usada pelo Sonic, modelo lançado em 2011. Portanto, é bem moderna. A lista de equipamentos nesta versão LTZ é razoavelmente completa para um sedã compacto. O que merecia renovação é o motor 1.4 Econo.Flex, que já está em uso na linha da Chevrolet desde o Prisma, de 2006. Nota 8. 
Habitalidade – Há uma boa difusão de porta-objetos na cabine do sedã da Chevrolet. Não é difícil achar espaços para guardar objetos pessoais de uso imediato, como celular ou carteira. As portas são grandes e isso permite bons vãos de acesso ao interior do carro. O porta-malas é um dos destaques com 563 litros de capacidade. Mas os braços que invadem a área da bagagem infelizmente limitam um pouco seu aproveitamento. Nota 8.
Acabamento –
 Como é normal em carros dessa categoria, não chega a impressionar. Mesmo assim, é bastante correto. Os plásticos rígidos aparentam ser bem encaixados e o design interior agrada. Alguns detalhes prateados no volante e no console central ajudam a transmitir até alguma sensação de requinte. Nota 7.
Design – A grade frontal bipartida está menor do que no Agile, que é enorme. Mas ainda parece ser um tanto maior do que deveria. Os imensos faróis com uma divisão na parte inferior também soam exagerados em relação ao resto do carro. Mas inegavelmente o modelo é a cara dos Chevrolet contemporâneos e, pelas vendas desse mês, está agradando muita gente. Elogios para a linha de cintura alta, que ajuda a “crescer” o carro, e à traseira, esteticamente muito mais inspirada que a parte frontal. Nota 6.
Custo/benefício – No segmento de sedãs compactos superiores, o grande concorrente do Cobalt é o Nissan Versa. Ambos trazem ótimo espaço interno como principal argumento de vendas. No preço, o modelo da Chevrolet fica um pouco acima. A versão topo do Cobalt, a LTZ custa R$ 46.480. São significativos R$ 3,5 mil a mais que o Versa mais equipado. Mas a diferença não parece estar inibindo os compradores do sedã da Chevrolet. Os outros concorrentes custam ainda mais caro, como Honda City e Kia Cerato. Nota 7.
Total – O Chevrolet Cobalt 1.4 LTZ somou 73 pontos em 100 possíveis.





 


Impressões ao dirigir
Conforto em alta


Já na primeira olhada do lado de fora, o Cobalt se diferencia em relação à concorrência. Suas dimensões são grandes demais para um sedã compacto. E até quando a comparação é com um sedã médio, como o Cruze, o mais novo integrante da linha Chevrolet não faz feio. Fato é que os 2,62 metros de distância entre-eixos são mais do que suficientes para levar cinco ocupantes sem que ninguém fique reclamando de falta de espaço. Até quem vai atrás fica sem aperto na área das pernas, ombros e cabeça. Na dianteira, a situação também é boa. Ficaria ainda melhor se os bancos dessem melhor suporte. A espuma parece ser demasiadamente mole em algumas ocasiões.

O conforto a bordo é perceptível também em movimento. A suspensão é bem calibrada e absorve de maneira competente as imperfeições do piso. Entretanto, o destaque fica com o isolamento acústico. É impressionante a falta de ruído na cabine do Cobalt. O silêncio pode até enganar alguns motoristas mais experientes que costumam fazer as trocas de marcha “de ouvido”. Afinal, é comum o conta-giros superar às 5 mil rotações sem grandes alvoroços no interior. Ou seja, é necessário olhar muitas vezes para o incomum painel de instrumentos. Ao menos, com disposição semelhante a de motos de corrida, ele tem boa visualização e oferece uma leitura rápida. Outro ponto que aumenta a “boa vida” do motorista no carro é a transmissão. A embreagem tem o peso certo e agrada bastante. Além disso, as trocas são excelentes, com engates macios e precisos.

 


O desempenho, no entanto, não acompanha a boa surpresa em termos de conforto. O motor 1.4 de 102 cv com etanol oferece torque e potência limitados demais para o sedã – nem tão – compacto da Chevrolet. Apenas acima das 3,5 mil rpm ele responde com mais ânimo. Abaixo dessa marca, o comportamento é bem pouco animador. Com isso, as retomadas acabam não passando muitas emoções. No final, se mostra mais sensato manter o Cobalt em uma tocada mais pacata, já que as pisadas mais fortes no acelerador não se refletem em um desempenho muito melhor. E ainda fazem o consumo de combustível se elevar bastante. 

Em termos de estabilidade, a ideia também não é estimular a esportividade. O acerto mais mole da suspensão não instiga grandes ousadias na direção. A carroceria aderna um pouco em mudanças bruscas de direção. Ao menos, em frenagens e acelerações o carro não embica nem tende a afundar. Nas retas, só existe sensação de flutuação a partir dos 140 km/h, quando são necessárias algumas correções ao volante.

Já em termos de equipamentos, a versão LTZ é bem completa para um carro dessa categoria e apresenta boa dose de funcionalidade. Todos os comandos estão onde deveriam estar, sem grandes invenções. Algo importante para um carro que pretende conquistar um tipo de cliente que procura algo acima dos populares, mas que ainda não pode pagar pelos modelos mais requintados. 

 


Ficha técnica

Chevrolet Cobalt LTZ

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.389 cm³, com quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Injeção multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima:
 102 cv e 97 cv 6.200 rpm com etanol e gasolina.
Aceleração de 0 a 100 km/h: 11,5 segundos e 11,9 s com etanol e gasolina.
Velocidade máxima: 170 km/h.
Torque máximo: 13,0 kgfm e 12,8 kgfm a 3.200 rpm.
Diâmetro e curso:
 77,6 mm X 73,4 mm. Taxa de compressão: 12,4:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson, com braço de controle ligado a haste tensora, com molas helicoidais, amortecedores pressurizados e barra estabilizadora. Traseira semi-independente, com eixo de torção, barra estabilizadora soldada no eixo, molas helicoidais e amortecedores pressurizados.
Pneus:
 165/65 R15.
Freios: Dianteiros a disco ventilados e traseiros a tambor. 
Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,47 m de comprimento, 1,73 m de largura, 1,51 m de altura e 2,62 m de entre-eixos. Airbags frontais como opcional.
Peso: 1.072 kg.
Capacidade do porta-malas: 563 litros.
Tanque de combustível: 54 litros.
Produção: São Caetano do Sul, São Paulo.
Lançamento:
 2011.
Itens de série:  Ar-condicionado, direção hidráulica, chave canivete, trio elétrica, banco do motorista, encostos de cabeça reguláveis em altura, airbag duplo frontal, ABS com EBD, grade dianteira cromada, coluna de direção com regulagem de altura, alarme e revestimento interno em dois tons, rodas de liga leve, faróis de neblina, barra cromada na traseira, rádio/CD/MP3/Bluetooth e computador de bordo.
Preço:
 45.980.










Postado por: Ícaro Nunes

Fonte: Motor Dream

Disponível no(a): http://motordream.uol.com.br/

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