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Friday, February 3, 2012

JAC 4R3: Uma cópia irônica da Ford F-150

Flagra do site Pikachu pikadd.com.
Este carro é tão irônico que, o que já era de se esperar, é chinês.


O carro das fotos é o JAC 4R3. Se você entende de carro, você com certeza dirá que ele é uma cópia visual da Ford F-150. O motor é o fraquíssimo 2.8 de 109 cv (um 1.6 do Palio Sporting é mais forte).
Gastei 58 palavras, 3 vírgulas e 4 pontos nesse post para um carro v*g@b¨n$o!

Graças a deus, esse carro não será vendido no Brasil!!!!!!!!!

Tuesday, January 10, 2012

Centro de peças da Jac Motors completa um ano com índice de atendimento de 97,5%


Construído numa área de 15 mil m2 – o equivalente a cerca de dois campos de futebol – na cidade de Barueri (SP), o Centro de Peças (CP) da JAC Motors é um dos pilares da estratégia de pós-venda para o atendimento ao cliente da JAC Motors. Há exatamente um ano, dois meses antes da estreia oficial da marca no Brasil, o Centro de Peças  já começava a operar e a receber peças da China.Nesses 12 meses, o Centro de Peças já apresenta um índice de 97,5% em pronto atendimento (fornecimento imediato do componente à concessionária), patamar acima da média de outras marcas tradicionais do mercado nacional. Ou seja, a cada 40 peças solicitadas, há 39 prontas para ser entregues.“O objetivo é atender imediatamente as necessidades do cliente. O centro foi desenhado para operar de forma rápida e eficiente”, explica Antonio Leoni, diretor do Centro de Peças da JAC Motors Brasil. “Se o pedido for realizado até as 16h00, num raio de 500 km, a peça pode ser entregue em menos de 24 horas”, conta. Neste raio estão grandes capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. “Em outras cidades, dependendo da urgência e da peça, conseguimos enviar por avião.”O CP foi idealizado em setembro de 2010, quando a marca ainda se estruturava para estrear no Brasil. O objetivo era de que servisse bem para a JAC Motors por 10 anos. São 13 docas de descargas, com capacidade para dois caminhões cada e os carregamentos levam entre 10 e 30 minutos.

Movimentação
O CP é abastecido semanalmente. Em um ano, já chegaram da China 119 containeres, uma média de quase 10 por mês. Isso representa mais de 700 toneladas de peças movimentadas no Brasil. Ainda, o CP já expediu mais de 21 mil volumes – cada volume é um pedido feito pela concessionária. A tendência é que aumente exponencialmente em 2012, não só pelo aumento da frota dos atuais modelos J3, J3 Turin e J6, mas também pela chegada dos próximos lançamentos: J5 em março e J2 em agosto. 

Thursday, December 15, 2011

JAC Motors chega a Fortaleza



Continuando o plano de expansão pelas principais cidades brasileiras, a JAC Motors começa a vender seus modelos em Fortaleza. A estréia acontece amanhã, 16 de dezembro. A loja fica na  na Av Heraclito Graça, 1370 e abre de segunda à sexta das 08h às 18h, sábado das 09h às 19h e domingo das 09h às 12h.O mercado de Fortaleza é um dos maiores do Brasil. A JAC se insere neste mercado com três modelos, o J3, o J3 Turin e o J6. Os modelos juntos representam mais de 25 mil unidades vendidas no país desde março, quando a marca iniciou suas operações no Brasil.

J3, por R$ 37.900, e J3 Turin, por R$ 37.900, apresentam boa relação custo-benefício. Os dois vêm completo de fábrica, com freios ABS, airbag duplo, ar-condicionado, sensor de estacionamento e faróis de neblina. Equipados com motor 1.4 VVT (comando variável de válvula), gera 108 cavalos de potência. A suspensão é independente na dianteira e traseira. Além, chega com garantia de seis anos.
O J6 parte de R$ 55.900 na versão cinco lugares e R$ 57.900 na versão Diamond (sete lugares). Assim como o J3, chega equipado de fábrica com ABS, airbag duplo, ar-condicionado, sensor de estacionamento e faróis de neblina. Possui motor 2.0 16V que gera 126 cavalos de potência. Suspensão também é independente e chega com os mesmos seis anos de garantia

Thursday, November 17, 2011

JAC, a primeira montadora sino-brasileira


Pedro Kutney, AB
www.automotibebusiness.com.br
De Salvador


Será em Camaçari, na Bahia, a primeira fábrica sino-brasileira de automóveis. A cerimônia que oficializou o empreendimento aconteceu nesta quarta-feira, 16, em Salvador, com a presença do governador baiano Jacques Wagner e do empresário Sérgio Habib, dono do Grupo SHC, que fará 80% do investimento previsto de US$ 900 milhões para construir a nova unidade de produção, em sociedade com a chinesa JAC Motors, da qual ele já é o importador oficial no Brasil. Os 20% do sócio chinês serão aportados por meio de transferência de tecnologia, incluindo o projeto de um carro totalmente novo, com versões hatch e sedã abaixo de R$ 40 mil, “que não terão motor 1.0, mas o mesmo 1.4 usado atualmente pelo J3”, segundo informou Habib.

A fábrica no Polo industrial de Camaçari, a cerca de 80 km de Salvador, terá 150 mil metros quadrados de área construída e começa a ser erguida em 2012 em terreno de 5 milhões de metros quadrados, vendido a preço simbólico pelo governo baiano, que também garantiu incentivos fiscais, com abatimento de ICMS. A produção será iniciada em 2014, ao ritmo de até 100 mil unidades/ano em dois turnos – mas pelo tamanho do terreno há espaço suficiente para futuras ampliações. Na primeira fase, a estimativa é de geração de 3,5 mil empregos diretos e 10 mil indiretos.

“Nossa limitação de tempo para começar a produzir não é para erguer a fábrica em si, mas para o projeto ficar pronto, pois será um carro totalmente novo, desenvolvido pela JAC para o Brasil e outros mercados sul-americanos”, disse Habib. Ele estima que os primeiros veículos saiam da linha de produção baiana em março de 2014. Inicialmente, a unidade começa sem estamparia nem linha de motores e transmissões, que serão importados da China, mas já está nos planos, para uma segunda fase do projeto, fazer esses itens aqui também.

Negociações

A decisão de fazer a fábrica na Bahia foi tomada após várias rodadas de negociação com o governador Jacques Wagner, que segundo Habib acontecem desde 2010. Wagner foi peça fundamental para ajudar Habib a convencer o governo federal a escalonar as regras de nacionalização e cobrança de IPI sobre carros importados para as empresas que se comprometerem a instalar unidades de produção no País. O governo baiano e o empresário já dão como certa essa flexibilização, revelando que a proposta já foi levada pelo ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, à presidente Dilma Rousseff, que teria aprovado o desenho desse novo regime automotivo. “Vamos respeitar a legislação seja ela qual for, mas tenho certeza que esse assunto será resolvido”, afirmou Habib.

“Quero dizer que esse tipo de investimento cai muito bem aos ouvidos da presidente Dilma. Reciprocidade foi a palavra que ela mais repetiu em sua recente viagem à China, que eu acompanhei”, disse o governador Wagner. “Essa fábrica é um presente que nos ajuda a consolidar o polo automotivo baiano, pois vai atrair mais empresas”, destacou. A intenção, segundo ele, é concentrar no Estado 10% da produção nacional de veículos leves até 2015, mas garante que para isso o governo estadual não participará de nenhum leilão de incentivos para atrair empreendimentos do setor. “Só oferecemos o que podíamos oferecer, mais os incentivos da região da Sudene, como abatimento de 75% do imposto de renda e financiamento do BNB. É preciso lembrar também que além disso hoje temos um mercado atraente, pois a Bahia é o maior consumidor de veículos do Nordeste”, ressaltou, sem no entanto revelar qual foi exatamente o deferimento de ICMS oferecido.

Wagner também ressaltou o fato de a maior parte do investimento ser brasileira: “Quando uma multinacional tem lucro, manda para fora. Não tenho nada contra isso, mas no caso do Grupo SHC é preciso lembrar que o dinheiro vai ficar aqui dentro do País”, avaliou. “É um marco importante para a indústria automobilística brasileira, pois será a primeira montadora de automóveis de grande volume do Brasil com controle totalmente nacional”, afirma Habib, acionista controlador do Grupo SHC e presidente da JAC Motors Brasil. Boa parte dos fundos para financiar o projeto virá de entidades públicas de financiamento, como BNDES e Banco do Nordeste (BNB), que oferecem taxas atrativas.

O projeto da fábrica, segundo informa Habib, inclui também um centro de desenvolvimento tecnológico – cujo primeiro projeto é a introdução de um motor com sistema de alimentação bicombustível com partida a frio –, centro de estilo e design (previsão de 50 profissionais), laboratórios de acústica e controle de emissão de poluentes, pista de testes e centro de capacitação profissional, além de etapas de produção como armação de carrocerias, soldagem, pintura e montagem final. “Vamos continuar a usar o centro de engenharia e design da JAC em Turim (Itália), mas pretendemos fazer muita coisa aqui mesmo”, revelou o empresário.

O protocolo de intenções para construir a planta, ainda sem local definido, foi assinado em 1º. de agosto passado por Habib e pelo vice-presidente mundial da JAC Motors, Dai Maofang. Pouco mais de dois meses depois, em 7 de outubro, o Grupo SHC protocolou no Ministério do Desenvolvimento, em Brasília (DF), o plano detalhado do seu projeto da fábrica de automóveis. Com isso, a JAC/SHC foi oficialmente a primeira montadora a confirmar investimentos em fábrica após a edição do polêmico Decreto 7567, baixado pelo governo em 14 de setembro, impondo aumento de 30 pontos porcentuais do IPI para veículos importados de fora do Mercosul e México. Todos os outros projetos já haviam sido confirmados antes da medida.


Friday, October 7, 2011

JAC MOTORS TERÁ FÁBRICA NA BAHIA - INVESTIMENTO DE R$ 900 MILHÕES

Sérgio Habib e a JAC Motors anunciaram hoje (7) um investimento de R$ 900 milhões na sua futura fábrica no Brasil, mesmo com o recente aumento do IPI. A fábrica da JAC será construída em 2014 na cidade de Camaçari, na Bahia, mesma cidade onde fica a fábrica do Ford.
A nova planta terá um centro tecnológico (que será responsável por criar um motor flex), um centro de design, laboratório de controle de emissão, pistas de testes e um centro de capacitação profissional.

O processo de produção dos carros terá armação de carrocerias, soldagem, pintura e montagem. Haverá ainda produção de motores e estamparia. A planta da JAC na Bahia produzirá veículos com preços inferiores a R$ 50.000.
O investimento de R$ 900 milhões terá participação de 80% de Sérgio Habib e 20% da JAC Motors. Serão fabricados 100.000 veículos e 3.500 empregos serão gerados. Com isso, Habib espera que o governo “crie condições para promover alterações no decreto publicado recentemente”, ou seja, espera que o governo incentive quem decidir investir no país, após o grande aumento de IPI.

Wednesday, September 21, 2011

Salão de Chengdu 2011: O JAC aventureiro

Na China, está rolando o Salão de Chengdu, cidade do norte da China. E um dos destaques é o JAC J3 Cross. O próprio nome já diz que é uma versão aventureira com suspensão elevada e rodas de liga-leve de 15 polegadas.

A versão cheia de plásticos do carro conta com para-choques na cor preta e detalhes pretos na base das portas. Por dentro, grafismos no painel e novos tecidos. Não foram divulgadas opções de motorização, já se sabe que o carro conta com câmbio automático.

Monday, August 29, 2011

Site chinês flagra JAC BSUV sem disfarces

O site chinês Auto.QQ flagrou o utilitário esportivo da JAC Motors, o BSUV sem disfarces.

O carro foi inspirado no conceito Eagle, mostrado pela marca no Salão de Pequim de 2008. O carro concorrerá aqui com o novo Ford EcoSport global. A maioria das peças do carro estão sendo desenvolvidas por engenheiros europeus, como a transmissão automática.

Sunday, August 7, 2011

AVALIAÇÃO: JAC J6

por Rodrigo Machado
Auto Press


A JAC Motors prega em suas propagandas que a chegada dos seus veículos – e sua proposta – no mercado brasileiro foi inesperada. Marketing a parte, a marca realmente fez um certo “barulho” com os compactos J3 e J3 Turin. Mas o fato é que o novo modelo que a fabricante chinesa escolheu para o Brasil realmente parece fugir um pouco da tendência dos últimos lançamentos do segmento. É o J6, uma minivan média com opção de levar cinco ou sete passageiros com preços a partir de R$ 58.800, chegando a R$ 59.800 para a versão Diamond, com sete assentos. A aposta é ousada, já que o segmento de veículos familiares começa a perder espaço para os crossovers – carros que misturam o espaço da minivan com o porte dos SUVs.

Graças a isso, pelo menos, a JAC não conta com muitos concorrentes. Na mesma faixa de preço, apenas a já antiga Chevrolet Zafira rivaliza com o automóvel chinês, partindo de R$ 60.891. Outro carro do mesmo segmento é a Nissan Livina – e a versão maior, Grand Livina. Mas o preço base de R$ 43.990 do Nissan mostra que o automóvel chinês já não conta com uma boa relação custo/benefício como principal arma para angariar vendas. Mesmo assim, o presidente da JAC no Brasil, Sérgio Habib, acredita que consiga vender entre mil e 1.500 unidades por mês. A título de comparação, a minivan da Nissan vendeu 1.200 carros em junho, enquanto que a Chevrolet beirou as 900 unidades.

O J6 também quebra outro paradigma de grande parte dos carros chineses no Brasil: ele vem com opcionais. São eles as rodas de 17 polegadas por R$ 1.600, os bancos de couro, por R$ 1.400 – R$ 1.600 para o de sete lugares – e a pintura metálica, por R$ 1.190. Como itens de série, a minivan já conta com ar-condicionado digital, direção hidráulica, ABS com EBD, airbag duplo, faróis de neblina, sensor de estacionamento, retrovisor interno eletrocrômico, trio elétrico, banco do motorista com regulagem em altura, rádio com CD/USB e comandos no volante.

Visualmente, o J6 é um carro que chama mais atenção que os compactos J3 e J3 Turin – e não apenas pelo porte mais avantajado. A dianteira traz design similar aos modelos menores, com uma linha curva formada pelos faróis e pelo para-choque proeminente. A minivan também conta com uma grade com um friso cromado, para tentar dar um aspecto de requinte. Na lateral, um vinco surge no meio da porta dianteira, vai subindo e termina nas lanternas traseiras. E elas, com seu formato triangular, tomam grande parte do espaço posterior.

Na parte mecânica, a JAC afirma que adaptou o carro para o Brasil com o gosto do consumidor local em mente. A fabricante diz que rodou um milhão de quilômetros para adaptar o modelo para cá. Por isso, em relação ao veículo comercializado na China, até o propulsor foi modificado. Saiu de cena um 1.8 para entrar o 2.0 16V com comando variável de válvulas. Ele aceita apenas gasolina e desenvolve 136 cv a 5.500 rpm e 19,1 kgfm de torque a 4 mil rotações. A transmissão é manual de cinco marchas. A suspensão também foi recalibrada, ficando mais rígida. Adaptações de quem começa a conhecer as sutilezas do mercado nacional.
Ficha técnica

JAC J6


Motor: Dianteiro, transversal, 1.997 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando variável de válvulas. Injeção multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio manual com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima: 136 cv a 5.500 rpm
Torque máximo: 19,1 kgfm a 4 mil rpm.
Diâmetro e curso: 85 mm X 88 mm. Taxa de compressão: 10:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson, com molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira com braços duplo e molas helicoidais.
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. ABS.
Pneus: 205/55 16’’ em rodas de liga leve.
Carroceria: Minivan em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,55 metros de comprimento, 1,77 m de largura, 1,66 m de altura e 2,71 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais.
Peso: 1.500 kg em ordem de marcha.
Capacidade do porta-malas: 720 litros ou 2.200 com os bancos traseiros rebatidos.
Tanque de combustível: 68 litros.
Produção: Hefei, China.
Lançamento no Brasil: 2011.

Primeiras impressões

A conquista do espaço


por Eduardo Rocha
Auto Press


A JAC aposta que o J6 pode ir na contramão do declínio das minivans no mercado brasileiro – situação que teria sido criada por obra das próprias marcas pela falta de renovação dos modelos ou pelo preço despropositado das novidades. Para reconquistar este público, a estratégia é a mesma utilizada para a linha compacta J3: custo/benefício favorável e dimensões generosas para o segmento. Espaço é uma questão crucial, tanto em relação ao segmento de compactos, como o J3, quanto no de modelos familiares, como o J6.

Como em toda argumentação, a defesa é sempre da tese que mais favorece o criador do argumento. Ou seja: o J6 é realmente espaçoso. E esse é sua principal virtude. O ótimo espaço longitudinal consegue sustentar com certa dignidade os sete lugares da versão Diamond – e sobra até uma pequena área para as malas. Com cinco lugares – na verdade, o mesmo carro com dois assentos a menos –, o porta-malas é grande de verdade, com 720 litros.

A dimensão do conforto é a vocação principal da minivan chinesa, já que o desempenho e o comportamento dinâmico do J6 não são capazes de impressionar muito. São, no máximo, corretos. O torque chega muito tarde – 4.500 giros – e, para ganhar algum vigor, é preciso elevar demais o giros. Isso faz o barulho do motor invadir com vontade o habitáculo e a promessa de conforto começa a desandar.

Nos trechos sinuosos, o J6 também rola mais do que seria desejável. Outro ponto que o carro chinês mostra uma certa fraqueza é no acabamento. Ou mais especificamente, nos materiais utilizados nos revestimentos. São plásticos duros, de aspecto rústico, aceitáveis em compactos, mas não em modelos médios – mesmo que tenham um preço atraente e um design moderno e sedutor.


Wednesday, August 3, 2011

JAC MOTORS: DETALHES SOBRE A FUTURA FÁBRICA NO BRASIL

Agora é oficial. A JAC Motors vai construir uma fábrica no Brasil. Serão investidos na construção da fábrica, centro de desenvolvimento, pista de testes, entre outras coisas que envolvem uma montadora, R$ 900 milhões, disse Habib.

Fora os investimentos na construção, serão também investidos R$ 140 milhões em marketing. O objetivo da JAC é alcançar 3% do mercado brasileiro até o final de 2012, hoje a marca detém 1% do mercado nacional.

A nova fábrica terá capacidade para produzir até 100 mil carros por ano. Os modelos produzidos serão inéditos, será uma família derivada de uma mesma plataforma. Os modelos que hoje são vendidos pela JAC, o J3 hatch, J3 Turin, o sedan médio J5 e a minivan J6, continuarão sendo importados, ou seja, ainda não há pretensão de fabricá-los aqui.

Habib também confirmou a vinda do subcompacto J2 entre junho e agosto de 2012 equipado com o motor 1.4 e preço abaixo do J3. O J2 já está passando por modificações para conquistar o consumidor brasileiro, assim como ocorreu com os modelos que estão sendo comercializados aqui.

Por enquanto, segundo Habib, não está definida onde vai ser a fábrica. Mas já é certo o ano de inauguração: 2014. Somente daqui a 4 ou 5 meses que será anunciado o local da construção. Com a nova fábrica serão gerados 3.500 novos empregos diretos e 10 mil indiretos.

Habib também disse que o foco da JAC Motors no Brasil são veículos na faixa de preço de até R$ 40 mil. Habib justifica a instalação da fábrica no país com o grande volume de vendas alcançado aqui e que ficaria inviável manter a importação desse volume e a estrutura da empresa no Brasil pagando tanto imposto, que chega a 50% do valor do carro.

O empresário também confirmou que serão abertas de 5 a 7 concessionárias por mês para chegar ao número de 89 lojas até o final do ano. Hoje existem 50 concessionárias estabelecidas.

A JAC Motors começou a comercializar seus veículos no Brasil no dia 18 de março e já contabilizou mais de 10 mil unidades vendidas. O J3 hatch é o modelo mais vendido da marca chinesa.

Sunday, June 12, 2011

BATALHA CHINESA: CHERY FACE X JAC J3 X LIFAN 320


O roteiro é muito parecido, quase uma releitura. Somente os protagonistas vem mudando. O filme começa com carros vindos do Oriente com preço baixo, mas muito bem equipados. No meio da trama, olhares ocidentais, desconfiados, analisam os veículos em busca de defeitos aparentes ou de tecnologia com qualidade questionável. Alguns modelos vão ganhando novos clientes e quebram paradigmas. Outros confirmam as desconfianças e são rotulados como produtos de baixa qualidade. No final, algumas fabricantes do Oriente prevalecem no novo mercado, enquanto outras não conseguem conquistar o seu espaço e desaparecem.

Carros japoneses e coreanos já foram os atores principais de histórias como essa. Cada um, a seu tempo e a sua maneira, superou algumas desconfianças. Hoje, modelos do Japão são referência em vários segmentos, enquanto algumas marcas da Coreia do Sul não só melhoraram a qualidade de seus produtos, mas também já incomodam concorrentes tradicionais em vários mercados, inclusive no Brasil.

Agora, quem tenta seguir essa trilha são as empresas chinesas. Com o maior mercado de automóveis do planeta, a China quer conquistar uma fatia do público nacional. A receita para isso é o já citado carro bem equipado com preço atraente, aliado à promessa de segurança e manutenção barata.

No Brasil as pioneiras Effa, Chery, Lifan, Hafei, Jinbei, JAC Motors e Brilliance já fazem o consumidor questionar: vale a pena comprar um carro chinês? Será que esses veículos estão prontos para o mercado brasileiro? Para elucidar essas dúvidas, reunimos três representantes made in China. Comparamos os hatches mais bem equipados, o Chery Face, o Lifan 320 e o JAC J3. Confira os resultados a seguir.

Equipamentos de série

No quesito equipamentos, 320, Face e J3 seguem a mesma cartilha. Todos trazem de série direção com assitência, ar-condicionado, duplo airbag, freios com ABS e EBD, travas, retrovisores e vidros elétricos, rádio com CD e conexão USB, rodas de liga leve, faróis auxiliares, limpador e desembaçador do vidro traseiro e alarme. Os modelos da JAC e da Chery contam ainda com regulagem de altura do volante, banco traseiro bipartido, sensor de estacionamento e faróis com ajuste de altura do facho. No entanto, a lista dos equipamentos não mostra como esses componentes funcionam.

Primeiro, falemos do Lifan 320, o menos recheado da turma. Os vidros com acionamento elétrico sobem e descem forçando a guarnição das portas, fazendo barulho. O 320 também decepcionou por conta da luz no painel que indica problema no airbag, que acendeu já no segundo dia de testes, permanecendo assim durante toda a nossa avaliação.

O Face, por sua vez, apresentou uma condensação incomum no ar-condicionado. Ao ligar o equipamento, um tipo de fumaça surgiu das saídas de ar. Nada que atrapalhasse, mas nunca havíamos observado esse fenômeno antes.

O JAC também não passou ileso. Seu sistema de travamento remoto integrado à chave — que, coincidentemente, tem o mesmo desenho da usada pela Toyota — funcionou ocasionalmente. Já o sistema de áudio saiu-se bem. A porta USB reconheceu um pendrive e foi possível conectar um MP3 player sem problemas. No entanto, na hora de ligar um iPod, não obtivemos sucesso, por duas vezes. Sem falar que a antena do rádio — embutida no para-brisa — não capta bem o sinal das emissoras, deixando a transmissão com interferência. O Face levou a melhor nota no quesito equipamentos, já que o J3 tem lista parecida, mas preço mais elevado. O 320 é mais barato, mas entrega menos.

Comportamento

Nenhum dos representantes chineses neste comparativo têm aspiração esportiva, apesar do visual do Lifan — “inspirado” no MINI — tentar exibir essa personalidade. Na aceleração de 0 a 100 km/h, o J3 foi o mais rápido, com 13s1.

O motor 1.3 16V do JAC (embora a marca o anuncie como 1.4, a cilindrada é 1.332 cm³) é o mais potente do trio, com 108 cv. O Lifan 320, com seu 1.3 de 88 cv cumpriu a prova de aceleração em 13s9 e o Chery Face em 13s4.

No quesito prazer ao dirigir, o J3 surge como líder. Só que esse triunfo se deveu menos às suas qualidades e mais por demérito dos concorrentes. O JAC parece ter sido mais bem adaptado ao gosto do motorista brasileiro. Sua suspensão — independente na traseira, a única do trio — não sofre com o asfalto nem é macia em exagero. Sua direção leve não é um primor na hora de transmitir sensações, mas não é “anestesiada” como as de 320 e Face.

As trocas de marchas também ajudam o J3, cujo câmbio tem bons engates e o pedal de embreagem é leve. O Lifan também não faz feio com a sua caixa, mas o pedal do freio transmite algumas vibrações para o motorista. O Face é o que menos agradou. Com a suspensão mais macia, o Chery parece desconectar-se do asfalto, e a sensação ao volante não transmite segurança. Sua direção é leve demais e o câmbio tem engates imprecisos, além da alavanca ter curso muito longo. O freio também apresenta trepidações em algumas situações.

Conclusão: no comportamento, o melhor chinês é o J3, que possui um acerto mais aprimorado. Não foi à toa, pois a JAC investiu em adaptações para o gosto dos brasileiros. Mas não se engane, o J3 não tem um comportamento melhor do que um VW Gol, mas também não passa vergonha. Se a Lifan e a Chery estiverem atentas, talvez os seus próximos modelos sejam mais “brasileiros”.

Impressão de qualidade

Estes chineses despertam a curiosidade por onde passam (e param). Marcas de dedos nos vidros denunciam o interesse de conhecer os modelos por dentro. Os mais extrovertidos se aproximavam, perguntavam o preço e queriam conferir a cabine. Ao primeiro toque no painel foi normal escutar: “Tem muito plástico, né?”. Sim, é verdade. O material domina a cabine desses chineses. Mas é diferente em um compacto nacional? A questão é: como é esse plástico? Como é a montagem das peças? Existem muitos barulhos? O carro transmite sensação de robustez?

O Chery Face apresenta um interior interessante. A escolha das cores é harmoniosa. Só que a qualidade dos encaixes é ruim. O plástico é rígido e não agrada ao tato. Parece o material usado em eletrodomésticos. A forração e a espuma dos bancos têm aparência frágil.

Em virtude do visual da carroceria, poderia se esperar que o interior do Lifan 320 também fosse ousado. No entanto, o “sósia” chinês do MINI não incorporou a cabine bem desenhada e extravagante do inglês. Além disso, o plástico usado no painel, no volante e na manopla de câmbio é duro e áspero, apesar de até ficarem bem nas fotos. Como se não bastasse, os encaixes das peças também deixam a desejar. Por fim, qualquer impressão de qualidade acabou comprometida quando o Lifan nos deixou a pé.

Na volta de nossa sessão de fotos em Itu, interior de São Paulo, viemos pela SP-312. Logo após passarmos por Cabreúva, o Lifan 320 “apagou” sem motivo aparente. Pior: o pisca-alerta também não funcionava. Foi preciso rebocar o carro até a vizinha Pirapora do Bom Jesus. A vistoria feita pela Lifan detectou o rompimento de um cabo que alimenta a bomba de combustível. Mal sinal.

O J3 exibe o melhor acabamento. Os encaixes são satisfatórios e a textura emborrachada no painel faz bem aos olhos e às mãos. Os apliques com efeito cromado nas saídas de ar conferem requinte sem exageros. A sensação de qualidade também é maior porque o JAC é o único da turma que pode ter bancos de couro. Um acessório de R$ 1.300. O ponto negativo é o volante, feito de plástico menos nobre e que apresenta rebarbas aparentes.

Veredicto




1º JAC J3

De todos os carros chineses que já testamos, o J3 é o mais agradável. Os seus ajustes para o gosto do motorista brasileiro parecem acertados e o acabamento também não fica devendo. O seu motor 1.3 16V está à frente dos propulsores usados por Chery e Lifan. Apesar de algumas falhas e do preço mais alto, o J3 superou seus conterrâneos neste comparativo. Mas não pense que o J3 só tem qualidades. O JAC não supera alguns concorrentes nacionais no prazer ao dirigir e no desempenho. No entanto, na soma de vários fatores, este deve ser o primeiro carro vindo da China a ser observado com atenção pela indústria nacional.






2º Chery Face



No papel, tudo parecia sair dentro dos planos para o Face neste comparativo. Lista de equipamentos similar ao J3, motor também 1.3, mas com preço cerca de R$ 5.000 menor que o do JAC. No entanto, o Chery falhou no primordial: qualidade. O material usado no interior do carrinho tem aparência espartana. Encaixes frouxos e vãos irregulares denunciam o motivo pelo qual este compacto sai mais em conta. O espaço menor também jogou contra o Face, assim como o seu comportamento, a direção “anestesiada” e o desempenho apenas satisfatório. Fica a sensação de que o modelo precisa passar por uma boa adaptação para cativar de vez o consumidor brasileiro.






3º Lifan 320


O modelo vinha bem em nossa avaliação, podia até ter levado a segunda colocação. No entanto, a luz do airbag acendendo no segundo dia pareceu ser um indício do que estava por vir. A falha mecânica, aliada ao interior de baixa qualidade, decretou a medalha de bronze do 320. Atualizações no projeto do carro e uma maior rede de concessionárias ajudariam o Lifan.







Carlos Cereijo - fotos: Pedro Bicudo

Saturday, May 28, 2011

JAC J6 SERÁ LANÇADA NO DIA 03 DE AGOSTO

A minivan da JAC, a J6, será lançada oficialmente no Brasil no dia 03 de agosto, segundo alguns sites automotivos, os quais receberam convites para comparecerem no evento oficial de lançamento do modelo.
A J6 foi apresentada no último Salão do automóvel de SP, onde diziam que chegaria por R$ 55.900. Por aqui chegará com algumas mudanças na versão definitiva para venda, assim como o J3.

Friday, May 27, 2011

J6 só em agosto

Minivan chega só em agosto, seguida do sedã J5.
Painel com menos black piano, o que lhe diferencia dos outros JAC.
A JAC Motors confirmou o lançamento da minivan J6 para o dia 3 de agosto. A minivan será o terceiro carro vendido pela Jianghuai no Brasil.

Os dois primeiros carros, o J3 e o J3 Turin, estão à venda desde março de 2011, e foram bem aceitos no país. Segundo o último relatório de emplacamentos divulgado pela Fenabrave, o J3 acumula 1.641 unidades vendidas em dois meses, enquanto que o J3 Turin já teve 908 veículos vendidos.

Assim como seus “irmãos”, a J6 oferece uma extensa lista de equipamentos de série. A minivan conta com ar-condicionado digital, direção hidráulica, rádio MP3 com entrada auxiliar USB, trio elétrico, airbag duplo, sensor de estacionamento, freios ABS e distribuição eletrônica de frenagem (EBD), sensor de estacionamento traseiro e faróis com regulagem elétrica de altura.

O motor que vai equipar a J6 é um 2.0 16V e comando de abertura variável, que entrega 155 cv. O preço do modelo ainda não foi anunciado.

A JAC confirmou também que o sedã médio J5 chegará pouco depois, em setembro. E o subcompacto J2 só chega em 2012.

Friday, April 22, 2011

Salão de Shangai 2011: A versão top da van JAC

A van Refine ganha sua versão topo-de-linha, batizada de Hechang.
A JAC Motors, que recentemente tem vendido bem no nosso mercado, apresentou no Salão de Shangai a versão topo-de-linha da van Refine. Batizada de "Refine Hechang", o modelo se destaca pela distância entre-eixos, que garante maior espaço interno para os ocupantes. Além disso, dependendo da configuração interna, garante acomodação para seis ou sete passageiros, uma vez que a última fileira de bancos pode ser inteiriça ou ter duas poltronas individuais.

Equipado com DVD no console central e duas telas nos encostos de cabeça dos bancos dianteiros, a Hechang oferece visualização em toda a parte traseira do veículo. Com ABS, EBD e airbag duplo como itens de série, a van apresenta design futurista, com fino acabamento e instrumentos no centro do painel.

Com câmbio manual de seis velocidades, o modelo conta com duas opções de motores. A versão a diesel desloca um motor 1.9 que rende 135 cv. Já o motor a gasolina é alimentado por turbo-compressor e possui 2 litros de cilindrada. Rende 175 cv de potência. Ambas as versões são capazes de ultrapassar a barreira de 170 km/h.

Sunday, March 13, 2011

Conheça os Carros da JAC no Brasil

JAC J3 Hatchback: Vem para brigar com os hatches compactos Sandero, Fox e Agile
O Jac J3 Hatchback, assim como os outros modelos JAC, chegam esse mês ao mercado brasileiro. O J3 tem duas opções de carrocerias: Hatchback e Sedã. O J3 Hb é equipado com um motor 1.4 16V de 108 cv e, vem para brigar com os hatches compactos Volkswagen Fox - o líder no segmento, Renault Sandero - receberá um facelift esse ano, e Chevrolet Agile - 10º lugar no ranking dos carros mais vendidos de fevereiro. A JAC espera, vender no mínimo 2.000 unidades do J3 Hatch esse ano.
JAC J3 Turin: Versão sedã do hatchback J3
O sedã compacto da JAC está na área. Este é o JAC J3 Turin, versão sedã do irmão J3. Como o próprio nome já diz, o carro foi desenhado em Turin. O carro é equipado com o mesmo motor do J3 Hatch e também com 108 cv e, tem um porta-malas de 490 litros.
JAC J5: Este é o sedã médio da JAC Motors do Brasil
Veio para concorrer com outro chinês: O JAC J5 espera ser vitorioso na briga com o sedã Lifan 620. O carro é equipado com um motor 1.5L 16V de 125 cv e, espera tentar desbancar os rivais Corolla, Civic e cia. Com design muito parecido ao do Lifan 620, o J5 também foi desenhado na cidade de Turim, na Itália.
JAC J6: Esta é a minivam que vem para brigar com a grandalhona Zafira
A família JAC Brasil também é composta pela minivan J6, que tem o motor mais potente da JAC no Brasil: um 2.0 16V de 136 cv. A J6 tem capacidade de até 7 pessoas (cinco adultas e duas crianças). A minivan da JAC vem para brigar com a GM Zafira e Citroën Grand C4 Picasso.

Será que a JAC irá vender bem aqui no Brasil? É só esperar para ver.