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Thursday, February 9, 2012

Azul chega a 15 milhões de clientes


FONTE:


Nesta quinta-feira, 9, a Azul Linhas Aéreas atingiu a marca de 15 milhões de clientes transportados. Para celebrar o resultado, a companhia organizou uma festa no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), quando Ruth Carvalho, natural de Sorocaba (SP), bateu a marca da companhia e ganhou um ano de passagens grátis com direito a acompanhante e o título de "Cliente Milhão".
“Estamos orgulhosos em premiar mais uma cliente, que está junto conosco contribuindo para o sucesso da Azul”, diz David Neeleman, fundador e presidente do Conselho da companhia.

Também como parte das celebrações, a empresa adesivou dois jatos Embraer 190/195 com o número símbolo da festa, 15 milhões, que poderá ser visto nos aeroportos brasileiros. A comemoração foi marcada pela presença de convidados, executivos da companhia e uma banda que animou a festa. A Azul iniciou as suas operações no Brasil no dia 15 de dezembro de 2008, quando realizou o seu primeiro voo a partir de Viracopos. A partir do terminal paulista, o cliente da companhia tem à disposição 37 opções de conexão para várias cidades brasileiras, como Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Brasília (DF), Fortaleza (CE), Ilhéus (BA), Joinville (SC), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Uberaba (MG), Salvador (BA), Vitória (ES), entre outras.

Friday, January 20, 2012

BR Aviation bate recorde em 2011



Em dezembro, a subsidiária do setor aeronáutico da Petrobras, a BR Aviation, bateu o recorde de vendas de querosene e gasolina de aviação, com um total de 399.098 metros cúbicos. No ano passado, a companhia registrou um aumento de 12,6% no volume movimentado em relação a 2010, o que deu a ela, uma fatia de mercado de 62%. Atualmente, a companhia opera em 101 aeroportos no Brasil.
A empresa chegou, em 2011, a comercialização de 4.435.923 metros cúbicos, ante a 3.940.185 metros cúbicos alcançadas no ano anterior, esta alta foi superior a do mercado, que cresceu 11,4%. Este desempenho foi graças ao aumento de número de rotas de alguns clientes da companhia, especialmente, Gol e Azul, e ao incremento de 17,4% no número de passageiros registrado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
O cenário desenhado, pela companhia, é positivo com a expansão cada vez maior do setor de aviação brasileiro devido aos eventos esportivos, Copa e Olimpíadas, que o País receberá. Para estar apta a receber esta alta na demanda, a empresa investirá em suas instalações nos principais aeroportos do Brasil, entre 2011 e 2015.
No ano que se passou, a BR Aviation começou a operar nos terminais da Zona da Mata (MG), Itirapina (SP) e Maringá (PR). Somado a isso, no plano de investimento consta a destinação de recursos para a ampliação e modernização nas estruturas de Natal (RN), Brasília (DF), Galeão (RJ), Campinas (SP), Guarulhos (SP) e Porto Alegre (RS). A companhia ainda deve adquirir as unidades de abastecimento de aeronaves e iniciar operações nos aeroportos de Navegantes (SC), Imperatriz (MA), Foz do Iguaçu (PR), Eirunepé (AM), Macapá (AP) e Ilhéus (BA).
Atualmente, são consumidos, aproximadamente, 600 mil metros cúbicos de querosene de aviação, desses 400 mil fornecidos pela BR. Com a Copa do Mundo e Olimpíadas, há a previsão de que esta demanda suba entre 20% e 30%, principalmente, nas cidades-sedes dos eventos.
Com os investimentos previstos pela empresa, a BR deverá ter sua capacidade mensal ampliada em 43 milhões de litros de querosene de aviação. “Essa é uma das nossas principais preocupações. Vamos investir para atender a demanda", declarou José Lima de Andrade Neto, presidente da companhia.

Comil lança versão 4x4 de ônibus



 A Comil inovou ao apresentar um dos primeiros modelos de ônibus, no Brasil, com tração nas quatro rodas. Para concretizar este projeto foram exigidas mudanças na carroceria do modelo Svelto Midi. “Somos a única empresa do País com projeto específico de carroceria para este tipo de chassi – 15190, da Volkswagen”, destacou Fabriccio Tascine, gerente de negócios da encarroçadora.
As seis primeiras unidades do novo modelo foram compradas pela Transbrasiliana, empresa de transporte, turismo e fretamento de Goiás. O valor do negócio foi de R$ 2 milhões. As novas aquisições já estão em operação no transporte de funcionários da Vale, nas minas de ferro de Carajás, no Pará. “Para atender a licitação, tivemos que encomendar veículos com torque e força para encarar qualquer tipo de terreno. Encaminhamos o pedido à Comil e surgiu a solução do 4x4”, explica Josias Eduardo Braga, gestor do contrato Vale por parte da Transbrasiliana.
Este não foi o primeiro negócio entre as duas empresas, a transportadora possui uma frota de 650 veículos, dos quais, atualmente, 60 ônibus são da Comil. Recentemente, a companhia adquiriu 15 unidades do modelo Campione 3.65, para operações rodoviárias, por um valor total de R$ 6,75 milhões, a previsão é que os coletivos entrem em circulação em março deste ano.

Monday, January 2, 2012

Contran regulamenta cor de caminhões



Todos os caminhões, tratores, reboques e semirreboques deverão possuir a cor que está discriminada no cadastro do Registro Nacional de Veículos Automotores e no CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo). A fiscalização neste sentido começa em dezembro deste ano.
A medida consta na deliberação nº 119 publicada pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito). Nesta resolução, a cor predominante do veículo será definida pela que está relatada nos documentos do veículo, sendo que, no caso de caminhões e caminhões tratores, essa será definida pela cor da cabine.
Nos casos de reboques e semirreboques, a definição de cor predominante fica por conta daquela apresentada na estrutura fixa (chassi)A determinação foi motivada pela polêmica causada na fiscalização de caminhões e implementos nas estradas brasileiras. Em muitos casos, os agentes rodoviários, ao confrontarem a cor do veículo com a discriminada no documento, avaliavam que existiam diferenças nas pinturas de caminhões, reboques e semirreboques das apontadas nas documentações.

De acordo com a nova deliberação, a medida valerá tanto para os novos veículos como para os que já estão em circulação no País.

Thursday, December 29, 2011

Placa de radar não é mais obrigatória





Uma resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), publicada na última quinta-feira, 22, acabou com a obrigatoriedade da existência de placas de sinalização que alertam sobre os radares de controle de velocidade. De acordo com a norma, que já está em vigor, os órgãos de trânsito devem informar o limite de velocidade das vias, por meio de placas dispostas ao longo das mesmas. Além disso, os equipamentos eletrônicos de fiscalização devem ser visíveis aos motoristas.
“É uma tentativa de redução do número de acidentes nas estradas, mais uma política alinhada às ações do Denatran por mais segurança nas estradas”, afirma Neuto Gonçalves dos Reis, diretor da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística.
A norma, que altera uma regra de 2006, determina que a velocidade seja controlada por quatro tipos de dispositivos, que devem ser aprovados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia): fixo (instalação em local permanente), estático (instalação em veículo parado ou em suporte apropriado), móvel (veículo em movimento) e portátil (medidor voltado manualmente para o veículo alvo).
“O limite precisa ser obedecido, não apenas em frente aos radares, mas na estrada toda. Há acidentes que acontecem porque os motoristas pisam no freio bruscamente quando se deparam com a fiscalização”, diz Gonçalves.
Para a instalação de novos radares, a lei continua igual. A regulamentação atual diz que deve ser realizado um estudo técnico para comprovar a necessidade de controle de velocidade no local, desde que se garanta a visibilidade do equipamento.

Thursday, December 22, 2011

BNDES escolhe planos para etanol



O BNDES e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) realizaram um processo de seleção dos planos de negócios das empresas que poderão participar do Programa Conjunto de Apoio à Inovação Tecnológica Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico (PAISS). O objetivo dele é incentivar projetos de desenvolvimento, produção e comercialização de novas tecnologias industriais destinadas ao processamento da biomassa de cana-de-açúcar.
Foram escolhidos 35 planos de negócios de 25 empresas, que deverão resultar em investimentos de aproximadamente R$ 2 bilhões nas etapas de pesquisa e desenvolvimento.
Entre os planos selecionados, 13 são voltados a pesquisas tecnológicas no setor de etanol a partir de celulose, 20 para o desenvolvimento de novos produtos e dois em gaseificação. O setor de novos produtos abrange desde intermediários químicos a plásticos biodegradáveis, passando por novos biocombustíveis, como diesel, butanol e querosene de aviação.
Os próximos passos de BNDES e Finep no programa será a elaboração de Planos de Suporte Conjunto (PSC) para cada um dos projetos selecionados. O objetivo dos PSCs, que serão finalizados durante o primeiro trimestre de 2012, é apontar os instrumentos financeiros mais adequados, tanto do BNDES como da Finep, para apoiar os planos de negócio escolhidos.

Thursday, December 8, 2011

PIB brasileiro não avança no 3º tri

Apesar de estagnação, setor agropecuário ascendeu 3,2% neste terceiro trimestre.
De acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB brasileiro (Produto Interno Bruto), neste terceiro trimestre, não apresentou variação na comparação com os três meses anteriores, ou seja, o País não obteve crescimento de suas riquezas. Setores como indústria e serviços registraram variações negativas de, respectivamente, -0,9% e -0,3%, em contrapartida, o segmento agropecuário ascendeu 3,2%.

Entretanto, na comparação entre julho e setembro, de 2011, com o ano passado, o PIB demonstrou alta de 2,1%, com a agropecuária crescendo 6,9%, serviços aumentando 2% e indústria 1%.
No acumulado dos quatros últimos trimestres, o aumento das riquezas nacionais foi de 3,7% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. De janeiro a setembro deste ano, a expansão do PIB foi de 3,2%, o que em valores correntes condiz com R$ 1,05 trilhão.
O não crescimento do Brasil, neste terceiro trimestre, não pegou o mercado de surpresa. "Para nós, esse desempenho já era esperado", declarou Fábio Pina, assessor econômico da Fecomercio/SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).
Segundo o especialista, que recordou que a projeção inicial para 2011 era de 4%, este arrefecimento econômico foi resultado das medidas macroprudenciais adotadas pelo governo, no fim de 2010, com o intuito de evitar o recrudescimento das crises americanas e europeias.
O economista projeta que no próximo ano, o Brasil deva iniciar com um crescimento de 2% e encerrar 2012 com 4% de alta no PIB. "Na média, estaremos com 3%, mas em um cenário melhor do que este ano, pois o grave problema da dívida soberana europeia será resolvido lentamente e (o continente) irá apresentar sinais de crescimento", destacou
Apesar de uma estagnação econômica nunca ser o melhor cenário possível, Samy Dana, professor da FGV (Fundação Getulio Vargas), não avalia esse como sendo o pior. "Eu não exergo como negativo. Na zona do euro, sempre um país ou outro surge com dificuldades e não para de ter problemas", ressaltou.


FONTE; WEBTRANSPO

Friday, November 25, 2011

AL precisará de dois mil aviões até 2030



O mercado latino-americano é alvo de interesse de muitos setores da economia, com o aéreo não é diferente, uma prova disso é a pesquisa que a GMF (Global Market Forecast) da Airbus realizou para avaliar qual é a demanda de aeronaves para a América Latina. De acordo com o estudo, a região precisará de 2.028 novos aviões de passageiros com mais de 100 lugares até 2030, destes 1.653 jatos deverão ser de corredor único, 334 de corredor duplo e 41 de grande porte, para suprir esta demanda o gasto estimado é de $ 197 bilhões.Os índices da América Latina são atrativos, o PIB cresce mais aceleradamente do que o resto do mundo, uma taxa anual de 5%. Outro dado que reforça a tese de que o mercado latino-americano chama atenção é que a classe média nestes países deve chegar a 75% nos próximos 20 anos.
A região ainda é responsável pelo segundo maior crescimento em viagens de avião; por ano, o número de pessoas que utilizam os aeroportos, na América Latina, sobe em média 6%, tendência que se manterá nos próximos 20 anos e que só é menor que as taxas do Oriente Médio.
Somente o tráfego intra-regional latino-americano crescerá 6,6% nos próximos dez anos, taxa maior que a média mundial de 5,4%. Os principais destinos de longa distância, em 2030, continuarão sendo Europa e América do Norte correspondendo, respectivamente, por 31% e 25% dos voos. Porém, a maior parte das decolagens acontecerá em rotas inter-regionais e domésticas, quase 35%.
“O setor de aviação da América Latina floresceu nos últimos cinco anos e, como resultado, nunca esteve mais forte. O crescimento econômico possibilita a ascensão de uma nova classe média que viaja. A região também está estabelecendo padrões globais ao voar com as aeronaves mais novas do mundo e proteger o ambiente através de esforços de biocombustível que são ao mesmo tempo comercialmente viáveis e ambientalmente sustentáveis”, declarou Rafael Alonso, Vice Presidente Executivo da Airbus para a América Latina e Caribe.
Dentre os países em destaque da região está o Brasil, maior mercado latino-americano da Airbus. O País necessitará de 701 novas aeronaves de passageiros com mais de 100 lugares até 2030. Destes aviões, 501 serão de corredor único, 174 de corredor duplo e 26 de grande porte, o valor estimado para suprir esta demanda é de $ 82 bilhões. Nas últimas décadas, os voos brasileiros domésticos e internacionais mais que dobraram, além disso, o PIB nacional deverá crescer 144% nos próximos 20 anos, valor 20% maior que o esperado pela média mundial.

Abeiva critica Mantega por declarações



Nesta quinta-feira, 24, mais uma vez José Luiz Gandini, presidente da Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores), criticou a elevação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e, especialmente, as declarações de Guido Mantega, ministro da Fazenda, que no dia anterior afirmara que a medida foi um sucesso e que houve anúncios de grandes investimentos estrangeiros no País, após seu anúncio.Segundo Gandini, a ação desfavoreceu a competição no Brasil, o consumidor e ainda infringiu normas internacionais de comércio. “O Governo, erroneamente, não considerou ou mesmo entendeu o impacto da globalização desta indústria, que tem se pautado no desenvolvimento de plataformas globais, adequação dos veículos dessas plataformas para cada mercado e região e complementação de portfólio de produto para segmentos específicos com veículos de regiões complementares”, declarou.

O executivo ainda afirmou que dentre os nove projetos de instalação no Brasil, apenas um foi anunciado após a mudança de legislação. “Projetos da Chery, BMW, Suzuki, Hyundai, entre outros, foram anunciados antes do dia 15 de setembro último. Até mesmo o da JAC Motors, protocolado na última semana, tinha sido amplamente noticiado antes do Decreto”, ressaltou.
O dirigente ainda discordou do argumento, de Mantega, dizendo que “os investimentos só ocorreram devido à ação do governo, Se não tomássemos esta medida, estes aportes iriam para locais onde estão manipulando câmbio e taxas. Estamos preservando o emprego no País”. O presidente da entidade usou como contra-argumento o fato das vendas globais atuais já superarem os números anteriores a crise de 2009.
“A capacidade instalada global já ultrapassou o limite sustentável de 80% de utilização e a ideia de invasão do mercado por fabricantes de outras regiões é um delírio. Muito provavelmente, a presidente Dilma Rousseff não recebeu estudos mais completos do setor no Brasil, pois se considerarmos o total de 677 mil veículos importados de janeiro a outubro deste ano, 75,23% foram importados por associadas à Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), e 24,36% por filiadas à Abeiva (outros 0,41% por importadores independentes)”, criticou Gandini.
Outro ponto atacado foi o fato do Brasil não conseguir exportar, segundo, o executivo: “o real motivo de o Brasil não conseguir exportar é o fato de que, ao contrário de outros polos produtivos, como China e Coreia do Sul, não investiu nos últimos anos em inovação e aumento do conteúdo tecnológico dos veículos. Esses fatores, associados à baixa ação do governo na sua função de regular o mercado de matérias primas, reduziu drasticamente a competitividade dos produtos nacionais. Assim, mesmo que tivéssemos câmbio mais favorável à exportação, as chances seriam mínimas e restrita ao mercado de baixo volume da América do Sul”, declarou.
Para o presidente da associação, não há mistérios para o déficit na balança comercial do setor automotivo, uma vez que o Brasil está cada vez mais trazendo autopeças de Argentina e México, que aparecem nos levantamentos como não importados devido aos acordos comerciais.
"O setor de importação de veículos acabados cresceu sim, mas porque o mercado mudou, o consumidor – mais informado e com maior renda – mudou e passou a desejar produtos melhores, com substancial aumento de valor agregado tecnológico”, finalizou.

Monday, November 21, 2011

Fiat e FPT assinam acordo com Inmetro


A Fiat e a FPT Industrial formalizou uma parceria, com o Inmetro, para o desenvolvimento de tecnologia que otimizem os processos produtivos, de combustíveis, motores e transmissões. Além destas entidades, o acordo foi assinado por Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.Esta iniciativa prevê a cooperação técnico-cientifica, com trocas de informação e ações conjuntas em programas de apoio à pesquisa e desenvolvimento em projetos nas áreas de combustíveis e lubrificantes; materiais e nanotecnologia; prestação de serviços e aprendizados. A perspectiva é que mais de R$ 4 milhões sejam investidos com este acordo, que se trata de uma evolução do protocolo de intenções assinado em fevereiro.


Um dos projetos que devem ser desenvolvidos diz respeito à utilização de SVO (óleo vegetal in natura), como combustível, para motores a diesel. Outro programa previsto é a pesquisa de novas tecnologias de fluidos, de corte integral, para aplicação no processo de usinagem das engrenagens das transmissões.Além disso, as entidades se propuseram a configurar um veículo comercial com motorização abastecida com biodiesel B30; eliminar fosfatização em componentes da transmissão C513, o que minimiza os impactos ambientais; diminuir o tempo para obtenção do catalisador degradado, utilizando para isso a caracterização físico-química deste componente; bem como pesquisar alternativa para reduzir o atrito interno em motores da família Fire.
Com esta parceria, o Inmetro oferecerá cursos para engenheiros da Fiat Powertrain e FPT Industrial, assim como visitas técnicas. Os profissionais envolvidos poderão também se utilizar dos laboratórios do instituto.
"Precisamos incorporar cada vez mais conhecimento científico à produção. É isto que este convênio representa: a capacidade de respondermos a uma demanda efetiva da indústria. Temos que trazer a competição para os laboratórios de pesquisa. Este é o caminho para tornarmos o Brasil a potência que queremos", ressaltou Pimentel.
Na mesma linha do ministro, Cledorvino Belini, presidente da Fiat-Chrysler para a América Latina, destacou os esforços para o desenvolvimento de tecnologia do Brasil e a importância da pesquisa científica para a indústria automotiva. “Este acordo é apenas o primeiro passo de uma longa caminhada que pretendemos realizar em conjunto com o Inmetro. Entre os projetos a serem desenvolvidos no futuro, está o desenvolvimento de um motor do Ciclo Otto que apresente uma melhoria significativa de eficiência energética e a criação de um programa de incentivo à formação de jovens engenheiros para atuação prioritária no setor automotivo”, relatou. 

Wednesday, November 16, 2011

Transporte: SP e RJ investirão R$ 50 bi


Em menos de quatro anos, os sistemas de transporte ferroviário das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro ganharão um reforço de aproximadamente R$ 50 bilhões. De acordo com os governos dos dois estados, o montante engloba melhorias nos serviços e infraestrutura.

Como não poderia ser diferente, o maior valor ficará em São Paulo. Mais da metade do montante (R$ 30 bilhões) será destinado à expansão do metrô, na implantação de quatro novas linhas, expansão das já existentes, interligações, estações e modernização de trens.

“Há um movimento natural e consistente na retomada dos investimentos no setor ferroviário. E, cada vez mais, novos players estão participando de projetos com aportes de capital e parcerias”, afirmou Gerson Toller, diretor da Feira Negócios nos Trilhos.

Até 2018 a extensão das linhas de metrô na capital paulista passará dos atuais 70 quilômetros para 137 quilômetros. Além dos investimentos próprios, o metrô também já tem definidas novas parcerias público-privadas para a expansão e implantação de novas linhas, como foi feito na Linha 4-Amarela, inaugurada este ano.

Entre as linhas programadas estão a ligação do aeroporto de Congonhas ao sistema; uma linha que vai ligar a capital ao ABC; outra que vai até Guarulhos e a expansão de linha já existente até Taboão da Serra, o que leva o Metrô de SP para fora das fronteiras do município.

O volume de passageiros transportados deve saltar dos atuais 3,85 bilhões de pessoas por mês para 5,3 bilhões mensais em 2015.
Na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), o volume de investimento previsto é de R$ 9 bilhões na expansão da rede, modernização de trens, estações e infraestrutura viária, até 2014.


No Rio de Janeiro, o maior investimento no transporte de passageiros por trens será do governo estadual para expandir a rede até a Barra da Tijuca. Segundo Joubert Flores, diretor de Relações Institucionais do MetrôRio, o aporte na expansão será de R$ 5 bilhões e as obras devem ser concluídas até 2015.Com a chegada do Metrô à Barra, o sistema passará dos atuais 41 quilômetros para 55 quilômetros de extensão. O MetrôRio, concessionária que opera o sistema da capital fluminense, vai investir R$ 1,5 bilhão até 2018 na compra de novos trens, de duas novas estações e em infraestrutura. Na expansão para a Barra, serão construídas seis novas estações.



A concessionária que opera o sistema de trens urbanos no Rio de Janeiro vai investir R$ 2,4 bilhões nos próximos anos na compra de novos trens, em infraestrutura, na modernização de estações e na construção de novos trechos de sua linha.
De acordo com o presidente da SuperVia, Carlos José da Cunha, o número de usuários do sistema ferroviário de passageiros do Rio, que atualmente é de 540 mil pessoas por dia, deve atingir 1 milhão de pessoas/dia em 2015, e 1,5 milhão em 2020.